domingo, 3 de fevereiro de 2019

Blueberry L’Intégrale volume 6

Capa.


Página 3. 


Página 4. 


Página 5. 


Página 6. 


Página 7. 


Página 8. 


Página 9. 


“Le Hors-la-loi”, prancha 1. 


“Le Hors-la-loi”, prancha 2. 


“Le Hors-la-loi”, prancha 3. 


Verso da contracapa.

Ficha técnica

“Blueberry L'Intégrale” tome 6
“Le Hors-la-loi”, “Angel Face”, “Nez Cassé” e “La Longue Marche”
Roteiros: Jean-Michel Charlier
Desenhos e capa: Jean Giraud (1)
Cores: Jean Giraud – “Le Hors-la-loi”; Quadricromia – “Angel Face”; Évelyne Tran-Lê – “Nez Cassé” e “La Longue Marche”.
Lançamento: 25 de agosto de 2017 (2)
Número de páginas: 216 páginas
Gênero: Western
Preço: 29,99 €
Formato: 23,5x31,0 cm
Público: Adolescente – adulto; a partir de 16 anos
Editora: Dargaud Éditeur

N. C.:

1) A ilustração da capa é aquela da capa de “Blueberry” nº 18 “Nez Cassé”, álbum publicado pela editora Dargaud em 1980.

2) Informação da edição: Anotado “Primeira Edição”. Contém, na estreia do álbum, um dossiê de 36 páginas compreendendo “La fin de Pilote et la gestation de Moebius” por Stéphane Beaujean e Vladimir Lecointre (13 páginas) e “Jean-Michel Charlier, de l’autre côté de Blueberry” por Patrice Pellerin (7 pages). Fonte: Bedetheque.


Capa provisória com a ilustração daquela de “Blueberry” nº 17 “Angel Face”.


N. C.: Parte do texto da página 2:

Caro leitor,

Esse sexto volume de “l’Intégral Blueberry”,
previsto em 9 volumes, retoma as páginas da série que têm sido
pré-publicadas em Pilote, Nouveau Tintin, Super As e Métal Hurlant
entre 5 de abril de 1973 e 7 de outubro de 1980. As cores são aquelas
dos álbuns que tinham sido validadas ou refeitas por Jean Giraud.
Para encontrar o espírito folhetinesco das revistas, onde as páginas
eram geralmente publicadas em duas opostas, nós temos
principiado cada história na página da esquerda. (1) (2) (3) (4)

N. C.:

1) “Le Hors-la-loi”, Dargaud Éditeur, 4º trimestre de 1974. Pré-publicado em “Pilote”, com o título “L’Outlaw”, do nº 700 (5 de abril de 1973) ao nº 720 (23 de agosto de 1973) mais um anúncio no nº 699.

2) “Angel Face”, Dargaud Éditeur, 3º trimestre de 1975. Pré-publicado em “Nouveau Tintin” do nº 1 (16 de setembro de 1975) ao nº 9 (11 de novembro de 1975) mais capa no nº 6.

3) “Nez Cassé”, Dargaud Éditeur, 1º trimestre de 1980. Pré-publicado em “Super As” do nº 1 (fevereiro de 1979) ao nº 10 (abril de 1979), em seguida em “Métal Hurlant” do nº 38 ao nº 40.

4) “La Longue Marche”, Éditons Fleurus, 4º trimestre de 1980. Pré-publicado em “Super As” do nº 69 ao nº 72, em seguida do nº 85 ao nº 87.


Resumo “Blueberry – Intégrales” tome 6

De “Le Hors-la-loi” a “La Longue Marche”, siga a transformação de Blueberry em Tsi-Na-Pah. Redescubra “Angel Face”, a quinta essência absoluta do western, com um Jean Giraud deslumbrante de maestria e de virtuosidade. Os roteiros suntuosos de Jean-Michel Charlier, que conduzem nosso herói a desaparecer para reunir os Apaches; uma mecânica implacável, um modelo de história em quadrinhos!  Uma pura obra-prima em um volume em grande formato.

