domingo, 15 de novembro de 2020

Blueberry por Bruno Brindisi

 


BLUEBERRY POR
BRUNO BRINDISI



Autorretrato de Bruno Brindisi.


Bruno Brindisi

Nasce il 3 giugno 1964 a Salerno, dove tuttora vive e lavora.

L’esordio è su “Trumoon” n°1 (1983), rivista edita in proprio da un gruppo di amici con la comune passione per i fumetti, la cosiddetta “Scuola Salernitana”.

Tecnicamente è autodidatta, non avendo seguito nessun corso a indirizzo artistico. Prima pubblicazione “pagata”, due storie brevi per le Edizioni Cioè nel novembre 1986. E’ del 1988 la gavetta sui pocket “hard” della E.P.P., tramite lo studio On Mollo M di Francesco Coniglio, che poi diventerà edizioni ACME dando alla luce una serie di testate tra cui “Splatter”, “Torpedo” e “Mostri”.

Nel 1989 i primi contatti con Sergio Bonelli Editore, con varie prove per “Nick Raider” e “Nathan Never”. Ma è su “Dylan Dog” che esordirà nel novembre 1990 con la storia di Tiziano Sclavi “Il male” (n°51).

I primi anni ’90 lo vedono iperattivo: esce sul“l’Eternauta” della Comic Art una miniserie in tre episodi (“Bit Degeneration”) e realizza i primi episodi delle serie “Billiteri”  e “Orazio Brown”, entrambe di Peppe De Nardo, per “l’Intrepido” della Universo.

La sua superproduzione “costringe” Bonelli ad affidargli anche il poliziesco “Nick Raider”, che porterà avanti in parallelo con “Dylan Dog” per qualche anno.

La miniserie  “Bit Degeneration” esce in America sulle pagine della rivista “Heavy Metal” (maggio ’95 - novembre ’95 - maggio ’96).   Nel 1997 realizza le sigle dello sceneggiato RAI in sei puntate “Il conto Montecristo”(sic) di Ugo Gregoretti.

Nel 2002 esce per la prestigiosa collana di “Tex Gigante” (il cosiddetto “Texone”) la storia “I predatori del deserto”.

Sempre nel 2002 i vecchi amici e concittadini “Neri Per Caso” lo vogliono per la copertina e le illustrazioni interne del loro disco.

Nel novembre dello stesso anno esce negli USA la ristampa di un suo “Dylan Dog” (“Zed”) per la Dark Horse. Nel gennaio 2004 fa il suo esordio sulla serie regolare di “Tex”.

E’ autore del numero uno della  miniserie di fantascienza “Brad Barron” (maggio 2005), su testi di Tito Faraci, sempre per Bonelli.

Nello stesso periodo ha lavorato al personaggio “Novikov”, protagonista di due  libri a fumetti di ambientazione storica per uno dei più importanti editori francesi, Les Humanoïdes Associés.

Dal 2007 al 2009 ha pubblicato saltuariamente illustrazioni e vignette per la Gazzetta dello Sport. Nell’agosto 2011 ha inaugurato la nuova collana di “Tex a colori” con la storia “E venne il giorno”.

Ha realizzato il numero del cinquantennale di “Diabolik” del novembre 2012 e il mese successivo, con il vecchio amico De Nardo, il terzo episodio della collana bonelliana “Le Storie”.

Per “Dylan Dog” ha realizzato anche alcuni albi speciali a colori, come il decennale, il numero 200, il doppio numero del ventennale e il numero 250, nonché le copertine della ristampa di “Dylan Dog” a colori per Repubblica e L’Espresso, quelle del “Dylan Dog Magazine” e anche le cover dell’edizione croata della Libellus. Ha avuto l’onore di un artbook dedicato dalla SBE, subito dopo Giovanni Ticci.

Attualmente è al lavoro sulla nuova serie “Tex Willer”, che racconta le avventure del famoso ranger da giovane.

1993: Premio Albertarelli (ANAFI)
1995: Miglior disegnatore (ANAFI)
1997: Miglior disegnatore realistico (Fumo Di China)
2003: Miglior disegnatore (Cartoomics-if)
2003: Migliore storia realistica: Dylan Dog- “Il Numero Duecento” (Fumo Di China)
2004: Miglior disegnatore (ANAFI)
2006: Targa Grandi Autori (XXIII Mostra di Falconara)
2011: Premio U Giancu
2012: Grouchino D’Oro (Dylandogofili)
2015: Romics D’Oro
2019: Grouchino D’Oro


Bruno Brindisi

Ele nasce em 3 de junho de 1964 em Salerno, Itália, onde até agora ele vive e trabalha.

