sexta-feira, 16 de julho de 2021

A inspiração de Laura Zuccheri para Blueberry

“The searchers” – “Rastros de Ódio” (Brasil),

“A Desaparecida” (Portugal) – Jeffrey Hunter e John Wayne



Blueberry por Laura Zuccheri



A INSPIRAÇÃO DE LAURA ZUCCHERI

PARA BLUEBERRY


Laura Zuccheri se inspirou em uma cena do filme “The searchers” (“Sentieri selvaggi”, título na Itália; “Rastros de Ódio”, no Brasil; “A Desaparecida”, em Portugal; “La Prisonnière du désert”, na França) ao realizar a ilustração de Blueberry e um cavaleiro para a rubrica Blueberry por... do blogue Blueberry.

No filme, dirigido por John Ford, Jeffrey Stunter e John Wayne interpretam, respectivamente, os personagens Martin Pawley e Ethan Edwards; na ilustração de Laura Zuccheri, os atores são substituídos, respectivamente, pelo tenente Mike Blueberry e um cavaleiro.

O artigo com a ilustração de Blueberry, cavaleiro do faroeste e a biografia de Laura Zuccheri, ilustradora, pintora, desenhista e quadrinista, foi publicado no blogue Blueberry e no Tex Willer Blog 






"Rastros de Ódio" ("The searchers", 1956)

É a obra-prima de John Ford. A revista "New York" o considerou o mais influente filme americano de todos os tempos. O filme foi homenageado por Wim Wenders em "Paris, Texas" e por Martin Scorsese em "Taxi Driver". "Rastros de Ódio" tem interpretações pulsantes e diálogos antológicos. É uma obra cheia de camadas, talvez seja o filme a que mais vezes assisti na vida; cada vez que vejo de novo descubro coisas diferentes. Quando "Cidade Baixa", meu primeiro longa, foi lançado em Londres, eu fui convidado por um jornalista do "Daily Telegraph" a participar da coluna Filmmakers on Film, na qual diretores falam do seu filme preferido. Eu escolhi "Rastros de Ódio", que também era o favorito do jornalista. Para comemorar a coincidência, ele me convidou para fazer um tour pela "cidade baixa" londrina.


Sérgio Machado

Cineasta





Westerns. Cinema Americano por Excelência

“Rastros de Ódio”
“The searchers”, EUA, 1956, 119 minutos
Dirigido por John Ford
Com John Wayne, Jeffrey Hunter, Vera Miles e grande elenco

O centésimo décimo quinto título da filmografia de John Ford é a mais complexa de suas realizações. Extraído de um romance de Alan Le May, “Rastros de Ódio” acompanha a saga obsessiva de um perdedor amargurado que não acredita em rendições. John Wayne, na nona parceria com John Ford, é Ethan Edwards, o texano desgarrado. Derrotado na Guerra de Secessão, ele volta, qual “irmão pródigo”, ao convívio dos seus depois de vagar pelo México. Um ataque dos comanches arranca de Ethan quase toda a família, inclusive a cunhada Martha (Dorothy Jordan), a quem secretamente amou antes de se alistar nas forças confederadas. Sobrevive apenas a sobrinha Debbie (Lana Wood e Natalie Wood), de aproximadamente 10 anos, raptada.

Uma jornada de reconhecimento e perda da alma, com duração aproximada de cinco anos — pontuada de idas e vindas na companhia do sobrinho torto, o mestiço Martin Pawley (Jeffrey Hunter) —, leva o individualista e racista Ethan a uma incansável e interminável procura por seu único laço de sangue. O personagem é um equivalente a Ulisses. Mas ao contrário do personagem de Homero, não terá casa ou mulher para voltar. Como se fosse a contraface do comanche morto que ele profanou e amaldiçoou, ele está condenado a vagar sem rumo certo, entre o vento e a poeira.

Desprestigiado no lançamento, “Rastros de Ódio” ganhou reconhecimento com a passagem dos anos. Entre os primeiros a enaltecer esse filme está o crítico brasileiro Antônio Moniz Viana. Hoje, conta com fãs ardorosos: Martin Scorsese, Paul Schrader, Steven Spielberg, Curtis Hanson, John Milius, Brian De Palma, Clint Eastwood, Jean-Luc Godard, Wim Wenders, George Lucas, além dos falecidos Lindsay Anderson e Akira Kurosawa.