Com “Le Hors-la-loi” começa o ciclo do Complô. Blueberry foge e se torna o objeto de uma sombria maquinação. Em “Angel Face”, ele enfrenta um assassino com rosto de anjo. “Nez Cassé” e “La Longue Marche” o levam a se refugiar entre os Apaches de Cochise, seu antigo inimigo. Jean-Michel Charlier e Jean Giraud revisitam os códigos do western, os tingem de paranoia, antes de reencontrar as paisagens sublimes das mesas americanas.

Quatro álbuns monumentais em um integral excepcional.

Fonte: Dargaud Éditeur.


 

 

N. C.: As histórias “Le Hors-la-loi” (“O Fora-da-lei”), “Angel Face” (“Angel Face”), “Nez Cassé” (“Nariz Partido”) e “La Longue Marche” (“A Longa Marcha”) compõem o volume 6 de “Blueberry L’Intégrale”. As imagens acima mostram as capas da 1ª edição de cada um dos quatro álbuns.

Fontes das imagens: Bedetheque: capa da 1ª edição dos álbuns de “Blueberry”: nº 16 “Le Hors-la-loi”, nº 17 “Angel Face”, nº 18 “Nez Cassé” e nº 19 “La Longue Marche”; verso da contracapa e capa em formato menor de “Blueberry L’Intégrale” tome 6. Dargaud Éditeur: as demais.

Blueberry L'Intégrale tome 6 © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud - Dargaud Éditeur 2017

Afrânio Braga



terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Exposição Colin Wilson na livraria Bulles en Tête 2016

Exposição Colin Wilson na livraria Bulles en Tête 2016



Mike Blueberry, Red Neck e dois cidadãos na estação de trem de uma cidade do Velho Oeste americano. (1)

N. C.:

1) Texto do cartaz da exposição:

Exposição-venda Colin Wilson, de 6 a 23 de outubro de 2016
Vernissage, quinta-feira, 6 de outubro, com a presença do autor
40 pranchas e desenhos originais saídos do tomo 4 de “Wonderball”, assim como desenhos de “La Jeunesse de Blueberry” (2)

2) Desenhos também da série “Blueberry”.















Mike Blueberry defende um trem do ataque de índios.



O jovem tenente Blueberry em uma batalha da Guerra de Secessão.



Jimmy Mc Clure, Red Neck, Chihuahua Pearl e Mike Blueberry.



Mike Steve Blueberry.

 

Red Neck, Chihuahua Pearl, Mike Blueberry e Jimmy Mc Clure.



Jimmy Mc Clure, Mike Blueberry e Red Neck.



Jimmy Mc Clure e Blueberry em um assalto à diligência pelos índios.





Red Neck, Chihuahua Pearl, Mike Blueberry e Jimmy Mc Clure.



Jimmy Mc Clure, Mike Blueberry e Red Neck.



Jimmy Mc Clure e Blueberry em um assalto à diligência pelos índios.



Blueberry, Jimmy Mc Clure e companheiros param uma diligência.



O desenho do cartaz da exposição.


A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud.

Blueberry © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud – Dargaud Éditeur
Exposition Colin Wilson © Colin Wilson - Librairie Bulles en Tête 2016

Agradecimentos a Colin Wilson e a Jean-Pierre Nakache, da livraria Bulles em Tête, pela gentil permissão para publicar sobre a exposição 2016 no blogue Blueberry.

Afrânio Braga

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

A última aventura do tenente Moebius

A última aventura do tenente Moebius


O pai de “Blueberry” e de “L’Incal” era um dos pontas de lança da nova HQ. Ele morreu em 10 de março.

Le Monde | 12/03/2012
Por Frédéric Potet



O desenhista Jean Giraud, aliás, Moebius, em Paris, em janeiro de 2009.


Penetrar no antro de um deus vivo, naquele dia, abalou quaisquer ideias recebidas. Era uma manhã de setembro de 2010, e Jean Giraud me receberia em sua casa, perto de Paris, algumas semanas antes da estreia da grande retrospectiva que a Fondation Cartier consagraria a ele. Por que se espera ver os gênios viver em habitações suntuosas e espaçosas como o campo de sua imaginação? A pequena casa-ateliê de Montrouge não tinha nada, mas verdadeiramente nada de ostentoso. Alguns degraus a subir atrás de uma grade anônima, um cômodo único ao rés-do-chão com uma pequena cozinha ao fundo, os utensílios na pia, as caixas de papelão com desenhos ali, os livros, as revistas... Em suma, uma bagunça simpática, atestando uma atividade prolífica e a presença de um mundo interior.

