quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

“Zico” por UB Editora

 
“Zico” por UB Editora

Celebrando a carreira e a vida de Zico em todos os seus aspectos.

O projeto

Com a parceria da Memorabília do Esporte e da Editora Universo Fantástico, “Zico” traz uma coletânea de histórias para celebrar a vida e a carreira do jogador.

Dando sequência à parceria de sucesso, que já lançou “Oscar e o Pan 87” e “Garrincha”, a Ultimato do Bacon Editora, a Memorabília do Esporte e a Editora Universo Fantástico produziram uma história em quadrinhos tratando de Zico, um ídolo do futebol.



Ficha técnica

Título: “Zico”

Roteiro: Alexandre Baptista, Alexandre Montandon, Flavio Soares.

Desenhos e cores: Alexandre Montandon, Marcel Bartholo, Murilo Fernandez, Flavio Soares, Samuel Bono, Daniel Brandão, Gabú Brito, Miguel Felício. Com Al Stefano, Sam Hart, Rafa Dantas, Fabiana Signorini e Kátia Schittine, Ede Galileu, Rodolfo Fenrir, Toti Bernardes, Gleidson Ribeiro e Guilherme Martino, Kris Zullo e Valu Vasconcelos.

Balões e letras: Alexandre Baptista, Alexandre Montandon, Flavio Soares, Marcel Bartholo, Murilo Fernandez.

Formato: 17,0 X 25,0 cm. Capa: papel cartão triplex 250 g/m2; lombada quadrada com orelhas; verniz localizado. Miolo: 116 páginas, em papel couché fosco 115 g/m2, a cores.


Fonte: Ultimato do Bacon Editora, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro / Curitiba, Paraná, Brasil.

“Zico” © 2024 Alexandre Baptista et al. – Ultimato do Bacon Editora / Memorabília do Esporte / Editora Universo Fantástico

Afrânio Braga

"Zico" no Catarse: https://www.catarse.me/zico

“Escafandro” na Amazon Brasil: Ultimato do Bacon Editora


domingo, 11 de fevereiro de 2024

Homenagem de Frédéric Baylot aos 60 anos de Blueberry

 N. C.: Jimmy McClure: “Blueberry? Quem é Blueberry? Eu não conheço
Blueberry! Ou então eu esqueci! Ou isso faz muito tempo!”.


HOMENAGEM DE FRÉDÉRIC BAYLOT AOS

60 ANOS DE BLUEBERRY




Frédéric Baylot

L’ami Afrânio m’a demandé un dessin pour l’anniversaire de la création de Blueberry et celui de son blog. C’est sympa ! Maintenant de là à le publier avec une bio et une biblio c’est exagéré !

Dessinateur amateur, j’ai abandonné la voie professionnelle dans le milieu des années 70 pour des raisons matérielles et familiales sans abandonner le plaisir du dessin. J’ai malgré tout une production importante (mais toujours « amateur ») qu’on peut retrouver sur le site librairie.baylot.org . Mes bandes dessinées sont centrées sur l’humain et la spiritualité. Mais il n’y a pas grand chose d’autre à rajouter.



Charley est une sorte de conscience incarnée qui accompagne d’une manière spirituelle, méditative et humaine un personnage confronté à la vie simple et ordinaire, avec ses affres, ses espoirs, ses amours, ses déceptions, ses richesses. À nous qui vivons dans cette même vie, cette bande dessinée nous offre au fil des pages, voire des jours, inspiration, sérénité et joie.

La BD, en noir et blanc, est pour tout public (à partir d’une dizaine d’années jusqu’à adulte). Composée d’histoires d’une page chacune qui peuvent être lues d’une manière aléatoire.



Zem est un petit moinillon qui chemine pour être maître zen. Mais malgré les conseils bienveillants et avisés de son maître Tsé (mot qui veut dire la « vie » en tibétain) il reste (heureusement) un enfant plein de joie et de malice.

Chaque page comprend un texte traditionnel ou contemporain lié à la méditation ou au bouddhisme et en face un (ou plusieurs) dessin(s) de “Zem” qui l’illustre d’une manière humoristique.

Un livre plus centré sur les ados ou les adultes qui désirent mieux comprendre ou pratiquer de la méditation.



“Là où la philo mène” est issue d’une collaboration avec l’atelier philo de l’Université Populaire Pyrénées Méditerranée d’Argelès-sur-Mer.

Un concept philo est développé sur une page face à une courte bande dessinée qui l’illustre avec humour et jeux de mots.

