terça-feira, 15 de setembro de 2020

Blueberry e Tex por Giovanni Bruzzo



BLUEBERRY E TEX POR
GIOVANNI BRUZZO



Giovanni Bruzzo

Un saluto a tutti gli amici lettori brasiliani.

Tra i tanti interessi che ho la fortuna di avere, un posto di rilievo è sempre stato occupato dai fumetti. Tra i miei preferiti, sicuramente Blueberry, così, quando mi è stato chiesto di realizzare un disegno raffigurante il personaggio creato da Jean-Michel Charlier e Jean Giraud in compagnia di Tex Willer, ho aderito con entusiasmo.

Sono nato nel 1961 a Genova. Città di mare e di sogni. Di avventure e bellezze conservate gelosamente nascoste. Tutti elementi che hanno generato in me la voglia e la necessità di raccontare storie. Farlo coi disegni. Trasmettere ad altri i miei sogni. Tutto è iniziato così. Nell’infanzia. Probabilmente, se vivessimo ancora in un mondo senza una divisione così marcata tra i vari ruoli, ed in questo caso, tra chi scrive e chi disegna, oggi racconterei le mie storie con la stessa gioia ed entusiasmo fanciullesco di allora.

Pubblicai la mia prima storia a 17 anni sul mensile “La Bancarella”. Nello stesso anno, dovetti piegarmi al mercato per questioni economiche ed iniziai a lavorare a Torino, per lo studio “Immagini e Parole” disegnando album a figurine di Mazinga e Goldrake. In seguito, per circa due anni collaborai con lo “Staff di If” di Gianni Bono, realizzando fumetti porno. Nonostante tanti miei colleghi si vergognino quasi, per essere transitati in gioventù, attraverso questo tipo di fumetti, io ne sono assolutamente orgoglioso. Fu una palestra straordinaria per imparare il ritmo del lavoro, migliorare le anatomie, i chiaro/scuri ecc.

Successivamente, per una decina di anni, ho affiancato alla realizzazione di fumetti, il lavoro di illustratore, prevalentemente pubblicitario, con tecniche ad aerografo iperrealista.

Nel contempo, ho collaborato con le riviste “1984”, Frigidaire”, “Tempi Supplementari”, “Frizzer”, “Mad”, “Creepy”, “Intrepido” e con Renzo Barbieri Editore.

Poi, ancora 5 storie brevi per il mensile “Demon Story”, Fenix Editore, mai pubblicate a causa della chiusura del giornale.

Ed infine, credo nel 1995, sono approdato in casa Bonelli. Ho realizzato vari albi di Mister No, pilota nord americano rifugiatosi a Manaus nel dopoguerra in cerca di oblio. Ci troviamo nei favolosi anni ’50, una Manaus sicuramente diversa da quella reale dei giorni nostri. Credo sia stato il periodo in cui mi sono divertito maggiormente nel disegnare. Ambienti e personaggi. E sicuramente un notevole feeling con il personaggio principale.

Esistono molte aziende che, quando ti assumono come impiegato o operaio, ti accolgono con pacche sulle spalle e “Benvenuto nella famiglia” … Però accade oltremodo, che nella maggioranza dei casi, dopo poco ti accorgi che in quella “famiglia” accadono cose orribili e maledici il giorno in cui ti hanno dato il benvenuto. Quando fui accolto in “casa Bonelli” mi sentii piano piano di entrare a far parte realmente di una specie di grande famiglia. Da allora infatti non me ne sono più distaccato. Mi sento ancora di far parte di una grande famiglia.

Dopo Mister No, ho realizzato un albo di Dampyr. L’ammazza vampiri creato da Mauro Boselli e Maurizio Colombo. Personaggio particolarmente interessante in quanto inserisce in tutti i focolai o veri e propri incendi di guerra che oggigiorno flagellano il nostro pianeta, la figura di qualche vampiro che naturalmente ha il proprio vantaggio nell’esistenza di sanguinose dispute tra gli umani - meravigliosa metafora della realtà.

Andando oltre, tornando però in ambienti anni ’50, ho realizzato i disegni per 3 albi di Brad Barron. Fumetto di fantascienza creato da Tito Faraci, che ipotizza un’invasione aliena datata nella metà del secolo scorso. Le atmosfere sono quelle dei film di fantascienza di quegli anni.