A estreia é em “Trumoon” nº 1, 1983, revista editada em particular por um grupo de amigos com a paixão comum pelas histórias em quadrinhos, a assim chamada “Scuola Salernitana”.

Tecnicamente ele é autodidata, não tendo seguido nenhum curso com direção artística. Primeira publicação “paga”: duas histórias breves para a editora Edizioni Cioè em novembro de 1986. É de 1988 a meada sobre os pocket “hard” da E. P. P., via estúdio On Mollo M de Francesco Coniglio, que depois se tornará edições ACME dando à luz uma série de títulos entre os cujos “Splatter”, “Torpedo” e “Mostri”.

Em 1989, os primeiros contatos com a editora Sergio Bonelli Editore, com várias provas para “Nick Raider”. Mas é em “Dylan Dog” que ele estreará, em novembro de 1990, com a história, de Tiziano Sclavi, “Il male”, nº 51.

Os primeiros anos 1990 veem ele hiperativo: sai em “l’Eternauta”, da editora Comic Art, uma minissérie em três episódios, “Bit Degeneration”, e ele realiza os primeiros episódios da série “Billiteri” e “Orazio Brown”, ambos de Peppe De Nardo, para “l’Intrepido” da editora Universo.

A sua superprodução “constringe” a editora Bonelli a confiar-lhe também o policiesco “Nick Raider”, que ele levará adiante em paralelo com “Dylan Dog” por qualquer ano.

A minissérie “Bit Degeneration” sai nos Estados Unidos da América nas páginas da revista “Heavy Metal” – maio de 1995, novembro de 1995 e maio de 1996. Em 1997, ele realiza as músicas-tema da adaptação da Radiotelevisione Italiana - RAI, em seis capítulos, de “Il conto Montecristo” (sic) de Ugo Gregoretti.

Em 2002, sai pela prestigiosa coleção “Tex Albo Gigante” – o assim chamado “Texone” – a história “I predatori del deserto”.

Sempre em 2002, os velhos amigos e concidadãos “Neri Per Caso” querem Brindisi para a capa e as ilustrações internas do disco deles.

Em novembro do mesmo ano, sai nos Estados Unidos da América a reedição de um seu “Dylan Dog” – “Zed” – pela editora Dark Horse. Em janeiro de 2004, ele faz a sua estreia na série regular “Tex”.

Ele é o autor do número 1 da minissérie de ficção científica “Brad Barron” – maio de 2005 -, textos de Tito Faraci, sempre para a editora Sergio Bonelli Editore.

No mesmo período, ele trabalhou no personagem Novikov, protagonista de dois livros em quadrinhos de ambientação histórica para uma das mais importantes editoras francesas, Les Humanoïdes Associés.

De 2007 a 2009, ele publicou ocasionalmente ilustrações e vinhetas para o jornal “La Gazzetta dello Sport”. Em agosto de 2011, ele inaugurou a nova coleção “Tex a colori” com história “E venne il giorno”.

Ele realizou o número do cinquentenário de “Diabolik”, de novembro de 2012, e no mês sucessivo, com o velho amigo De Nardo, o terceiro episódio da coleção bonelliana “Le Storie”.

Para “Dylan Dog” ele realizou também alguns álbuns especiais em cores, como o decenal, o número 200, o número duplo do vintenal e o número 250, assim como as capas da reedição de “Dylan Dog” em cores para os jornais “La Repubblica” e “L’Espresso”, aquelas de “Dylan Dog Magazine” e também as capas da edição croata da editora Libellus. Ele teve a honra de um artbook dedicado pela editora Sergio Bonelli Editore, logo após Giovanni Ticci.

Atualmente, ele está trabalhando na nova série “Tex Willer”, que conta as aventuras do famoso ranger quando jovem.

Prêmios

1993: Prêmio Albertarelli, Associazione Nazionale Amici del Fumetto e dell'illustrazione  - ANAFI
1995: Melhor desenhista, Associazione Nazionale Amici del Fumetto e dell'illustrazione  - ANAFI
1997: Melhor desenhista realístico, Fumo Di China
2003: Melhor desenhista, Cartoomics-if
2003: Melhor história realística, Dylan Dog “Il Numero Duecento”, Fumo Di China
2004: Melhor desenhista, Associazione Nazionale Amici del Fumetto e dell'illustrazione  - ANAFI
2006: Targa Grandi Autori, XXIII Mostra di Falconara
2011: Prêmio U Giancu
2012: Grouchino D’Oro - Dylandogofili
2015: Romics D’Oro
2019: Grouchino D’Oro

  

A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud
Blueberry © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud – Dargaud Éditeur


Blueberry, il fratello francese di Tex.
Blueberry, o irmão francês de Tex.
Sergio Bonelli
Editor e roteirista


Io ringrazio a Bruno Brindisi per il disegno di Blueberry, il tenente più amato del West, per il blog Blueberry.