Deux tomes sont sortis et sont plus spécialement destinés aux jeunes lycéens et aux adultes intéressés par la philo ou curieux de la découvrir sous un nouveau genre.



“T’inquiète, je gère !” sur des scénarios d’une maman de 6 enfants (cela donne une certaine expérience) les bandes dessinées (indépendantes les unes des autres) parlent de la difficulté d’être parent comme de celle d’être enfant mais surtout des possibilités de rencontres bienveillantes qu’il peut y avoir entre les deux. Comme indiqué sur la couverture, ce n’est pas un manuel théorique d’éducation, mais un partage poétique d’expérience.

Il est possible de retrouver les BD de Frédéric sur son site : http://baylot.org/ , ou sur les réseaux sociaux : https://www.instagram.com/fredericbaylot/ , https://www.facebook.com/frederic.baylot ou sur Diaspora*

Ils sont vendus en ligne chez The Book Edition : http://librairie.baylot.org/ ou https://www.thebookedition.com/fr/7749_frederic-baylot



Frédéric Baylot

O amigo Afrânio me pediu um desenho para o aniversário da criação de Blueberry e aquele de seu blogue. É simpático! Agora, daí a publicá-lo com uma biografia e uma bibliografia é exagero!

Desenhista amador, eu abandonei a estrada profissional na metade dos anos 70 por razões materiais e familiares sem abandonar o prazer do desenho. Apesar de tudo, eu tenho uma produção importante, mas sempre amadora, que se pode encontrar no site librairie.baylot.org As minhas histórias em quadrinhos são centradas sobre o ser humano e a espiritualidade. Mas não há grande coisa de outro tema a acrescentar.

Charley é uma espécie de consciência encarnada que acompanha, de uma maneira espiritual, meditativa e humana; um personagem confrontado à vida simples e normal, com suas angústias, esperanças, amores, decepções, riquezas. A nós, que vivemos nessa mesma vida, essa história em quadrinhos nos oferece, ao longo das páginas, até mesmo dias, inspiração, serenidade e alegria.

A história em quadrinhos, em preto e branco, é para todo público - a partir de uma dezena de anos até o adulto. Composta de histórias de uma página cada que podem ser lidas de uma maneira aleatória.

Zem é um pequeno monge que caminha para ser mestre zen. Mas apesar dos conselhos benevolentes e avisos de seu mestre Tsé – palavra que quer dizer a “vida” em tibetano – ele permanece, felizmente, uma criança cheia de alegria e de travessura.

Cada página compreende um texto tradicional ou contemporâneo ligado à meditação ou ao budismo e em face um (ou vários) desenho (s) de “Zem” que o ilustra de uma maneira humorística.

Um livro mais centrado nos adolescentes ou nos adultos que desejam melhor compreender ou praticar a meditação.

 “Là où la philo mène” é resultante de uma colaboração com o grupo de trabalho de filosofia da Université Populaire Pyrénées Méditerranée d’Argelès-sur-Mer.

Um conceito filosófico é desenvolvido sobre uma página face a uma curta história em quadrinhos que o ilustra com humor e jogo de palavras.

Dois tomos saíram e são mais especialmente destinados aos jovens, alunos do ensino médio, e aos adultos interessados pela filosofia ou curiosos de descobri-la em um novo gênero.

 “T’inquiète, je gère !” sobre os roteiros de uma mãe de seis crianças - isso dá certa experiência -, as histórias em quadrinhos, independentes umas das outras, falam da dificuldade de ser mãe como daquela de ser criança, mas, sobretudo, das possibilidades de encontros afáveis que pode haver entre as duas. Como indicado na capa, isso não é um manual teórico de educação, mas um compartilhamento poético de experiência.

É possível encontrar as histórias em quadrinhos de Frédéric no seu site - http://baylot.org/ - ou nas suas redes sociais - https://www.instagram.com/fredericbaylot/ e https://www.facebook.com/frederic.baylot  - ou em Diaspora*
 
As publicações são vendidas online em The Book Edition - http://librairie.baylot.org/ - e https://www.thebookedition.com/fr/7749_frederic-baylot

Fonte: Frédéric Baylot.

A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud.
Blueberry © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud – Dargaud Éditeur

Eu agradeço a Frédéric Baylot pelo desenho de Jimmy McClure em homenagem aos 60 anos de Blueberry e aos 10 anos do blogue Blueberry.
Je remercie à Frédéric Baylot le dessin de Jimmy McClure en hommage aux 60 ans de Blueberry et aux 10 ans du blog Blueberry.