Successivamente, sempre su testi di Faraci, ho disegnato 4 albi di Tex. Due storie molto diverse tra loro. Nella prima vediamo entrare in scena uno scrittore inglese che affiancando i nostri eroi, si scopre essere anche abile tiratore con la Colt, ottimo pugile e disegnatore provetto. Naturalmente lo scrittore in questione vuole scrivere e raccontare al pubblico britannico, le gesta di valorosi uomini nel selvaggio West.

Nella storia successiva, troviamo all’opera una pericolosa banda di rapinatori, con un personaggio, Slade, che pur essendo il “cattivo”, è talmente bastardo da risultare simpatico. Tex e Carson sono sulle sue tracce ai confini del Nuovo Messico.

Poi, per “Tex Magazine”, ho disegnato una storia breve di Luigi Mignacco ed un’altra, ancora inedita, scritta da un ottimo esordiente, Filippo Iriti, che spero di rivedere all’opera su altre sceneggiature.

Attualmente mi trovo impegnato su una lunghissima storia scritta da Mauro Boselli, che vede i nostri, immersi in ambienti mai calpestati precedentemente. Durante la lavorazione, ho avuto l’onore di realizzare il finale del “Maxi Tex” disegnato dal grande fumettista argentino Miguel Angel Repetto, che purtroppo ha lasciato il nostro mondo. Ho avuto modo di vedere ed ammirare le sue tavole che nonostante l’età molto avanzata, 99 anni, continuavano ad essere di altissimo livello grafico.

Questo, per il momento, è quasi tutto…

Até logo, Brasil!!



Giovanni Bruzzo

Uma saudação a todos os amigos leitores brasileiros.

Entre os tantos interesses que eu tenho a sorte de haver, um lugar de relevo  sempre foi ocupado pelas histórias em quadrinhos. Entre as minhas preferidas, seguramente Blueberry, assim, quando me foi pedido para realizar um desenho representando o personagem, criado por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud, em companhia de Tex Willer, eu aderi com entusiasmo.

Eu nasci em 1961 em Gênova, Itália. Cidade de mar e de sonhos, de aventuras e de belezas conservadas ciumentamente escondidas. Todos elementos que geraram em mim a vontade e a necessidade de contar histórias; fazê-lo com os desenhos, transmitir a outros os meus sonhos. Tudo iniciou assim, na infância. Provavelmente, se nós vivêssemos ainda em um mundo sem uma divisão assim marcada entre os vários papéis e, nesse caso, entre quem escreve e quem desenha, hoje eu contaria as minhas histórias com a mesma alegria e entusiasmo infantil de então.

Eu publiquei a minha primeira história aos 17 anos na revista mensal “La Bancarella”. No mesmo ano, eu fui obrigado a dobrar-me ao mercado por questões econômicas e eu iniciei a trabalhar em Turim para o estúdio “Immagini e Parole” desenhando álbum de figurinhas de Mazinga e Goldrake. Em seguida, por cerca dois anos, eu colaborei com o “Staff di If” de Gianni Bono realizando história em quadrinhos pornográfica. Não obstante, tantos de meus colegas quase se envergonham por terem transitado na juventude através desse tipo de história em quadrinhos, eu sou absolutamente orgulhoso. Foi uma academia extraordinária para aprender o ritmo do trabalho,  melhorar as anatomias, os claros e os escuros, etc.

Sucessivamente, por uma dezena de anos, eu flanqueei à realização de histórias em quadrinhos o trabalho de ilustrador, predominantemente publicitário, com a técnica em aerógrafo hiperrealista.

Ao mesmo tempo, eu colaborei com as revistas “1984”, ”Frigidaire”, ”Tempi Supplementari”, “Frizzer”, “Mad”, “Creepy”, “Intrepido”, e com a editora Renzo Barbieri Editore.

Depois, eu ainda produzi cinco histórias breves para a revista mensal “Demon Story”, da editora Fenix Editore, nunca publicadas por causa do fechamento da revista.

E, enfim, eu creio que em 1995, eu atraquei à casa Bonelli. Eu realizei vários álbuns de Mister No, piloto norte-americano que se refugiou em Manaus, no pós-guerra, à procura de esquecimento. Nos encontramos nos fabulosos anos 1950, uma Manaus seguramente diversa daquela real dos nossos dias. Eu creio que foi o período no qual eu mais me diverti ao desenhar. Ambientes e personagens. E, seguramente, um notável feeling com o personagem principal.