É o mais complexo dos westerns, protagonizado por um John Wayne assustador, como nunca se viu. Esse ator, tão desvalorizado, tem como Ethan Edwards um dos grandes papéis do cinema. O cenário preferido de John Ford, o Monument Valley, originalmente captado em Technicolor e VistaVision pelas lentes de Winton C. Hoch, assume o posto de locação das mais emblemáticas do cinema. Não é um mero pano de fundo ao desenvolvimento da ação. É cenário vivo, espelho revelador da alma atormentada de Ethan.

José Eugênio Guimarães
Cinéfilo






"Ballade pour un cercueil"


Jean Giraud realizou a capa de "Ballade pour un cercueil" ("Balada para um Caixão"), álbum publicado em 1974 pela editora Dargaud, inspirado em uma cena de "The searchers" (“Rastros de Ódio”, título no Brasil; “A Desaparecida”, em Portugal; "La prisonnière du désert", na França), filme de John Ford, lançado em 1956, com John Wayne (Ethan Edwards) e Jeffrey Hunter (Martin Pawley) na pista dos Comanches, que haviam raptado duas sobrinhas de Ethan, de cujas sobreviveu Debbie Edwards, interpretada por Natalie Wood. Na ilustração da capa do volume 15 de “Blueberry”, Mike Blueberry ocupa do lugar de John Wayne e Jimmy Mc Clure aquele de Jeffrey Hunter.


Fontes


Textos:

"Rastros de ódio" ("The searchers", 1956), Sérgio Machado, em O cineasta Sérgio Machado elege os 10 melhores filmes do 'contraditório e complexo' John Ford. O Globo, Cultura.

“Rastros de Ódio” - “The searchers”, José Eugênio Guimarães, em Westerns. Cinema Americano por Excelência. Centro de Artes da Universidade Federal Fluminense – UFF, blog Cine Arte UFF.

"Ballade pour un cercueil" em Inspirações de Charlier e de Giraud para “Blueberry”, artigo do blogue Blueberry.


Imagens:
A ilustração Blueberry, cavaleiro do faroeste: Laura Zuccheri.
Do filme “The searchers” (“Rastros de Ódio”): divulgação.

A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud
Blueberry © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud – Dargaud Éditeur

© As empresas, os autores e os seus herdeiros legais

Afrânio Braga

Artigo publicado também em Tex Willer Blog




sexta-feira, 2 de julho de 2021

Inspirações de Christophe Blain para personagens de “Blueberry” n° 1 “Amertume Apache”

 

O Tenente Mike Blueberry e Ruth Tyreel na dedicatória de Christophe Blain ao 
leitor Vicent em um exemplar do álbum “Blueberry” nº 1 “Amertume Apache”.

Inspirações de Christophe Blain para personagens de “Blueberry” n° 1 “Amertume Apache”



Eu perguntei a Christophe Blain sobre as suas inspirações para personagens de “Blueberry” n° 1 “Amertume Apache”; ele me respondeu que se inspirou nos atores Brigitte Bardot, Charles Denner, Claudia Cardinale, Joaquín Martínez, Lee J. Cobb, R. G. Armstrong, Richard Harris, Sophie Guillemin e Woody Strode para os visuais de determinados personagens e também nos atores do filme “Ulzana’s Raid” para desenhar os Apaches.

O renomado autor de história em quadrinhos me informou o elenco dos atores inspiradores e os respectivos personagens:


§   Brigitte Bardot: Mrs. McIntosh (1) (2);

§   Charles Denner: Kleinman, o apresentador de autômatos;

§   Claudia Cardinale: Ruth Tyreen, a esposa do comandante do forte;

§   Joaquín Martínez: Amertume (3);

§   Lee J. Cobb: Jacob, o médico do forte (4);

§   R. G. Armstrong: O pregador;

§   Richard Harris: Tenente-coronel Benjamin Tyreen, o comandante do forte;

§   Sophie Guillemin: Bihmal, a filha do pregador;

§   Woody Strode: Major Jenkins.