Afrânio Braga
 
Edições do grupo Média-Participations na Livraria Amazon Brasil








quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

“Escafandro” em dose dupla por Ultimato do Bacon Editora

 

“Escafandro” em dose dupla
por Ultimato do Bacon Editora


Hyde está de volta. Arsène Lupin e Sherlock Holmes se encontram pela primeira vez.

“Miss Hyde” – “Jus Sanguinis” e “Arsène & Sherlock” – “1873”

A “Escafandro” em dose dupla retorna em:


A melhor oportunidade a quem acompanha a revista “Escafandro” para baratear o frete e pegar AS DUAS “ESCAFANDROS”!

O formato de sucesso retorna a fim de facilitar a você, que segue nossa revista bimestral, a pegar duas edições inéditas com o mesmo valor de entrega!



A ilustração da capa de “Miss Hyde” – “Jus Sanguinis”.


“Escafandro”
“Miss Hyde” – “Jus Sanguinis”
Roteiro: Luís Carlos Souza.
Desenhos: Rafael Dantas.


A caçadora de recompensas, mais amada da nossa editora, volta em uma nova aventura completa.

Uma entidade, monstro ou sabe-se lá o quê está atacando e roubando o estoque de bancos de sangue por toda a galáxia.

Como será que a ruivinha, de ascendência cearense e vitoriana, vai lidar com tudo isso? Descubra em “Miss Hyde” – “Jus Sanguinis”.

Uma prancha de “Miss Hyde” – “Jus Sanguinis”.



A capa de “Arsène & Sherlock” – “1873”.


“Escafandro”
“Arsène & Sherlock” – “1873”
Roteiro: Rossano Segabinazzi.
Desenhos: Dilacerda.

Sherlock Holmes, já em seus anos finais, mais cético e niilista do que nunca.

Arsène Lupin, em seus primeiros grandes feitos, administrando e aperfeiçoando a maestria de seus furtos.

O primeiro encontro de duas grandes mentes da criminalística, duas faces de uma mesma moeda.


Um desafio tentador entre duas mentes brilhantes, uma "partida de xadrez" mental entre homens acima de seus pares.

Uma prancha de “Arsène & Sherlock” – “1873”.




A “Escafandro” é uma série de histórias em quadrinhos pulp que apresenta histórias fechadas e completas em cada edição. Mergulhando em diferentes gêneros, como terror, ficção científica, aventura e comédia, traz diversos autores e autoras com distintos estilos e histórias a cada volume.

Formato americano (17,0 X 25,0 cm), miolo em papel offset e capa cartão, cada revista é uma jornada única para aproveitar. 


A Caixinha Colecionadora

A caixinha colecionadora da revista “Escafandro” – exclusividade para quem acompanha a Ultimato do Bacon Editora no Catarse - está novamente disponível nessa campanha. EM SUA TERCEIRA EDIÇÃO! 


Com uma arte incrível do Will - criador de “Demetrius Dante” e “1.000 Léguas Transamazônicas” e responsável por todo o design gráfico da Ultimato do Bacon Editora - a caixinha tem capacidade para 6 revistas, não é numerada, e não tem as capas das revistas na parte de trás. Por que? Para garantir que você escolha quais “Escafandro” colocará dentro. 



Se você ainda não garantiu a sua caixinha, veja quais recompensas oferecem a mesma de brinde. Depois que os estoques acabarem, não faremos reimpressão! E reiteramos: a caixinha não vai ser vendida posteriormente, então o único caminho para garantir a sua é no Catarse... enquanto não acabar!

Fonte: Ultimato do Bacon Editora, Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil.

“Escafandro” “Miss Hyde” – “Jus Sanguinis” © 2024 Luís Carlos Souza / Rafael Dantas – Ultimato do Bacon Editora
“Escafandro” “Arsène & Sherlock” – “1873” © 2024 Rossano Segabinazzi / Dilacerda – Ultimato do Bacon Editora

Afrânio Braga

Saiba mais sobre esse projeto no Catarse acessando o link abaixo:


“Escafandro” na Amazon Brasil. Acesse a livraria pelo link abaixo:






quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

“Cisco Kid” capa flexível – Supex-X Editora



Cisco Kid, de Salinas,
agora com capa flexível
 
Um dos maiores clássicos da história em quadrinhos mundial, a obra-prima de José Luis Salinas, retorna em duas versões.
 