Sobre a mesa, negligentemente colocado, um pequeno caderno de desenhos convidava os visitantes a folhear suas páginas. “Vá lá, vá lá!”, autorizou amigavelmente o anfitrião preparando um café. Depois de vários anos, Giraud desenhava as suas histórias sem rascunho – diretamente ao pincel, sem a menor lapisada – sobre esses pequenos calepinos apenas maiores que as agendas telefônicas. Por evidentes razões de conforto, a grande maioria dos autores de histórias em quadrinhos trabalha sobre formatos superiores ao tamanho dos álbuns publicados. Giraud fazia ao inverso. “Ele explicava que aquilo o obrigava a mais concentração.”, revela o roteirista e jornalista Jean-Pierre Dionnet que com ele funda a revista “Métal Hurlant” na metade dos anos 1970. O exercício tinha também, sem dúvida, um sabor de desafio. Esse gosto pelo risco permanente ao qual, finalmente, Jean Giraud jamais faltou durante toda sua carreira.

Foi particularmente por isso que seu falecimento, sábado, 10 de março, em Paris, à idade de 73 anos, criou tal emoção no pequeno mundo da 9ª arte. Raramente um autor de HQ foi tão festejado por seus pares, todas as gerações embaralhadas, e por seus leitores. Sua dupla identidade – Gir para seu período Blueberry, Moebius para a vertente fantástica e onírica de sua obra – tem, evidentemente, muito contribuído em sua aura nessa disciplina ou quanto repetitivo e sujeito aos sistemas que é a história em quadrinhos.

A grande força de Gir-Moebius foi de ser diferente e idêntico ao mesmo tempo. De multiplicar os estilos sem desistir de uma coerência gráfica. De se renovar sem se revogar. “Eu sou raramente antagonista na medida onde eu tenho duas assinaturas que me dão acesso aos campos inteiros da expressão, com a tese e antítese, o diabo e o anjo. Eu me saio bem em me trair sem me deixar.”, ele explicou naquele dia em Montrouge.

Viagem ao México

Jean Giraud nasceu em 8 de maio de 1938 em Nogent-sur-Marne (Val-de-Marne), França. Então quando ele era aluno da École de Arts Appliqués de Paris, sua juventude foi marcada por uma viagem ao México, onde partiu para viver sua mãe, separada de seu pai. Uma estada no deserto o marcará na vida e se tornará mais tarde um tema recorrente em sua obra, do Blueberry das estreias às histórias introspectivas publicadas nesses últimos anos ao seio de sua pequena editora (Stardom). “No deserto”, ele dizia, “se abandona toda a acumulação cultural que nos embarace, quer seja em matéria de narração, de demonstração... Além disso, em toda parte, não se pode dar um passo sem cair sobre uma regra, sobre uma armadilha ou sobre um fogo vermelho. No deserto, não resta mais que ser cultural internalizado, o personagem que deambula e que coloca as questões: é isso que é o bem e o mal? O quê é isso que eu faço? É isso que é a criação? Se eu me represento a mim mesmo, é nisso que eu me torno criatura ou isso ainda sou eu?”.

Ele tem justo 18 anos, em 1956, quando ele publica suas primeiras histórias em quadrinhos em diversas publicações para a juventude: “Fripounet et Marisette”, “Âmes vaillantes”, “Coeurs vaillants”. No início dos anos 1960, seu encontro com Joseph Gillain, dito Jijé, dá uma acelerada em sua carreira. Esse último o recruta como assistente em um episódio de “Jerry Spring”, “La Route de Coronado”, em cujo ele é encarregado da arte-final. Pouco tempo depois, o roteirista Jean-Michel Charlier, regressando de um reconhecimento no Nevada para um episódio das aventuras do aviador Buck Danny, procura um desenhista para uma série western que ele tem na cabeça. Demais ocupado, Jijé declina a oferta, mas orienta Charlier rumo a Giraud. Em 1965, estreia “Fort Navajo”, a primeira história de um tenente do exército americano de nariz quebrado e de caráter forte, Mike “Blueberry” Donovan.