Eu agradeço a Bruno Brindisi pelo desenho de Blueberry, o tenente mais amado do Oeste, para o blogue Blueberry.

Afrânio Braga

domingo, 1 de novembro de 2020

“Blueberry L’Intégrale” volume 9

 

Capa.


Página 1. 


Página 2. 


Página 3.


Página 4. 

Página 5.


Página 6. 


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Página 8. 


Página 9. 


Página 10.


Verso da contracapa.


Ficha técnica

“Blueberry L'Intégrale” tome 9
"OK Corral”, “Dust” e “Apaches” (1)
Roteiros: Jean-Michel Charlier
Desenhos e capa: Jean Giraud (2)
Cores: Scarlett Smulkowski, Claire Champeval
Lançamento: 8 de novembro de 2019 (3)
Número de páginas: 216 páginas
Pranchas: 176
Gênero: Western
Preço: 29,99 €
Formato: 24,0x31,8 cm
Público: Adolescente – adulto; a partir de 16 anos
Editora: Dargaud Éditeur
Outras informações: Edição original. Integral

Fonte: Dargaud Éditeur e Bedetheque.

N. C.:

1) "Apaches" é uma reescrita, feita a partir das páginas publicadas nos álbuns "Mister Blueberry", "Sombras sobre Tombstone", "Gerônimo, o Apache", "OK Corral", e "Dust", do primeiro encontro de Blueberry com Gerônimo. A reescrita inclui numerosas páginas, imagens e textos completamente inéditos. Fonte: Dargaud Éditeur.





2) A ilustração da capa é aquela da capa de “Blueberry” nº 28 “Dust” em fundo vermelho extraído de um projeto de capa e de um cartaz de divulgação do álbum publicado pela editora Dargaud em 2005.

3) Informação da edição: Anotado “PRÈMIERE ÉDITION” (“Primeira Edição”). Fonte: Bedetheque.


Resumo “Blueberry – Intégrales” tome 9

Esse integral reúne “OK Corral” e “Dust”, os dois últimos volumes do ciclo Mister Blueberry. Jean Giraud termina sua história em apoteose, confrontando o ex-tenente a duas figuras míticas do western: Wyatt Earp e Gerônimo, o Apache. Um final vertiginoso onde o mestre oferece algumas de suas mais belas pranchas da série. Mas esse integral não seria completo sem o álbum “Apaches”, remontagem genial e aumentada, dos flash-backs desse ciclo contando o primeiro encontro de Gerônimo e Blueberry! No prefácio, Jean-Michel Lemaire e Éric Libiot assinam dois dossiês que completam o integral do maior western da história em quadrinhos.


 
Texto da página 2:
 
Caro leitor,
 
Esse nono e último volume de “l’Intégral Blueberry”, retoma as páginas
da série que foram publicadas diretamente em álbum, pré-publicadas
em L’Express, Pilote e La Vie de junho de 2003 a março de 2005.
As cores são aquelas dos álbuns feitas por Claire Champeval
e Scarlett Smulkowski, supervisionadas por Jean Giraud.
 
Nós vos desejamos uma maravilhosa leitura de uma
das obras mais míticas da história em quadrinhos.
 
O editor tem muito particularmente a agradecer a
Isabelle Giraud e Philippe Charlier
 por sua colaboração e seu apoio.
 
_______________________________
 
 
OK CORRAL foi pré-publicado em L’Express,
de 26 de junho a 28 de agosto de 2003.
Primeira edição em álbum em 2003 na Dargaud.
 
DUST foi parcialmente pré-publicado em Pilote em dezembro de 2004,
assim como em La Vie, de janeiro a março de 2005.
Primeira edição em álbum em 2005 na Dargaud
 
APACHES foi publicado diretamente em álbum em 2007 na Dargaud.
 
A série Blueberry foi criada
por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud.





N. C.: As histórias “OK Corral” (“OK Corral”), “Dust” (“Dust”) e “Apaches” (“Apaches”) compõem o volume 9 de “Blueberry L’Intégrale”. As imagens acima mostram as capas da 1ª edição de cada um dos três álbuns – “Apaches” foi publicado em formato maior que os demais e é um Hors Collection.


Fontes das imagens: Bedetheque: o verso da contracapa do integral e as capas da 1ª edição dos três álbuns que compõem o volume 9 de “Blueberry L’Intégrale”. Dargaud Éditeur: as demais.