Acesse a campanha no Catarse pelo link abaixo: 




PLANO DA OBRA

Cisco Kid – Lucy, Flor Rubra & Bella – Capa flexível
Roteiro: Rod Reed
Desenhos: José Luis Salinas
Tiras diárias publicadas originalmente de 15 de janeiro a 13 de outubro de 1951
Formato: 28,0 X 21,0 cm
Número de páginas: 144
Editor: Francisco Ucha
Restauração das artes: Manuel Caldas
Textos complementares: Toni Rodrigues
Tradução: Ricky Goodwin
Revisão: Marcos Massolini
Campanha no Catarse: até 8 de fevereiro de 2024
Entrega aos apoiadores: a partir da primeira quinzena de março de 2024



CONTATO

Francisco Ucha
superxeditora@gmail.com
Instagram @superx.editora





Fonte: Super-X Editora.

Saiba mais sobre esse projeto no Catarse acessando o link abaixo:

www.catarse.me/ciscokid

Afrânio Braga



terça-feira, 9 de janeiro de 2024

“Ogiva”: filme live-action e livro inédito por Pipoca & Nanquim

Teaser trailer do filme de Ogiva no Catarse.


“Ogiva”: filme live-action e livro inédito por Pipoca & Nanquim


O primeiro filme live-action de um Quadrinho Original Pipoca & Nanquim!

Acesse a campanha no Catarse pelo link abaixo:



O projeto

Este é um momento HISTÓRICO na trajetória do Pipoca & Nanquim, galera!

Em 2009, nós nascemos como um canal de vídeos para falar de cinema e histórias em quadrinhos na internet. Em 2017, nós realizamos nosso maior sonho e nós abrimos uma editora de histórias em quadrinhos! De lá para cá, nós publicamos alguns dos maiores nomes da nona arte, nós inauguramos um selo de histórias em quadrinhos nacionais e nós fomos pentacampeões do Troféu HQ Mix como Melhor Editora do Ano!!!

E em toda essa trajetória nós contamos com amigos essenciais: VOCÊS!!

Vocês sempre fizeram parte da nossa história, e agora nós precisamos desse apoio mais do que nunca, pois nós estamos dando o maior passo da editora: a produção de um filme live-action baseado em uma das histórias em quadrinhos do nosso selo de obras originais: OGIVA!!

E mais do que isso! O filme virá acompanhado de um livro inédito da editora, como não podia deixar de ser!!

Esse projeto maravilhoso está previsto para ser lançado em novembro de 2024.

Ah, e cabe também dizer: nosso único propósito com esta campanha é financiar o filme e o livro do filme, não existe nenhum fim lucrativo em cima. Nosso “lucro” será o mesmo de vocês: a alegria de ver esse maravilhoso trabalho ganhar vida.


A capa de “Ogiva”, graphic novel da editora Pipoca & Nanquim.


Concept para teaser pôster do filme por Cadu Rosenfeld.

Sobre o filme

Quem já leu OGIVA conhece a história: a jornada de sobrevivência de Pilar em um mundo pós-apocalíptico devastado por bombas nucleares e criaturas monstruosas!


A obra, escrita por Bruno Zago, um dos sócios-fundadores da Pipoca & Nanquim, e ilustrada pelo premiado Guilherme Petreca, foi publicada em 2020 e alcançou excelentes resultados no meio dos quadrinhos, tendo sido lançada inclusive fora do Brasil.

Mais do que uma graphic novel com começo, meio e fim, OGIVA criou um vasto universo que pode servir de palco para diversas histórias. E, em 2024, esse universo será levado para as telas!

O filme será um média-metragem de aproximadamente 45 minutos, que vai se passar antes da publicação original, ou seja, um prequel!

Em uma HISTÓRIA INÉDITA que irá ampliar o Lore da história em quadrinhos, nós vamos novamente acompanhar os percalços de Pilar numa trama de horror e ação, com cenas ambientadas no passado da personagem, ao lado de sua filha Celeste ainda viva, e no presente, em uma aventura que irá terminar no momento exato em que ela encontra a Sara no início da história em quadrinhos.

Mas a adaptação do universo de OGIVA PRECISA DE VOCÊS para atingir o potencial máximo que nós almejamos.

E, claro, todos que participarem desta campanha poderão assistir ao filme assim que ele ficar pronto.


Concept de cena do filme por André Ramos.



Capa provisória do livro inédito de “Ogiva”.


Sobre o livro inédito

A grande recompensa desta campanha é o filme, mas não a única! A estreia do live-action estará acompanhada de um novo livro da Pipoca & Nanquim!

Essa publicação virá no já conhecido e aclamado capricho editorial e gráfico da editora, seguindo os mesmos padrões da história em quadrinhos OGIVA (capa dura, tamanho grande e miolo de alta gramatura), e será um misto de história em quadrinhos com artbook.