Existem muitas empresas que, quando te empregam como empregado ou prestador de serviço, te acolhem com tapinhas nas costas e “Benvindo à família...”. Porém acontece, em demasia, que na maioria dos casos, pouco depos de acolher-te naquela “família”, acontecem coisas horríveis e tu maldirás o dia em cujo te deram as boas vindas. Quando eu fui acolhido na casa Bonelli eu me senti lentamente de entrar a fazer parte realmente de uma especial grande família. De fato, desde então eu não sou mais separado. Eu me sinto ainda a fazer parte de uma grande família.

Depois de Mister No, eu realizei um álbum de Dampyr, o mata vampiros criado por Mauro Boselli e Maurizio Colombo. Personagem particularmente interessante à medida que se insere em todos os focos ou verdadeiros e próprios incêndios de guerra que hoje em dia flagelam o nosso planeta, a figura de algum vampiro que naturalmente tem a própria vantagem na existência de sanguinosas disputas entre os humanos – maravilhosa metafóra da realidade.

Andando além, tornando porém em ambientes anos 1950, eu realizei os desenhos para três álbuns de Brad Barron, história em quadrinhos de ficção científica criada por Tito Faraci, que hipotetiza uma invasão alienígena datada na metade do século passado. As atmosferas são aquelas dos filmes de ficção científica daqueles anos.

Sucessivamente, sempre sobre textos de Tito Faraci, eu desenhei quatro álbuns de “Tex” - duas histórias muito diversas entre si. Na primeira, nós vemos entrar em cena um escritor inglês que, flanqueando os nossos heróis, se descobre ser também hábil atirador com o Colt, ótimo pugilista e desenhista proficiente. Naturalmente o escritor em questão quer escrever e contar ao público britânico as proezas de valorosos homens no Oeste selvagem.

Na história sucessiva, nós encontramos em obra um perigoso bando de ladrões, com um personagem – Slade – que apesar de ser o “mau”, é tão canalha que torna-se simpático. Tex e Carson estão sobre as suas pistas aos confins do Novo México.

Depois, para “Tex Magazine”, eu desenhei uma história breve de Luigi Mignacco e outra, ainda inédita, escrita por um ótimo estreante – Filippo Iriti – que eu espero rever a obra sobre outros roteiros.

Atualmente, eu me encontro empenhado sobre uma longuíssima história escrita por Mauro Boselli, que vê os nossos heróis imersos em ambientes nunca pisados precedentemente. Durante o trabalho, eu tive a honra de realizar o final do “Maxi Tex” desenhado pelo grande quadrinista argentino Miguel Angel Repetto, que, infelizmente, deixou o nosso mundo. Eu tive meio de ver e admirar as suas pranchas que, não obstante a idade muito avançada de  99 anos, continuavam a ser de altíssimo nível gráfico.

Isso, para o momento, é quase tudo...

Até logo, Brasil! 


A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud
Blueberry © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud – Dargaud Éditeur

O personagem Tex foi criado por Giovanni Luigi Bonelli e realizado graficamente por Aurelio Galleppini
Tex © Sergio Bonelli Editore

Blueberry, il fratello francese di Tex.
Blueberry, o irmão francês de Tex.

Sergio Bonelli
Editor e roteirista

Io ringrazio a Giovanni Bruzzo per il disegno di Blueberry e Tex, eroi del fumetto western, per il blog Blueberry.
Eu agradeço a Giovanni Bruzzo pelo desenho de Blueberry e Tex, heróis da história em quadrinhos western, para o blogue Blueberry.

Afrânio Braga

terça-feira, 1 de setembro de 2020

Moebius no Marx Ernst Museum Brühl des LVR


Mœbius no Marx Ernst Museum Brühl des LVR, Alemanha

MŒBIUS

Exposição de 15 de setembro de 2019 a 16 de fevereiro de 2020

Prolongada até 29 de março de 2020!

O Max Ernst Museum Brühl des LVR exporá os universos visuais visionários do desenhista francês e roteirista farol de história em quadrinhos Jean Giraud (1938-2012), conhecido no mundo inteiro sob o pseudônimo Mœbius.