Blueberry L'Intégrale tome 9 © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud - Dargaud Éditeur 2019

Afrânio Braga


sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Blueberry por Maurizio Dotti

BLUEBERRY POR

MAURIZIO DOTTI


Maurizio Dotti

Maurizio Dotti è di Meda, provincia di Milano. Nato nel 1958, vive e lavora nella cittadina brianzola in una mansarda-studio accogliente e ben illuminata.

Dotti, che attualmente collabora con la Sergio Bonelli Editore,  può vantare un curriculum artistico che spazia in diversi campi. Si diploma all’Istituto Statale d’Arte Applicata di Monza nel ’78.

Giovanissimo, lavora presso lo studio di Giancarlo Tenenti, collaborando alla realizzazione di vari episodi per la casa Editrice Universo e nel contempo, dal 1979 inizia a frequentare l’ambiente del teatro entrando a far parte della compagnia marionettistica milanese “Carlo Colla e figli”, nell’ambito della quale svolge i ruoli di attore, scenografo e marionettista. Partecipa, in qualità di scenografo, anche a produzioni di teatro lirico e di prosa. Grazie all’attività teatrale, protrattasi per tutti gli anni ’80, Maurizio viaggia molto in tutto il mondo e in Italia lavora in teatri come “La Fenice” di Venezia,  il “Petruzzelli” di Bari, “ Il Piccolo Teatro” di Milano e in molti altri.

Dopo una breve parentesi universitaria, dal 1993 al 1997 è attivo nelle agenzie di pubblicità realizzando illustrazioni, layouts e storyboards. Intanto conosce l’illustratore e fumettista Alarico Gattia che lo presenta  a Tommaso Mastrandrea, l’allora direttore de “Il Giornalino”, per il quale disegna una riduzione a fumetti de ”I magnifici sette”.  Da qui inizia un rapporto di lavoro con la testata per ragazzi, nell’ambito della quale disegna storie di “Lassie”, “A-Team”, “Aquila blu” e “Cheyenne”.

Nel 1995 insieme a Gattia, realizza le matite  dell’“Almanacco di Tex”: “Glorieta pass”, su sceneggiatura di Mauro Boselli, con il quale continua a collaborare all’interno della Bonelli dal 1996 stringendo una salda amicizia. Disegna da prima alcuni episodi di “Zagor”: l’Almanacco “L’angelo della morte” e i due episodi: “Gli sterminatori” e “Una pallottola per Kelso”; per passare poi, dal 2000 al 2011, a “Dampyr”. Dall’ottobre 2011 realizza le storie di “Tex”.

Ha collaborato altresì con l’Agenzia MIA (Milan Illustration Agency) come illustratore, lavorando inoltre, per la Francia e la Nuova Zelanda.   





Maurizio Dotti

Maurizio Dotti é de Meda, província de Milano. Nascido em 1958, ele vive e trabalha na cidadezinha brianzola em um sótão-estúdio acolhedor e bem iluminado. 

Dotti, que atualmente colabora com a editora Sergio Bonelli Editore, pode ostentar um currículo artístico que se estende em diversos campos. Diploma-se no Istituto Statale d’Arte Applicata di Monza em 1978.

Juveníssimo, ele trabalha junto ao estúdio de Giancarlo Tenenti, colaborando na realização de vários episódios para a editora Universo e, nesse ínterim, a partir de 1979, ele inicia a frequentar o ambiente do teatro entrando a fazer parte da companhia marionetística milanesa “Carlo Colla e figli”, no âmbito da qual ele desenvolve os papéis de ator, cenógrafo e marionetista.  Ele participa, na qualidade de cenógrafo, também em produções de teatro lírico e de prosa. Graças à atividade teatral, durada por todo os anos 1980, Maurizio viaja muito em todo o mundo e na Itália ele trabalha em teatros como “La Fenice” de Veneza, o “Petruzzelli” de Bari, “Il Piccolo Teatro” de Milano e em muitos outros.

Depois de um breve parênteses universitário, de 1993 a 1997, ele é ativo nas agências de publicidade realizando ilustrações, layouts e storyboards. Nesse meio-tempo, ele conhece o ilustrador e quadrinista Alarico Gattia que o apresenta a Tommaso Mastrandrea, o então diretor de “Il Giornalino”, para o qual ele desenha uma adaptação em história em quadrinhos de “I magnifici sette”. Daqui ele inicia uma relação de trabalho com o título para rapazes, no âmbito do qual ele desenha histórias de “Lassie”, “A-Team”, “Aquila blu” e “Cheyenne”.