Nós estamos prevendo um volume com cerca de 100 páginas, cujo conteúdo será composto de uma história em quadrinho inédita, storyboard do filme, roteiro e muitos extras de bastidores, que vão fazer vocês mergulharem de cabeça nesta produção cinematográfica e ficarem por dentro de todos os seus mínimos detalhes. Afinal, nós estamos falando do passo mais importante de nossas vidas, que está sendo dado com muito carinho e dedicação, e isso merece ficar bem documentado.

A nova história em quadrinhos, presente na publicação, não será uma adaptação do filme (assim como o filme não é uma adaptação da obra original), mas sim um conto inédito ambientado no mesmo cenário. Ou seja, mais conteúdo pra você puder curtir esse universo pós-apocalíptico.


O teaser do cartaz do filme “Ogiva” por Cadu Rosenfeld.


Fonte: Editora Pipoca & Nanquim, São Paulo, São Paulo, Brasil.

“Ogiva” graphic novel © 2020 Bruno Zago / Guilherme Petreca – Editora Pipoca & Nanquim
“Ogiva” filme live-action © 2024 Editora Pipoca & Nanquim – Monolito Produções
“Ogiva” livro inédito © 2024 Bruno Zago et al. – Editora Pipoca & Nanquim
Estatueta 1/6 de Pilar e Sara, no estilo da capa do álbum, feita em resina e impressão 3D; arte de Eduardo Souza.

Saiba mais sobre esse projeto no Catarse acessando o link abaixo:


Afrânio Braga

O álbum “Ogiva” na Amazon Brasil. Acesse a livraria pelo link abaixo:





terça-feira, 12 de dezembro de 2023

“Blueberry Edição Definitiva” volume 2 - Editora Pipoca & Nanquim

 A ilustração da capa foi extraída daquela do volume 3 de
“Blueberry L’Intégrale” que reprisou a de “Blueberry” nº 11
“La Mine de l’Allemandu perdu” (“A Mina do Alemão Perdido”).


A ilustração da contracapa foi extraída da capa do
volume 4 de “Blueberry L’Intégrale” que reprisou aquela
 de “Blueberry” nº 13 “Chihuahua Pearl” (“Chihuahua Pearl”).


A ilustração da lombada é um extrato daquela da capa
do hebdomadário “Pilote” nº 532 de 15 de janeiro de 1970.


“Blueberry Edição Definitiva” volume 2

Roteiros: Jean-Michel Charlier

Desenhos: Jean Giraud
Histórias: “General Cabeça-Amarela”, “A Mina do Alemão Perdido”, “O Espectro das Balas de Ouro”, “Chihuahua Pearl”, “O Homem Que Valia 500 Mil Dólares”, “Balada para um Caixão”.
Cores: Quadricromia - “General Cabeça-Amarela”, Jean Giraud – “A Mina do Alemão Perdido”; Évelyne Tran-Lê - “O Espectro das Balas de Ouro”, “Chihuahua Pearl”; Quadricromia - “O Homem Que Valia 500 Mil Dólares”, “Balada para um Caixão”.
Direção editorial: Alexandre Callari, Bruno Zago e Daniel Lopes
Impressão e acabamento: Ipsis Gráfica
Idioma: Português
Gênero: Western
Formato: 22,0 X 28,0 X 6,0 cm
Tipo de acabamento: Capa dura
Papel: Offset 90
Número de páginas: 388
Número de pranchas: 299
Data de publicação: 15 de janeiro de 2024
ISBN-10: 6589912971
ISBN-13: 9786589912972
Contém um dossiê de 16 páginas redigido por Hugo Cassavetti e um dossiê de 36 páginas do qual 29 páginas de textos e ilustrações da editora Dargaud assim como 7 páginas redigidas por Dominique Bertail e intituladas “Blueberry ou l’art de la frontière” (“Blueberry ou a arte da fronteira”). A história “Balada para um Caixão” é precedida, como na edição original, de um caderno, de texto e fotografias da época, de 17 páginas.
Editora Pipoca & Nanquim
São Paulo, São Paulo, Brasil

Blueberry


Em matéria de western, Blueberry constitui a referência absoluta. Foi em 1963, que é criado esse personagem, para “Pilote”1, por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud. Eles estabelecem de saída um sólido soldado que surge como o sósia de Belmondo2. A semelhança se esfumaça ao longo dos episódios.