Mœbius explorou as esferas dos sonhos e da ficção científica, inspirando numerosos diretores tais como George Lucas, Ridley Scott e Hayao Miyazaki em sua concepção de um futuro arcaico. Graças à força imensa de sua imaginação, ele criou os mundos surreais, flutuantes e formigantes de detalhes. Em suas histórias se encontra tanto as arquiteturas utópicas e as megalópoles futuristas e superpopulosas como as paisagens desérticas e viagens xamãnicas através do tempo e do espaço.

Na obra de Mœbius, os limites entre os gêneros da história em quadrinhos e da arte se esfumaçam. Durantes decênios, Mœbius criou figuras emblemáticas como o guerreiro Arzak, o major Grubert e os viajantes do espaço Stel e Atan. Com eles, ele fez também viajar o espectador nos mundos infinitos do seu imaginário.

A retrospectiva «Mœbius» traça a vasta obra de Mœbius e suas histórias feitas de imagens complexas: todo o espectro da sua arte do desenho fascinante será presente; a gama se estende de suas cadernetas nas quais ele concretizava as ideias constitutivas de sua criação artística passando por suas histórias em quadrinhos roteirizadas, seus croquis e pinturas abstratas até suas gravuras populares.

Em colaboração com Mœbius Production.


Exposição Mœbius no Max Ernst Museum Brühl des LVR


Mœbius, Les dents du désert, 2010 © 2020 Mœbius Production


Mœbius, L’homme du Ciguri, 1994

© Les Humanoϊdes Associés / Mœbius Production


Mœbius, Plasme Volant, aus La Faune de Mars, 2007

© 2020 Mœbius Production


Mœbius, Starwatcher, 1985 © 2020 Mœbius Production


Mœbius, Arzak le rocher, 1995, guache e acrílica sobre papel

© 2019 Mœbius Production


Natur und Metamorphose.  Fotografia: LVR-ZMB / Uwe Weiser


Mœbius no Marx Ernst Museum. Fotografia: Dominik Schmitz


O trailer da exposição


360º


Finissage „Mœbius“


Max Ernst Museum Brühl des LVR
Comesstraße 42 / Max-Ernst-Allee 1, 50321 Brühl,
Deutschland
Tel: +49 2232 5793 –0 * Fax: +49 2232 5793 –130
maxernstmuseum@lvr.de * www.maxernstmuseum.lvr.de


Fonte: Max Ernst Museum Brühl des LVR, Brühl, Deutschland.



Mœbius au Musée Max Ernst de Brühl

Du 15.9.2109 > 16.2.2020 * Exposition à Bruhl en Allemagne

Le Max Ernst Museum Brühl des LVR exposera les univers visuels visionnaires du dessinateur français et scénariste phare de bande dessinée Jean Giraud (1938 – 2012), reconnu dans le monde entier sous le pseudonyme « Moebius ». Moebius a exploré les sphères des rêves et de la sciencefiction. Grâce à la force immense de son imagination, il a créé des mondes surréels, flottants et fourmillants de détails. Dans ses histoires on trouve autant d‘architectures utopiques et des mégapoles futuristes et surpeuplées que de paysages désertiques et des voyages chamaniques à travers le temps et l‘espace.

Dans l’oeuvre de Moebius, les limites entre les genres de la bande dessinée et de l’art s’estompent. Ses histoires fantasmagoriques amènent l’observateur à voyager dans l’âme du grand maître du trait et, par conséquent, dans des régions inconnues de la fantaisie qui s’élaborent de manière frappante, détaillée et suggestive.

L’exposition retrace la vaste oeuvre de Moebius et ses histoires faîtes images complexes : tout le spectre de son art du dessin fascinant sera présenté; la gamme s’étendant de ses carnets dans lesquels il concrétise les idées constitutives de sa création artistique en passant par ses bandes dessinées scénarisées, ses croquis et peintures abstraites jusqu’à ses gravures populaires.

Max Ernst Museum Brühl des LVR
Comesstraße 42 / Max-Ernst-Allee 1, 50321 Brühl, Deutschland
Tél : +49 2232 5793 –0, Fax : +49 2232 5793 –130
maxernstmuseum@lvr.de, www.maxernstmuseum.lvr.de

Fonte: Mœbius Production, Paris, France.