Em 1995, junto a Alarico Gattia, ele realiza os desenhos a lápis de “Almanacco di Tex”: “Glorieta pass”, sobre roteiro de Mauro Boselli, com o qual ele continua a colaborar, no interno da editora Bonelli, desde 1996 estreitando uma sólida amizade. De primeira, ele desenha alguns episódios de “Zagor”: o “Almanacco” “L’angelo della morte” e os dois episódios “Gli sterminatori” e “Uma pallottola per Kelso”; para passar depois, de 2000 a 2011, a “Dampyr”. Desde outubro de 2011, ele realiza as histórias de “Tex”.

Ele tem colaborado ainda com a agência MIA – Milan Illustration Agency – como ilustrador, trabalhando, além disso, para a França e a Nova Zelândia.


A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud. Blueberry © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud – Dargaud Éditeur

Blueberry, il fratello francese di Tex. Blueberry, o irmão francês de Tex. Sergio Bonelli, editor e roteirista

Io ringrazio a Maurizio Dotti per il disegno di Blueberry, il legendario tenente del West, per il blog Blueberry. Eu agradeço a Maurizio Dotti pelo desenho de Blueberry, o lendário tenente do Oeste, para o blogue Blueberry.

Afrânio Braga         

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Catálogo da exposição Moebius no Max Ernst Museum


Katalog "Mœbius"


Der Katalog zur Ausstellung "Mœbius" (2019) mit 272 Seiten, ca. 260 Abbildungen und Beiträgen von Patrick Blümel, Isabelle Giraud, Jean Giraud, Achim Sommer, Friederike Voßkamp und Jürgen Wilhelm ist als zweisprachige Museumsausgabe (Deutsch / Englisch) im Museumsshop zum Preis von 49,90 € erhältlich.


Tel.: +49 (0) 22 32 / 57 93 -117

E-Mail: shop.mem@rheinlandkultur.de


Versandkosten

(max. 5 kg = max. 2 Kataloge):
Deutschland: 9 €
EU: 20 €
USA + Kanada: 40 €
Schweiz, Norwegen, GB (nach Brexit): 32 €



Catalogue "Mœbius"


The exhibition is accompanied by a catalogue assembling 272 pages and about 260 illustrations and essays by Patrick Blümel, Isabelle Giraud, Jean Giraud, Achim Sommer, Friederike Voßkamp and Jürgen Wilhelm. The publication „MOEBIUS, Max Ernst Museum Brühl des LVR, 15.9.2019–16.2.2020“ is available at the price of 49,90 € in the shop of the museum.


Ticket office / museum shop

E-Mail: shop.mem@rheinlandkultur.de

Tel.: +49 (0) 22 32 / 57 93 -117


Shipping costs

(max. 5 kg = max. 2 catalogues):

Germany: 9 €

EU: 20 €

USA + Canada: 40 €

Switzerland, Norway, GB (after Brexit): 32 €



Le catalogue "Mœbius"


L'exposition est accompagnée d'un catalogue de 272 pages et d'environ 260 illustrations et essais de Patrick Blümel, Isabelle Giraud, Jean Giraud, Achim Sommer, Friederike Voßkamp et Jürgen Wilhelm. La publication "MOEBIUS, Max Ernst Museum Brühl des LVR, 15.9.2019-16.2.2020" est disponible au prix de 49,90 € dans la boutique du musée.


Billetterie / Boutique du musée

Tél.: +49 (0) 22 32 / 57 93 -117

E-Mail: shop.mem@rheinlandkultur.de


Frais d'expédition

(max. 5 kg = max. 2 catalogues):

Allemagne: 9 €

EU: 20 €

États-unis + Canada: 40 €

Suisse, Norvège, GB (après Brexit): 32 €



O catálogo "Mœbius"


A exposição é acompanhada de um catálogo de 272 páginas e cerca de 260 ilustrações e ensaios de Patrick Blümel, Isabelle Giraud, Jean Giraud, Achim Sommer, Friederike Voßkamp e Jürgen Wilhelm. A publicação "MOEBIUS, Max Ernst Museum Brühl des LVR, 15.9.2019-16.2.2020" é disponível ao preço de 49,90 € na loja do museu.


Bilheteria / Loja do museu

Tél.: +49 (0) 22 32 / 57 93 -117

E-Mail: shop.mem@rheinlandkultur.de


Custo de expedição

Máximo 5 kg = máximo 2 catálogos:

Alemanha: 9 €

União Europeia: 20 €

Estados Unidos da América e Canadá: 40 €

Suíça, Noruega, Grã-Bretanha (após Brexit): 32 €


Fonte: Marx Ernst Museum Brühl des LVR, Alemanha.














Le catalogue de l'exposition Mœbius organisée au musée Max Ernst - LDR en Allemagne.