Notas do blogue Blueberry:

1) Christophe Blain: “Mrs McIntosh é uma fazendeira que se faz assassinar por acidente por um grupo de apaches rebeldes. Ela aparece pouco, mas é marcante”;

2) McIntosh é o personagem interpretado por Burt Lancaster em “Ulzana’s Raid” (“A Vingança de Ulzana”, título no Brasil), filme western americano, de 1972, dirigido por Robert Aldrich;

3) Joaquín Martínez interpreta Ulzana em “Ulzana’s Raid”;

4) O verdadeiro nome de Lee J. Cobb é Leo Jacoby, portanto, uma inspiração dupla para Jacob, o médico do forte.



Brigitte Bardot – Mrs. McIntosh


Charles Denner - Kleinman


Claudia Cardinale - Ruth Tyreen


Joaquín Martínez – Amertume


Lee J. Cobb – Jacob


R. G. Armstrong - O pregador


Richard Harris - Tenente-coronel Benjamin Tyreen


Sophie Guillemin – Bihmal


Woody Strode - Major Jenkins


Atores de “Ulzana’s Raid” – Apaches


Fonte das imagens: Internet.


A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud.

Lieutenant Blueberry tome 1 – Amertume Apache © Joann Sfar / Christophe Blain – Dargaud Éditeur 2019
Lieutenant Blueberry tome 1 – Amertume Apache N&B © Joann Sfar / Christophe Blain – Dargaud Éditeur 2019
Fotografias © As empresas, os autores e os seus herdeiros legais

Agradecimento a Christophe Blain.

Artigos do blogue Blueberry sobre “Blueberry” n° 1 “Amertume Apache” e os seus autores:















Afrânio Braga


quarta-feira, 16 de junho de 2021

Blueberry por Laura Zuccheri

 
Blueberry e um cavaleiro.


 

BLUEBERRY POR

 

 

 

 

LAURA ZUCCHERI

 

 

 



Laura Zuccheri e o seu gato Nando.

Laura Zuccheri

Laura Zuccheri nasce a Budrio, in provincia di Bologna, il 4 ottobre 1971 e, dopo la maturità scientifica, nel 1990 inizia a seguire un corso di grafica pubblicitaria a Bologna, che la impegna fino al 1991. L’anno successivo lavora per alcune agenzie di pubblicità e poi, nel novembre 1992, arriva l’incontro con Giancarlo Berardi e Ivo Milazzo. Comincia a collaborare con la rivista “Ken Parker Magazine”, impegno che la occupa fino al 1995, e successivamente passata alla Sergio Bonelli Editore.

Nel 1996, disegna con Pasquale Frisenda “Hardware”, una storia scritta da Maurizio Mantero per Zona X”, quindi, nel 1997, inizia a lavorare per Julia”, rimanendo sulle storie del personaggio fino al 2014.
 
Nel 2006, inizia la sua collaborazione con Sylviane Corgiat e con il mercato fumettistico d’oltralpe per il quale disegna i quattro volumi del fumetto fantastico-medievale “Épées de verre”.

Laura Zuccheri è candidata al Premio Celeste 2010. Premio Celeste 2013, ottiene il massimo consenso del pubblico.

Nel 2013 le viene affidata la realizzazione della copertina del “Color Tex” n. 4, diventando così la prima illustratrice a cimentarsi con il ranger bonelliano. La prova evidentemente piace ai vertici della SBE che l’anno successivo le affidano i disegni di un “Texone” uscito a giugno 2019 con il titolo “Doc!”.

Durante questa esperienza ha scoperto l’interesse verso la pittura, sotto l’influenza di pittori e illustratori americani dell’800 e ‘900 come Reminghton, Russell, Rockwell, Layendecker, Sargent, Wyeth. Tra i maestri russi la sua attenzione si è rivolta a Repin, Shishkin, Serov, Aivazovsky, Kramskoi, mentre per quanto riguarda gli europei Larsoon, Sorolla, Boldini e altri.

Dedita principalmente alla pittura di paesaggi, l’artista sta attualmente sperimentando anche il ritratto. Laura dipinge rigorosamente dal vero, realizzando un bozzetto iniziale direttamente sul luogo e, in un secondo momento, trasferendo il disegno sulla tela.

Nel 2017 è stato pubblicato il primo volume di “Retour sur Belzagor”, tratto dal libro di Robert Silverberg, per Les Humanoïdes Associés; nel 2018 è uscito il secondo ed ultimo volume di questa storia.