Esse personagem vai dar a ocasião a Giraud, que assina Gir desde o primeiro episódio, de “fazer cinema sobre papel”. À medida dos períodos, seu herói vai emprestar os traços de numerosos atores: Jean-Paul Belmondo, Charles Bronson, Clint Eastwood, Arnold Schwarzenegger, Vincent Cassel (que interpreta o papel de Blueberry no cinema no filme de Jan Kounen em 2004). “A cada vez, eu corrigia um nariz quebrado, assim como um corte de cabelo à la Mike Brant!”, se divertia Giraud, grande admirador de Sam Pechinpah, de Sergio Leone e, sobretudo, de John Ford “que toda sua vida foi esquartejado entre o machismo branco da conquista do Oeste e a consciência que ele tinha das minorias oprimidas”. A amizade de Blueberry pelos índios fazia dele o mais “fordiano” dos personagens de histórias em quadrinhos.

Paralelamente à sua série de sucesso, Giraud inventa muito rápido um dublê que ele chama Moebius – em referência à fita do sábio Möbius, símbolo do infinito – e com o qual ele vai desbravar as terras pouco exploradas na história em quadrinhos, aos confins do sonho e da ficção científica.

A reviravolta desse período é a criação, em 1975, de “Métal Hurlant”, ao lado de Dionnet, Philippe Druillet e Bernard Farkas. É, então, o nascimento do herói mudo Arzach, que fará escoar de tal maneira de tinta. “À época, “Métal Hurlant” vivia constantemente no perigo de morrer”, conta Giraud na entrevista que “Le Monde Magazine” tirou desse encontro com ele. “Nós não sabíamos jamais se nós iríamos lançar o número seguinte. A garantia da surpresa editorial era nossa própria surpresa. De onde esse personagem sem palavra nem referencia cultural que eu fazia à noite após o trabalho – após Blueberry, que coisa. Era um modo de ser provocante.”.

Um meio também de evitar a alienação de um trabalho que fez afundar na depressão tantos autores da época, Franquin encabeçando. Jean-Pierre Dionnet se lembra de uma discussão com Moebius, onde este lhe promete, para a semana seguinte, uma história de ficção científica em oito páginas: “Ele me entregou finalmente uma história se desenrolando na Idade Média! A história inicial, visto que ele já me contara, não tinha mais necessidade de ser nova.”. No mesmo período, Moebius realiza uma capa de “Métal Hurlant” “nenhum pouco bonita”, indigna de seu talento, se lembra ainda Dionnet. Este se espanta. “Eu o expressei”, lhe responde Giraud. “Eu queria ver se, porque eu era Moebius, se poderia totalmente me transpor.”.

Consciente de sua genialidade e solicitado por toda parte, ele não menos continua as aventuras de Blueberry que ele descreve como “o patrocinador pessoal de Moebius.”. Suas explorações futuristas o conduzem a colaborar com o roteirista Alejandro Jodorowsky que cria, para ele, o personagem John Difool. Entrementes, o cinema dá a ele olhares doces, mesmo se Giraud não se tornará jamais aquilo que ele sem dúvida sonhou de ser igualmente: diretor. “Eu não diria que o cinema me deixou à margem do caminho.”, dizia ele ainda no outono de 2010. “Antes fui eu que o deixei passar. Infelizmente é difícil ter várias vidas simultaneamente. Fazer do Moebius sem a menor concessão, totalmente continuando Blueberry, demanda já um investimento interno considerável.”.

Venerado no Japão, solicitado pela Marvel aos Estados Unidos (onde ele trabalha com Stan Lee), idolatrado na França por seus leitores de longa data (apesar das tiragens tornadas mais confidenciais nesses últimos anos), Giraud não tem, sem dúvida, o reconhecimento que ele merecia nas mídias ou junto das instituições. Em 2010, a retrospectiva da Fondation Cartier resta a única grande exposição que a ele foi consagrada. Giraud não fica à sombra, ou pelo menos se esconde sob seu grande chapéu negro. “Fundamentalmente, os artistas são os acrobatas, os saltimbancos, e eles vivem unicamente porque eles atraem a atenção dos transeuntes que lançam uma moeda.”, dizia ele. “A única postura que vale é aquela do cigano que exibe o urso em seu circo. A base do ofício.”.