Cette magnifique édition, réalisée en collaboration avec l'équipe du musée, est enrichie de divers textes (anglais et allemand) faisant le lien entre les similarités créatives de Mœbius et Max Ernst. Elle donne à voir sur plus de 200 pages les dessins, peintures et croquis exposés là-bas jusqu’au 16 février 2020.

Le petit plus : pendant toute la durée de l'exposition, vous avez la possibilité de mettre en mouvement huit de ces œuvres grâce à l'application de réalité augmentée ARTIVIVE !

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This beautiful book, made in collaboration with the museum’s team, contains several texts (both in english and german) linking the creative similarities between Mœbius and Max Ernst. You can now admire on more than 200 pages the drawings, pictures and sketches on display at the museum until the 16th of february.

Bonus : you can dowload the ARTIVIVE app and set into motion 8 of the artworks! This will be available during the remainder of the exhibition.

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O catálogo da exposição Mœbius organizada no museu Max Ernst – LDR na Alemanha.

Essa magnífica edição, realizada em colaboração com a equipe do museu, é enriquecida de diversos textos, em inglês e em alemão, fazendo a ligação entre as similaridades criativas de Mœbius e Max Ernst. Ela mostra, em mais de 200 páginas, os desenhos, pinturas e croquis expostos ali até 16 de fevereiro de 2020.

Bônus: durante toda a duração da exposição, você terá a possibilidade de colocar em movimento oito dessas obras graças à aplicação de realidade aumentada ARTIVIVE!


Boutique Mœbius Production

27 Rue Falguière, 75015 Paris, France

TEL : + 33 (0)1 43 35 19 33


Fonte: Mœbius Production.


Catalogue "Mœbius" © Marx Ernst Museum Brühl des LVR - Mœbius Production 2019



Cartaz da exposição Mœbius no Max Ernst Museum Brühl des LVR


Afrânio Braga

terça-feira, 15 de setembro de 2020

Blueberry e Tex por Giovanni Bruzzo



BLUEBERRY E TEX POR
GIOVANNI BRUZZO



Giovanni Bruzzo

Un saluto a tutti gli amici lettori brasiliani.

Tra i tanti interessi che ho la fortuna di avere, un posto di rilievo è sempre stato occupato dai fumetti. Tra i miei preferiti, sicuramente Blueberry, così, quando mi è stato chiesto di realizzare un disegno raffigurante il personaggio creato da Jean-Michel Charlier e Jean Giraud in compagnia di Tex Willer, ho aderito con entusiasmo.

Sono nato nel 1961 a Genova. Città di mare e di sogni. Di avventure e bellezze conservate gelosamente nascoste. Tutti elementi che hanno generato in me la voglia e la necessità di raccontare storie. Farlo coi disegni. Trasmettere ad altri i miei sogni. Tutto è iniziato così. Nell’infanzia. Probabilmente, se vivessimo ancora in un mondo senza una divisione così marcata tra i vari ruoli, ed in questo caso, tra chi scrive e chi disegna, oggi racconterei le mie storie con la stessa gioia ed entusiasmo fanciullesco di allora.

Pubblicai la mia prima storia a 17 anni sul mensile “La Bancarella”. Nello stesso anno, dovetti piegarmi al mercato per questioni economiche ed iniziai a lavorare a Torino, per lo studio “Immagini e Parole” disegnando album a figurine di Mazinga e Goldrake. In seguito, per circa due anni collaborai con lo “Staff di If” di Gianni Bono, realizzando fumetti porno. Nonostante tanti miei colleghi si vergognino quasi, per essere transitati in gioventù, attraverso questo tipo di fumetti, io ne sono assolutamente orgoglioso. Fu una palestra straordinaria per imparare il ritmo del lavoro, migliorare le anatomie, i chiaro/scuri ecc.

Successivamente, per una decina di anni, ho affiancato alla realizzazione di fumetti, il lavoro di illustratore, prevalentemente pubblicitario, con tecniche ad aerografo iperrealista.

Nel contempo, ho collaborato con le riviste “1984”, Frigidaire”, “Tempi Supplementari”, “Frizzer”, “Mad”, “Creepy”, “Intrepido” e con Renzo Barbieri Editore.

Poi, ancora 5 storie brevi per il mensile “Demon Story”, Fenix Editore, mai pubblicate a causa della chiusura del giornale.

Ed infine, credo nel 1995, sono approdato in casa Bonelli. Ho realizzato vari albi di Mister No, pilota nord americano rifugiatosi a Manaus nel dopoguerra in cerca di oblio. Ci troviamo nei favolosi anni ’50, una Manaus sicuramente diversa da quella reale dei giorni nostri. Credo sia stato il periodo in cui mi sono divertito maggiormente nel disegnare. Ambienti e personaggi. E sicuramente un notevole feeling con il personaggio principale.