Attualmente sta lavorando sul primo volume di “Thellus”, una storia di fantascienza colla sceneggiatura della scrittrice Simona Mogavino, per le edizioni Glénat; saranno due volumi che usciranno nel 2022.  Lavora per l’editore Daniel Maghen ad una storia sull’antica India, basata nel libro “The Ballad of The Crimson Queen” scritto da Sudeep Menon, che uscirà col titolo “La ballade de la reine rouge” ad un unico albo da 104 pagine.

Per Tex sono in lavorazione due storie: una per il cartonato, scritta da Mauro Boselli, che parla di Pearl Hart e cuio titolo ancora non si sa; l’altra per la serie regolare, scritta da Pasquale Ruju, si chiama “La gazza ladra”.

Laura Zuccheri, illustratrice, pittrice, disegnatrice e fumettista.


A ilustração de Blueberry e um cavaleiro em progresso.


Laura Zuccheri na fronteira entre a Índia e o Nepal.

Laura Zuccheri

Laura Zuccheri nasce em Budrio, na província de Bologna, Itália, em 4 de outubro de 1971 e, depois do liceu científico, em 1990, ela inicia um curso de gráfica publicitária, em Bologna, que empenha ela até 1991. No ano sucessivo, ela trabalha para algumas agências de publicidade e depois, em novembro de 1992, chega o encontro com Giancarlo Berardi e Ivo Milazzo. Ela começa a colaborar com a revista “Ken Parker Magazine”, empenho que ocupa ela até 1995 e, sucessivamente, ela passa à editora Sergio Bonelli Editore.

Em 1996, ela desenha, com Pasquale Frisenda, “Hardware”, uma história escrita por Maurizio Mantero para “Zona X”, em seguida, em 1997, ela inicia a trabalhar para “Julia”, permanecendo nas histórias da personagem até 2014.

Em 2006, ela inicia a sua colaboração com Sylviane Corgiat e com o mercado quadrinístico transalpino para o qual ela desenha os quatro volumes da história em quadrinhos fantástica medieval “Épées de verre”.

Laura Zuccheri foi candidata ao Premio Celeste 2010. Em 2013, ela obtém o máximo consenso do público e ela recebe o Premio Celeste daquele ano.

Em 2013, foi confiada a ela a realização da capa do “Color Tex” nº 4, tornando-se assim a primeira ilustradora a cimentar-se com o ranger bonelliano. A prova, evidentemente, agrada aos vértices da editora SBE que, no ano sucessivo, confiam a ela os desenhos de um “Texone” saído, em junho de 2019, com o título “Doc!”.

Durante essa experiência ela descobriu o interesse pela pintura, sob a influência de pintores e ilustradores americanos dos anos 1800 e 1900 como Reminghton, Russell, Rockwell, Layendecker, Sargent e Wyeth. Entre os mestres russos a sua atenção se volta a Repin, Shishkin, Serov, Aivazovsky e Kramskoi, embora, enquanto isso, ela observa os europeus Larsoon, Sorolla, Boldini e outros.

Dedicada, principalmente, à pintura de paisagens, a artista está, atualmente, experimentando também o retrato. Laura pinta rigorosamente o real, realizando um esboço inicial diretamente no lugar e, em um segundo momento, transferindo o desenho à tela.

Em 2017, foi publicado o primeiro volume de “Retour sur Belzagor”, extraído do livro de Robert Silverberg, para a editora Les Humanoïdes Associés; em 2018, saiu o segundo e último volume dessa história.

Atualmente, ela está trabalhando no primeiro volume de “Thellus”, uma história de ficção científica com o roteiro da escritora Simona Mogavino, para a editora Glénat; serão dois volumes que sairão em 2022. Ela trabalha para a editora Daniel Maghen em uma história sobre a antiga Índia, baseada no livro “The Ballad of The Crimson Queen” escrito por Sudeep Menon, que sairá com o título “La Ballade de la reine rouge” em um único álbum de 104 páginas.

Para “Tex” estão em trabalho duas histórias: uma para o cartonado, escrita por Mauro Boselli, que fala de Pearl Hart e cujo título ainda não se sabe; a outra para a série regular, escrita por Pasquale Ruju, se chama “La gazza ladra”.

Laura Zuccheri, ilustradora, pintora, desenhista e quadrinista.