Blueberry é um cabeçudo: tinhoso, nem sempre respeitador do rigor militar, indisciplinado, ele não hesita, às vezes, em desertar para melhor completar as suas missões. O roteiro utiliza todos os lugares comuns do western americano, com tudo quilo que o qual necessita de reviravoltas e personagens pitorescos (Mc Clure3, Angel Face4, Red Neck, Chihuahua Pearl5, etc. - sem contar os índios que são reabilitados pelos autores, ponto de vista adotado também em “Cartland”6).

Paralelamente ao ciclo clássico da saga de “Blueberry”, Jean Giraud desenha, entre 1968 e 1970, a juventude do futuro tenente7. Essa série retoma seu curso, em 1985, sob o lápis de Colin Wilson8, muito respeitador do estilo imposto por Giraud. Os álbuns, sucessivamente, têm sido editados por Dargaud (22 títulos, o essencial da base), em seguida por Fleurus/Hachette9, 10, depois por Novédi11 e enfim por Alpen12 para a novidade desenhada por Vance13. A Dargaud inicia a reedição dos álbuns “Blueberry”14 com novas maquetes e novas cores15.

N. C.:

1 As duas primeiras pranchas de “Fort Navajo”, a primeira história do Tenente Blueberry, foram publicadas na revista semanal “Pilote” Nº 210, de 31 de outubro de 1963, da editora Dargaud Éditeur;

2 O ator francês Jean-Paul Belmondo, apelidado de Bébel;

3 Jimmy Mc Clure – também McClure – companheiro de aventura, juntamente com Red Neck, do Tenente Blueberry;

4 Angel Face, apelido de Marmaduke O’Saughtnessy, formoso jovem assassino de aluguel;
 
5 Chihuahua Pearl, apelido de Lily Calloway, bela cantora e dançarina de saloon, cuja carreira estava no auge em Chihuahua, capital do Estado de Chihuahua, México, quando conheceu Mike Blueberry de cujo foi uma de suas namoradas;

6 Jonathan Cartland, personagem western, de uma série homônima, criado pelo roteirista Laurence Harlé e pelo desenhista Michel Blanc-Dumont e lançado, em 1974, em “Lucky Luke”;

7 Histórias publicadas em “Pocket Pilote” e relançadas em álbuns – “La Jeunesse de Blueberry” (“A Juventude de Blueberry”), 1975, “Un Yankee nommé Blueberry” (“Um Ianque Chamado Blueberry”), 1978 e “Cavalier bleu”, 1979;

8 Colin Wilson desenhou seis álbuns da série “La Jeunesse de Blueberry” (“A Juventude de Blueberry”) – três com roteiros de Jean-Michel Charlier e três com roteiros de François Corteggiani, o atual roteirista da série – de 1985 a 1994;

9 A editora Fleurus publicou “La Longue Marche” (“A Longa Marcha”) em 1980;

10 A editora Hachette publicou “La Tribu fantôme” (“A Tribo Fantasma”), em 1982, e “La Dernière carte” (“A Última Cartada”) em 1983;

11 A editora Novédi publicou “Le Bout de la piste” (“O Fim da Pista”) em 1986;

12 A editora Alpen Publishers publicou “Arizona Love” (“Arizona Love”), volume 23 de “Blueberry”, em 1990, “Sur ordre de Washington” e “Mission Sherman”, respectivamente o primeiro e o segundo volume da série “Marshal Blueberry”, em 1991 e 1993;

13 William Vance desenhou, com roteiros de Jean Giraud, os dois primeiros álbuns da série “Marshal Blueberry”, que foi concluída, no terceiro álbum, “Frontière sanglante”, 2000, pelo roteirista Jean Giraud e o desenhista Michel Rouge;

14 A editora Dargaud Éditeur publicou a série “Blueberry” de “Fort Navajo” (“Forte Navajo”), 1965, a “Nez Cassé” (“Nariz Partido”), 1980; depois de 15 anos retomou a publicação, em 1995, com “Mister Blueberry” (“Mister Blueberry”), e relançou os álbuns publicados pelas demais editoras;

15 Os álbuns da série “La Jeunesse de Blueberry” (“A Juventude de Blueberry”) desenhados por Michel Blanc-Dumont, foram pintados, à exceção de “Gettysburg”, por Claudine Blanc-Dumont, a sua esposa, falecida em 10 de outubro de 2012, que também repintou alguns volumes iniciais da série “Blueberry”.