Mœbius © Max Ernst Museum Brühl des LVR - Mœbius Production 2019


O catálogo da exposição Mœbius 
no Max Ernst Museum Brühl des LVR


O cartaz da exposição Mœbius 
no Max Ernst Museum Brühl des LVR

Afrânio Braga

domingo, 16 de agosto de 2020

Blueberry e Tex por Sandro Scascitelli



BLUEBERRY E TEX POR
SANDRO SCASCITELLI



Sandro Scascitelli

Sandro Scascitelli è nato ad Anagni, a 60 km da Roma, il 6 agosto 1947. Dopo aver frequentato l’Istituto Statale d’Arte e l’Istituto di Stato per la Cinematografia e la Televisione, ha iniziato ad operare nel campo del cartone animato collaborando, come animatore, a lavori televisi e cinematografici.

Nel 1974 inizia a disegnare fumetti per il Cartoonstudio di Roma diretto da Felmang – “Intrepido”, “Albo dell’Intrepido”, “Lanciostory”, “Skorpio”, ecc.

Dal 1976 al ’78 partecipa, sotto la direzione artistica di Vittorio Cossio, alla realizzazzione a fumetti della “Storia di Roma e delle Antiche Civiltà Mediterranee”.

Dal ’79 all’87 disegna, per l’Eura, circa 50 racconti pubblicati sulle riviste “Lanciostory” e “SKorpio”.

Nel 1986 completa, testi e disegni, il volume, pubblicato dalle Edizioni Iter, “Veggio in Alagna” in cui descrive il famoso episodio dell’oltraggio a papa Bonifacio VIII. Dal 1988 al 1995 per la casa editrice Comic Art diretta da Rinaldo Traini realiza, testi e disegni, la serie “Briganti”, pubblicata sulla prestigiosa rivista “L’Eternauta”.

Nel 1994, per la Mondadori-DeAgostini ha disegnato, nella serie “I Grandi Miti Greci”, ideata da Luciano De Crescenzo, due volumi – “Apollo e Dafne” e “Il Cavallo di Troia” – sotto la direzione artistica de Massimo Rotundo.

Sempre per le Edizioni Iter, nel 1998 há pubblicato il volume “Briganti, il brigantaggio nel primo ottocento in Ciociaria” – raccolta di alcuni episodi della serie ideata per la Comic Art.

Dal 2011 fa parte dello staff dei disegnatori di “Tex” della Sergio Bonelli Editore, fino ad oggi ha realizzato cinque storie di cui tre già pubblicate – “Color Tex” nº 4 “Un covo di belve”, l’“Almanacco del West” 2015 “Scure Nera” e “Color Tex” nº 13 “Piombo e Oro” -, una di pubblicazione ad agosto 2020 – “Color Tex” nº 17 “Gli amanti del Rio Grande” – e una ancora inédita.


Autorretrato de Sandro Scascitelli

Sandro Scascitelli

Sandro Scascitelli nasceu em Anagni, a 60 quilômetros de Roma, Itália, em 6 de agosto de 1947. Depois de haver frequentado o Istituto Statale d’Arte e o Istituto di Stato per la Cinematografia e la Televisione, ele iniciou a operar no campo do desenho animado, colaborando, como animador, em trabalhos televisivos e cinematográficos.

Em 1974, ele inicia a desenhar histórias para o Cartoonstudio de Roma dirigido por Felmang - “Intrepido”, “Albo dell’Intrepido”, “Lanciostory”, “Skorpio”, etc.

De 1976 a 1987, ele participa, sob a direção artística de Vittorio Cossio, da realização em história em quadrinhos de “Storia di Roma e delle Antiche Civiltà Mediterranee”.

De 1979 a 1987, ele desenha, para a editora Eura Editoriale, cerca de 50 histórias publicadas nas revistas “Lanciostory” e “Skorpio”.

Em 1986, ele completa, textos e desenhos, o volume, publicado pela editora Edizioni Iter, “Veggio in Alagna” em cujo ele descreve o famoso episódio do ultraje ao papa Bonifácio VIII. De 1988 a 1995, para a editora Comic Art, dirigida por Rinaldo Traini, ele realiza, textos e desenhos, a série “Briganti”, publicada na prestigiosa revista “L’Eternauta”.

Em 1994, para a editora Mondadori-DeAgostini ele desenhou, na série “I Grandi Miti Greci”, idealizada por Luciano De Crescenzo, dois volumes - “Apollo e Dafne” e “Il Cavallo di Troia” – sob a direção artística de Massimo Rotundo.

Sempre para a editora Edizioni Iter, em 1998, ele publicou o volume “Briganti, il brigantaggio nel primo ottocento in Ciociaria” – coletânea de alguns episódios da série idealizada para a editora Comic Art.