Esistono molte aziende che, quando ti assumono come impiegato o operaio, ti accolgono con pacche sulle spalle e “Benvenuto nella famiglia” … Però accade oltremodo, che nella maggioranza dei casi, dopo poco ti accorgi che in quella “famiglia” accadono cose orribili e maledici il giorno in cui ti hanno dato il benvenuto. Quando fui accolto in “casa Bonelli” mi sentii piano piano di entrare a far parte realmente di una specie di grande famiglia. Da allora infatti non me ne sono più distaccato. Mi sento ancora di far parte di una grande famiglia.

Dopo Mister No, ho realizzato un albo di Dampyr. L’ammazza vampiri creato da Mauro Boselli e Maurizio Colombo. Personaggio particolarmente interessante in quanto inserisce in tutti i focolai o veri e propri incendi di guerra che oggigiorno flagellano il nostro pianeta, la figura di qualche vampiro che naturalmente ha il proprio vantaggio nell’esistenza di sanguinose dispute tra gli umani - meravigliosa metafora della realtà.

Andando oltre, tornando però in ambienti anni ’50, ho realizzato i disegni per 3 albi di Brad Barron. Fumetto di fantascienza creato da Tito Faraci, che ipotizza un’invasione aliena datata nella metà del secolo scorso. Le atmosfere sono quelle dei film di fantascienza di quegli anni.

Successivamente, sempre su testi di Faraci, ho disegnato 4 albi di Tex. Due storie molto diverse tra loro. Nella prima vediamo entrare in scena uno scrittore inglese che affiancando i nostri eroi, si scopre essere anche abile tiratore con la Colt, ottimo pugile e disegnatore provetto. Naturalmente lo scrittore in questione vuole scrivere e raccontare al pubblico britannico, le gesta di valorosi uomini nel selvaggio West.

Nella storia successiva, troviamo all’opera una pericolosa banda di rapinatori, con un personaggio, Slade, che pur essendo il “cattivo”, è talmente bastardo da risultare simpatico. Tex e Carson sono sulle sue tracce ai confini del Nuovo Messico.

Poi, per “Tex Magazine”, ho disegnato una storia breve di Luigi Mignacco ed un’altra, ancora inedita, scritta da un ottimo esordiente, Filippo Iriti, che spero di rivedere all’opera su altre sceneggiature.

Attualmente mi trovo impegnato su una lunghissima storia scritta da Mauro Boselli, che vede i nostri, immersi in ambienti mai calpestati precedentemente. Durante la lavorazione, ho avuto l’onore di realizzare il finale del “Maxi Tex” disegnato dal grande fumettista argentino Miguel Angel Repetto, che purtroppo ha lasciato il nostro mondo. Ho avuto modo di vedere ed ammirare le sue tavole che nonostante l’età molto avanzata, 99 anni, continuavano ad essere di altissimo livello grafico.

Questo, per il momento, è quasi tutto…

Até logo, Brasil!!



Giovanni Bruzzo

Uma saudação a todos os amigos leitores brasileiros.

Entre os tantos interesses que eu tenho a sorte de haver, um lugar de relevo  sempre foi ocupado pelas histórias em quadrinhos. Entre as minhas preferidas, seguramente Blueberry, assim, quando me foi pedido para realizar um desenho representando o personagem, criado por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud, em companhia de Tex Willer, eu aderi com entusiasmo.

Eu nasci em 1961 em Gênova, Itália. Cidade de mar e de sonhos, de aventuras e de belezas conservadas ciumentamente escondidas. Todos elementos que geraram em mim a vontade e a necessidade de contar histórias; fazê-lo com os desenhos, transmitir a outros os meus sonhos. Tudo iniciou assim, na infância. Provavelmente, se nós vivêssemos ainda em um mundo sem uma divisão assim marcada entre os vários papéis e, nesse caso, entre quem escreve e quem desenha, hoje eu contaria as minhas histórias com a mesma alegria e entusiasmo infantil de então.

Eu publiquei a minha primeira história aos 17 anos na revista mensal “La Bancarella”. No mesmo ano, eu fui obrigado a dobrar-me ao mercado por questões econômicas e eu iniciei a trabalhar em Turim para o estúdio “Immagini e Parole” desenhando álbum de figurinhas de Mazinga e Goldrake. Em seguida, por cerca dois anos, eu colaborei com o “Staff di If” de Gianni Bono realizando história em quadrinhos pornográfica. Não obstante, tantos de meus colegas quase se envergonham por terem transitado na juventude através desse tipo de história em quadrinhos, eu sou absolutamente orgulhoso. Foi uma academia extraordinária para aprender o ritmo do trabalho,  melhorar as anatomias, os claros e os escuros, etc.