Ciclo do Cavalo de Ferro
As Segundas Guerras Indígenas
“O Cavalo de Ferro”, “O Homem do Punho de Aço”, “A Pista dos Sioux” e “General Cabeça-Amarela” (a conclusão em “Blueberry Edição Definitiva” volume 2).
Colorado, Nebraska e Wyoming. Outono de 1868.


A ilustração da capa de “General Cabeça-Amarela”.

“Général “Tête Jaune”” foi pré-publicado em “Pilote Hebdo”,
 do nº 453 de 11 de julho de 1968 ao nº 476 de 19 de dezembro de 1968.
Primeira edição em álbum em 1971 na editora Dargaud.


Ciclo Prosit Luckner
O Ouro da Sierra
Álbuns 11 e 12: “A Mina do Alemão Perdido” e “O Espectro das Balas de Ouro”.
Arizona. Janeiro de 1869.


A ilustração da capa de “A Mina do Alemão Perdido”.

“La Mine de l’Allemandu perdu” foi pré-publicado em “Pilote Hebdo”,
do nº 497 de 15 de maio de 1969 ao nº 519 de 16 de outubro de 1969.
Primeira edição em álbum em 1972 na editora Dargaud.


A ilustração da capa de “O Espectro das Balas de Ouro”.

“Le Spectre aux balles d’or” foi pré-publicado em “Pilote Hebdo”,
do nº 532 de 15 de janeiro de 1970 ao nº 557 de 9 de julho de 1970.
Primeira edição em álbum em 1972 na editora Dargaud.


Ciclo Chihuahua Pearl
O Tesouro dos Confederados
Álbuns 13 a 15: “Chihuahua Pearl”, “O Homem que Valia 500 Mil Dólares” e “Balada para um Caixão”.
México, Texas e Arizona. Verão de 1869.


A ilustração da capa de “Chihuahua Pearl”.

“Chihuahua Pearl” foi pré-publicado em “Pilote Hebdo”,
 do nº 566 de 10 de setembro de 1970 ao nº 588 de 11 de fevereiro de 1971.
Primeira edição em álbum em 1973 na editora Dargaud.


A ilustração da capa de “O Homem que Valia 500 Mil Dólares”.

“L’Homme qui valait 500 000 $” foi pré-publicado em “Pilote Hebdo”,
do nº 605 de 10 de junho de 1971 ao nº 627 de 11 de novembro de 1971.
Primeira edição em álbum em 1973 na editora Dargaud.


A ilustração da capa de “Balada para um Caixão”.

“Ballade pour un cercueil” foi pré-publicado em “Pilote Hebdo”,
do nº 647 de 30 de março de 1972 ao nº 679 de 9 de novembro de 1972.
Primeira edição em álbum em 1974 na editora Dargaud.


Extratos 

N. C.: A capa da revista semanal “Pilote” nº 453, de 11
de julho de 1968, que mostra Jimmy McClure, batedor
do exército americano, e uma tropa sob intensa nevasca.


N. C.: A capa da revista semanal “Pilote” nº 460, de 29 de
agosto de 1968, cuja apresenta o Tenente Blueberry socorrendo o
General Allister, “Général Tête Jaune” (“General Cabeça-Amarela”),
do ataque dos índios e de morrer afogado em um rio congelado.


A ilustração da capa de “General Cabeça-Amarela”.


A prancha 1 de “General Cabeça-Amarela”.






Sinopse


Uma das mais famosas e importantes sagas da história dos quadrinhos mundiais segue com sua publicação em uma coleção integral e definitiva!

“Blueberry” é a criação máxima da lendária dupla franco-belga Jean-Michel Charlier e Jean Giraud (que mais tarde se tornaria mundialmente conhecido como Moebius), e em 2023, 60 anos após a publicação da primeira história desse tenente do Velho Oeste, ela começa a sair por completo no Brasil pela editora Pipoca & Nanquim, para a satisfação dos antigos fãs, que nunca tiveram a chance de ler o clássico em sua totalidade, e dos novos leitores, que terão a oportunidade de conhecer um marco universal das histórias em quadrinhos!

Neste segundo volume da série, quando todos pensavam que os esforços de Blueberry haviam sido suficientes para impedir um massacre e assegurar a paz entre brancos e indígenas, eis que o destino o coloca sob as ordens do general McAllister, um oficial autoritário que vê o extermínio dos povos nativos dos Estados Unidos da América como algo glorioso. Também conhecido “Cabeça-Amarela”, o general sonha com fama e renome, e fará de tudo para alcançá-los, mesmo que isso signifique uma chacina de milhares de inocentes.