Datas-chaves
1938
Nascimento em Nogent-sur-Marne (Val-de-Marne), França.
1954
Arts Appliqués de Paris.
1956
Primeiras HQ em publicações para a juventude.
1961
Jijé o contrata como assistente em “Jerry Spring”.
1965
Estreia de “Fort Navajo”, primeiro álbum de “Blueberry”.
1969
Utiliza pela primeira vez o pseudônimo Moebius. (1)
1975
Criação de “Métal Hurlant”.
1977
“Alien”, de Ridley Scott.
1980
“John Difool” sobre um roteiro de Alejandro Jodorowsky.
1985
Trabalha no Japão sobre uma versão animada de “Little Nemo”.
2000
Trabalha no Japão com Jiro Taniguchi.
2005
“Inside Moebius”, história introspectiva.
2007
Assina um episódio de “XIII” com Jean Van Hamme.
2010
Retrospectiva "Trans- Forme" na Fondation Cartier.
10 de março de 2012
Morte em Paris.

N. C.:

1) Comentário de Charles Tatum nesse artigo do jornal “Le Monde”: «O pseudônimo “Moebius” não nasceu em 1969, mas no verão de 1963 nas colunas de “Hara-Kiri” (“L’Homme du XXIe siècle” particularmente). Ou seja, alguns meses antes das primeiras pranchas de Blueberry (fim de 1963, “Pilote”).» (2)

2) “Fort Navajo”, a primeira história de Blueberry, foi publicada na revista “Pilote” nº 210 de 31 de outubro de 1963.

La dernière aventure du lieutenant Moebius © Le Monde / Frédéric Potet 2012
Fotografia de Jean “Moebius” Giraud © Agence France-Presse – AFP / Franck Fife 2009

Afrânio Braga


terça-feira, 13 de novembro de 2018

Exposição Colin Wilson na livraria Bulles en Tête 2018

Mike Blueberry no cartaz da exposição. (1)


Exposição Colin Wilson na 
livraria Bulles en Tête 2018

A livraria Bulles em Tête está muito honrada em vos convidar a encontrar Colin Wilson a partir de 4 de outubro próximo por ocasião de uma exposição-venda das pranchas do último volume de “Wonderball”, assim como de ilustrações saídas de “La Jeunesse de Blueberry”! (2) (3)

Exposição de 4 a 20 de outubro. Vernissage, na quinta-feira, 4, às 18:30 horas, com a presença do autor.

N. C.:

1) Texto do cartaz da exposição:

Exposição-venda Colin Wilson, de 4 a 20 de outubro de 2018
Vernissage, na quinta-feira, 4 de outubro, às 18:30 horas, com a presença do autor
40 pranchas e desenhos originais saídos do tomo 5 de “Wonderball”, assim como ilustrações de “La Jeunesse de Blueberry”

2) Colin Wilson desenhou seis álbuns da série “La Jeunesse de Blueberry” (“A Juventude de Blueberry”) - três com roteiros de Jean-Michel Charlier e os demais com roteiros de François Corteggiani -, coloridos por Janet Gale, sua esposa, que também coloriu “Le Bout de la piste” (“O Fim da Pista”), volume 22 da série “Blueberry”.

3) Ilustrações saídas também da série “Blueberry”.








Blueberry e Jimmy McClure defendem a diligência do ataque de índios.


Mike Steve Donovan, aliás, Mike Steve Blueberry.


Da direita para a esquerda: Red Neck, Blueberry, Jimmy e dois parceiros.


Mike Blueberry e passageiros prontos a retomar a diligência dos índios.


Red Neck e Mike Blueberry, companheiros de aventuras.


Mike Steve Blueberry.


Jimmy Mc Clure, Mike Blueberry e Red Neck, grandes amigos.


Mike Steve Blueberry.


Mike Steve Blueberry.


Mike Steve Blueberry.


Mike Steve Blueberry, ilustração do cartaz da exposição.


A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud.

Blueberry © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud – Dargaud Éditeur
Exposition Colin Wilson © Colin Wilson - Librairie Bulles en Tête 2018

Agradecimentos a Colin Wilson e a Jean-Pierre Nakache, da livraria Bulles em Tête, pela gentil permissão para publicar sobre a exposição 2018 no blogue Blueberry.


Afrânio Braga