Desde 2011, ele faz parte do staff dos desenhistas de “Tex” da editora Sergio Bonelli Editore, até hoje ele realizou cinco histórias de cujas três já publicadas – “Color Tex” nº 4 “Un covo di belve”, o “Almanacco del West” 2015 “Scure Nera” e “Color Tex” nº 13 “Piombo e Oro” -, uma de publicação em agosto de 2020 – “Color Tex” nº 17 “Gli amanti del Rio Grande” – e uma ainda inédita.


A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud
Blueberry © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud – Dargaud Éditeur

O personagem Tex foi criado por Giovanni Luigi Bonelli e realizado graficamente por Aurelio Galleppini
Tex © Sergio Bonelli Editore

Blueberry, il fratello francese di Tex.
Blueberry, o irmão francês de Tex.

Sergio Bonelli
Editor e roteirista

Io ringrazio a Sandro Scascitelli per il disegno di Blueberry e Tex, omaggio al grande maestro Jean Giraud, per il blog Blueberry.
Eu agradeço a Sandro Scascitelli pelo desenho de Blueberry e Tex, homenagem ao grande mestre Jean Giraud, para o blogue Blueberry.

Afrânio Braga

domingo, 2 de agosto de 2020

Blueberry e Tex por Alessandro Bocci



BLUEBERRY E TEX POR
ALESSANDRO BOCCI



Alessandro Bocci

Alessandro Bocci vive e lavora a Monteroni d’Arbia, paese a 16 km da Siena dove è nato il 30/08/1965. Diplomato Geometra nel 1984, svolge dal 1987 al 1994 la professione come arredatore di negozi di abbigliamento presso la ditta Tecna. Nel 1986 e nel 1988 vince le rassegne nazionali dell’umorismo tenutesi a Siena con vignette sul Palio. Nel 1994 entra alla casa editrice Star Comics come disegnatore per il personaggio di Lazarus Ledd.

Come storie complete di Lazarus Ledd, tutte su testi di Ade Capone, disegna:

N° 16 “L’onore e la spada”
N° 22 “Faccia a faccia”
N° 28 “Energia alfa”
N° 38 “La foresta dei misteri”
N° 39 “Scontro finale”
N° 50 “Missione impossibile”

Collabora alla realizzazione dei numeri 89 e 151 (l’ultimo della serie). Collabora alla realizzazione di n°2 “Lazarus Ledd Extra” (n°10 e n°12) tutti su sceneggiatura di Ade Capone. Dal n°18 diventa copertinista della testata di Lazarus Ledd realizzando in totale 90 copertine tra serie regolare e speciali.

Per la Liberty di Ade Capone disegna varie copertine relative alle serie da lui pubblicate – “Erinni”, “Il potere e la gloria”, “Kore One”.

Nel 1997 la rivista “Fumo di China” gli assegna il premio come “miglior giovane disegnatore italiano”.

Nel 1997 realizza per Marvel Italia una storia di Conan il barbaro per la collana “Conan il Conquistatore”.
                                                                            
Nel Giugno 2001, contattato da Mauro Boselli, entra nello staff di “Dampyr” per la Sergio Bonelli Editore. Storie disegnate per “Dampyr”:

N°31 “Il mare della morte”, sceneggiatura di M. Boselli
N°46 “Il castello di barbablù”, sceneggiatura di M. Boselli
N°62 “I dannati di Praga”, sceneggiatura di M. Boselli
N°75 “Lo sposo della vampira”, sceneggiatura di M. Boselli
N°97 “Notte e nebbia “ sceneggiatura di M. Boselli  
N°98 “L’armata della morte” sceneggiatura di M. Boselli  
N°102 “Gli spettri del Takla Makan” sceneggiatura di M. Boselli
N°115 “Sfida alla Temsek” sceneggiatura di D. Cajelli
N°129 ”Il tempio sull’himalaya” sceneggiatura di L. Mignacco
N°153 “Terra di nessuno” sceneggiatura di M. Boselli
N°177 “Scomparsi sceneggiatura di M. Boselli
N°178 “I vagabondi dell’infinito” sceneggiatura di M. Boselli

Nel 2000 realizza gli storyboard per il film “Laura non c’è” tratto dalla canzone di Nek.