Sucessivamente, por uma dezena de anos, eu flanqueei à realização de histórias em quadrinhos o trabalho de ilustrador, predominantemente publicitário, com a técnica em aerógrafo hiperrealista.

Ao mesmo tempo, eu colaborei com as revistas “1984”, ”Frigidaire”, ”Tempi Supplementari”, “Frizzer”, “Mad”, “Creepy”, “Intrepido”, e com a editora Renzo Barbieri Editore.

Depois, eu ainda produzi cinco histórias breves para a revista mensal “Demon Story”, da editora Fenix Editore, nunca publicadas por causa do fechamento da revista.

E, enfim, eu creio que em 1995, eu atraquei à casa Bonelli. Eu realizei vários álbuns de Mister No, piloto norte-americano que se refugiou em Manaus, no pós-guerra, à procura de esquecimento. Nos encontramos nos fabulosos anos 1950, uma Manaus seguramente diversa daquela real dos nossos dias. Eu creio que foi o período no qual eu mais me diverti ao desenhar. Ambientes e personagens. E, seguramente, um notável feeling com o personagem principal.

Existem muitas empresas que, quando te empregam como empregado ou prestador de serviço, te acolhem com tapinhas nas costas e “Benvindo à família...”. Porém acontece, em demasia, que na maioria dos casos, pouco depos de acolher-te naquela “família”, acontecem coisas horríveis e tu maldirás o dia em cujo te deram as boas vindas. Quando eu fui acolhido na casa Bonelli eu me senti lentamente de entrar a fazer parte realmente de uma especial grande família. De fato, desde então eu não sou mais separado. Eu me sinto ainda a fazer parte de uma grande família.

Depois de Mister No, eu realizei um álbum de Dampyr, o mata vampiros criado por Mauro Boselli e Maurizio Colombo. Personagem particularmente interessante à medida que se insere em todos os focos ou verdadeiros e próprios incêndios de guerra que hoje em dia flagelam o nosso planeta, a figura de algum vampiro que naturalmente tem a própria vantagem na existência de sanguinosas disputas entre os humanos – maravilhosa metafóra da realidade.

Andando além, tornando porém em ambientes anos 1950, eu realizei os desenhos para três álbuns de Brad Barron, história em quadrinhos de ficção científica criada por Tito Faraci, que hipotetiza uma invasão alienígena datada na metade do século passado. As atmosferas são aquelas dos filmes de ficção científica daqueles anos.

Sucessivamente, sempre sobre textos de Tito Faraci, eu desenhei quatro álbuns de “Tex” - duas histórias muito diversas entre si. Na primeira, nós vemos entrar em cena um escritor inglês que, flanqueando os nossos heróis, se descobre ser também hábil atirador com o Colt, ótimo pugilista e desenhista proficiente. Naturalmente o escritor em questão quer escrever e contar ao público britânico as proezas de valorosos homens no Oeste selvagem.

Na história sucessiva, nós encontramos em obra um perigoso bando de ladrões, com um personagem – Slade – que apesar de ser o “mau”, é tão canalha que torna-se simpático. Tex e Carson estão sobre as suas pistas aos confins do Novo México.

Depois, para “Tex Magazine”, eu desenhei uma história breve de Luigi Mignacco e outra, ainda inédita, escrita por um ótimo estreante – Filippo Iriti – que eu espero rever a obra sobre outros roteiros.

Atualmente, eu me encontro empenhado sobre uma longuíssima história escrita por Mauro Boselli, que vê os nossos heróis imersos em ambientes nunca pisados precedentemente. Durante o trabalho, eu tive a honra de realizar o final do “Maxi Tex” desenhado pelo grande quadrinista argentino Miguel Angel Repetto, que, infelizmente, deixou o nosso mundo. Eu tive meio de ver e admirar as suas pranchas que, não obstante a idade muito avançada de  99 anos, continuavam a ser de altíssimo nível gráfico.

Isso, para o momento, é quase tudo...

Até logo, Brasil! 


A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud
Blueberry © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud – Dargaud Éditeur

O personagem Tex foi criado por Giovanni Luigi Bonelli e realizado graficamente por Aurelio Galleppini
Tex © Sergio Bonelli Editore

Blueberry, il fratello francese di Tex.
Blueberry, o irmão francês de Tex.

Sergio Bonelli
Editor e roteirista

Io ringrazio a Giovanni Bruzzo per il disegno di Blueberry e Tex, eroi del fumetto western, per il blog Blueberry.
Eu agradeço a Giovanni Bruzzo pelo desenho de Blueberry e Tex, heróis da história em quadrinhos western, para o blogue Blueberry.

Afrânio Braga