Fontes: Imagens: Laura Zuccheri. Biografia: Lo Spazio Bianco, Salamon Fine Art e Laura Zuccheri.

A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud
Blueberry © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud – Dargaud Éditeur

Io ringrazio a Laura Zuccheri per il disegno di Blueberry, cavaliero del Far West, per il blog Blueberry.
Eu agradeço a Laura Zuccheri pelo desenho de Blueberry, cavaleiro do faroeste, para o blogue Blueberry.

Afrânio Braga

Artigo publicado também em Tex Willer Blog em 05/03/2021.

quinta-feira, 3 de junho de 2021

Blueberry na China

Capa da sobrecapa.


Verso da capa da sobrecapa.


Verso da contracapa da sobrecapa.


Contracapa da sobrecapa.


Capa. 


Blueberry na China

Ficha técnica

Título: Blueberry – La Mine de l’Allemand perdu (1) (2) (3)
Roteiros: Jean-Michel Charlier
Desenhos e capa (4): Jean Giraud
Cores: originais francesas (5)
Editora: Hina Books, Pequim, China
Tradutor: Ginkgo (Beijing) Book Co., Ltd., Pequim, China
Língua: chinês
Data de publicação: 01/03/2018
Número de páginas: 104
Pranchas: 98
Gênero: Western
Preço: 60 yuans
Volume: capa flexível
Formato: 21,6x28,6 cm
Público: Todos os públicos – Família

N. C.:

1) Número 1 de “Blueberry” na China. Integral de “La Mine de l’Allemand perd” e “Le Spectre aux balles d’or”.

2) “La Mine de l’Allemand perdu”: pré-publicado em “Pilote” do nº 497 (15 de maio de 1969) ao nº 519 (16 de outubro de 1969). Primeira edição em álbum no 1º trimestre de 1972 na Dargaud Éditeur.
3) “Le Spectre aux balles d’or”: pré-publicado em “Pilote” do nº 532 (15 de janeiro de 1970) ao nº 557 (9 de julho de 1970). Primeira edição em álbum no 3º trimestre de 1972 na Dargaud Éditeur.
4) Contracapa da sobrecapa: desenho de Mike Blueberry, por Jean Giraud, para a contracapa dos álbuns da série “Blueberry” a partir de “Mister Blueberry”, 1995.
5) Cores: Jean Giraud: “La Mine de l’Allemand perdu”; Évelyne Tran-Lê: “Le Spectre aux balles d’or”.


Página 1. Página de rosto.


Página 2. Ficha técnica.


Página 3. Prancha 1 de “La Mine de l’Allemand perdu”.


Página 8. Prancha 6 de “La Mine de l’Allemand perdu”.


Página 37. Prancha 35 de “La Mine de l’Allemand perdu”.

Página 47. Prancha 45 de “La Mine de l’Allemand perdu”.


Página 51. Prancha 1 de “Le Spectre aux balles d’or”.


Página 53. Prancha 3 de “Le Spectre aux balles d’or”.


Página 57. Prancha 7 de “Le Spectre aux balles d’or”.


Página 72. Prancha 22 de “Le Spectre aux balles d’or”.


Contracapa da capa.


Sobrecapa e capa.


Versos da sobrecapa.


Contracapas da sobrecapa e da capa.


Capa da sobrecapa.


O livro tem uma sobrecapa que quando é retirada se tem a capa de “La Mine de l’Allemand perdu”, mas não aquela de “Le Spectre aux balles d’or” que está na própria sobrecapa. É o primeiro álbum de “Blueberry” em chinês; provavelmente o editor experimenta para verificar o resultado editorial e depois disso ele avaliará a continuidade da publicação da série.


O integral contém duas histórias da série “Blueberry” - “La Mine de l’Allemand perdu” e “Le Spectre aux balles d’or”, que compõem o ciclo de Prosit Luckner. O ouro da Sierra – as quais foram publicadas em Portugal: “A Mina do Alemão Perdido” e “O Espectro das Balas de Ouro”, por Meribérica/Liber Editores e na coleção da parceria da editora ASA com o jornal “Público”, álbuns 6 e 7 respectivamente.

Fonte das imagens: Yohan Radomski.

Blueberry La Mine de l’Allemand perdu © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud – Hina Books 2018

Afrânio Braga

Manaus, Amazonas, Brasil

Yohan Radomski

Shangai, China