Vítima desse mesmo autoritarismo, Blueberry é transferido para ser xerife na cidade de Palomito, e cai nas tramoias de um vigarista chamado Luckner, cujas histórias sobre uma fabulosa mina de ouro parecem boas demais para ser verdade...

Depois, mais uma vez a carreira militar coloca o tenente em risco, quando ele recebe uma missão de extrema importância, que é recuperar o tesouro dos confederados que se encontra em algum lugar do México. Para tanto, precisa “apenas” fingir ser um criminoso, entrar no país clandestinamente e efetuar o resgate sem qualquer apoio oficial, contando única e exclusivamente com a ajuda de seus velhos parceiros, Jimmy Mc Clure e Red Neck! 

“Blueberry Edição Definitiva” volume 2, com 388 páginas coloridas impressas em papel offset, capa dura e formato grande, reúne as edições integrais francesas 4 e 5, que trazem seis álbuns: “General Cabeça-Amarela”, “A Mina do Alemão Perdido”, “O Espectro das Balas de Ouro”, “Chihuahua Pearl”, “O Homem que Valia 500 Mil Dólares” e “Balada para um Caixão”. No início de cada etapa de um integral francês, entra um vasto conteúdo extra que conta os bastidores da concepção do personagem e dos seus inesquecíveis coadjuvantes, além da contextualização da época e a maneira como seus criadores se envolveram com a obra.



Extratos


A página 31.


As páginas 34 e 35.


As páginas 38 e 39.


A página 54.


As páginas 62 e 63.


As páginas 66 e 67.


As páginas 68 e 69.


As páginas 80 e 81.


A página 87.


As páginas 108 e 109.


A página 110.


A página 114.


A página 117.


Os autores

O criador literário.

Jean-Michel Charlier (1924-1989) nasceu na Bélgica e tem em seu currículo mais de 500 roteiros devotados à televisão, rádio e histórias em quadrinhos, sendo que até os dias de hoje ele é considerado um dos mais importantes escritores de histórias em quadrinhos franco-belgas, por ter sido o criador do ofício de roteirista profissional de histórias em quadrinhos por lá e criado tantas obras-primas. Nos anos 1940, ele entrou para a equipe da revista “Spirou”, na qual desenhou a série de destaque “Bucky Danny”. Ao conhecer o famoso desenhista Jijé  - pseudônimo de Joseph Gillain, autor de “Jerry Spring” e “Spirou & Fantasio” -, ele decidiu abandonar a arte e dedicar-se somente à produção de roteiros. Ele foi um dos fundadores da famosa revista “Pilote”, ao lado de Albert Uderzo (“Asterix”) e René Goscinny (“Asterix”, “Lucky Luke”). Além de “Blueberry”, ele participou das séries “La Patrouille des Castors”, “Marc Dacier”, “Barbe-Rouge”, “Tanguy et Laverdure” e “Le Démon des Caraïbes”.

 

O criador gráfico.

Jean Giraud (1938-2012), também conhecido como Moebius, é o mais influente nome das histórias em quadrinhos francesas dos últimos 50 anos. Ele começou a trabalhar na área aos dezoito anos e ele se tornou famoso ao desenhar a série de faroeste “Blueberry”, iniciada em 1963. Mas sua reputação mundial veio na década de 1970, quando ele ajudou a fundar a paradigmática revista de fantasia e ficção científica “Métal Hurlant”, onde ele deu vazão às suas mais mirabolantes ideias com um estilo de desenho imaginativo, surreal e completamente inovador. A sua consagração definitiva chegou com o lançamento de “O Incal”, em 1980. Além de centenas de histórias em quadrinhos, ele também colaborou com diversos filmes, como “Alien: o 8º Passageiro” (1979), “Tron” (1982) e “O Quinto Elemento” (1997). Entre seus admiradores estão Federico Fellini, George Lucas, Stan Lee, Hayao Miyazaki, Jiro Taniguchi e Katsuhiro Otomo.


Fontes: Imagens da capa, contracapa, lombada e extratos da edição brasileira; textos do expediente e sobre os autores: Editora Pipoca & Nanquim. Imagens das ilustrações das capas dos álbuns e dos extratos da edição francesa; textos sobre Blueberry e dos ciclos desse volume; e as fotografias dos autores: Dargaud Éditeur, Paris, France.

A série Blueberry foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud.
“Blueberry L’Intégrale” © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud – Dargaud Éditeur
“Blueberry Edição Definitiva” volume 2 © 2023 Jean-Michel Charlier / Jean Giraud – Editora Pipoca e Nanquim

Afrânio Braga

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