Nel 2001 vince il premio INCA come migliore copertina dell’anno – “Lazarus Ledd extra” n°14 “il cavaliere di san Giorgio”.

Nel 2003, con la prima storia per “Dampyr”,  vince il premio Cartoomix-if come promessa del fumetto italiano.

Nel 2004 realizza per la contrada dell’istrice la storia a fumetti, dell’ultima vittoria del palio di Siena, dal titolo “Senza Tempo”.

Nel 2004 realizza la copertina dell’ultimo CD  musicale di Max Pezzali, 883.

Nel 2004 realizza due copertine della versione italiana del “Magical Mistery Moore”, ed. Star Comics, di Alan Moore.

Nel 2005, con la storia di “Dampyr” “ I dannati di Praga”, vince il premio Fumo di China come miglior storia realistica dell’anno.

Nel 2007, Lucca Comics, ispirato dai vampiri nemici di Dampyr esce - da lui stesso prodotto - il portfolio “I maestri della notte” (edizione esaurita).

Nel 2007 viene contattato dalla casa editrice francese Soleil  per la quale realizza, nella collana “Hanté” una storia in volume cartonato dal titolo “Fontainebleau – la casa di sangue” su sceneggiatura di Christophe Bec.

Nel 2008, Lucca Comics, esce il suo portfolio “I maestri della notte II”.

Nel 2009, Lucca Comics, esce il suo portfolio “I maestri della notte III”.

Nel 2010 realizza, per If Edizioni, sei nuove copertine per la ristampa di “Lazarus Ledd”.

Nel 2010 viene scelto dalla casa editrice francese Soleil per sostituire ai disegni, sulla serie “Prométhée”, Cristhophe Bec. Realizza il 3° e 4° episodio. Nel 2010 viene contattato dalla casa editrice francese Glénat per realizzare una storia in  due numeri dedicati all’esploratore amazzonico Percy Fawcett.

Nel 2014 entra a fare parte dello staff di “Tex”  - sempre per la Sergio Bonelli Editore - per il quale ha realizzato  due storie brevi: “Il mescalero senza volto” per il “Color Tex” n° 10 e “Maria Pilar” per il “Tex Magazine” n° 1. Per la serie regolare ha disegnato i numeri 701 “ La regina dei vampiri” e 702 “ Il tempio nella giugla”.

Attualmente è al lavoro su una storia doppia sempre per la serie regolare di “Tex” su sceneggiatura di Mauro Boselli.


Alessandro Bocci

Alessandro Bocci vive e trabalha em Monteroni d’Arbia, vilarejo a 16 quilômetros de Siena, Itália, onde nasceu em 30 de agosto de 1965. Diplomado agrimensor em 1984, ele desenvolve a profissão como decorador de interiores de lojas de vestuário junto à empresa Tecna. Em 1986 e em 1988, ele vence as resenhas nacionais do humorismo, realizadas em Siena, com vinhetas sobre o Palio. Em 1994, ele entra na editora Star Comics como desenhista para o personagem Lazarus Ledd.

Como histórias completas de Lazarus Ledd, todas sobre textos de Ade Capone, ele desenha:

N° 16 “L’onore e la spada”
N° 22 “Faccia a faccia”
N° 28 “Energia alfa”
N° 38 “La foresta dei misteri”
N° 39 “Scontro finale”
N° 50 “Missione impossibile”.

Ele colabora na realização dos números 89 e 151, o último da série. Ele colabora na realização do n°2 “Lazarus Ledd Extra” – nº 10 e nº 12 – todos sobre roteiro de Ade Capone. Desde o número 18, torna-se capista do título “Lazarus Ledd” realizando o total de 90 capas entre a série regular e especial.

Para a editora Liberty, de Ade Capone, ele desenha várias capas relativas às séries por ela publicadas - “Erinni”, “Il potere e la gloria”, “Kore One”.

Em 1997, a revista “Fumo di China” lhe atribui o prêmio de melhor jovem desenhista italiano.

Em 1997, ele realiza, para a Marvel Italia, uma história de Conan, o bárbaro para a coleção “Conan il Conquistatore”.
                                                                    
Em junho de 2001, contatado por Mauro Boselli, ele entra no staff de “Dampyr” para a editora Sergio Bonelli Editore. Histórias desenhadas para “Dampyr”:

N°31 “Il mare della morte”, roteiro de M. Boselli
N°46 “Il castello di barbablù”, roteiro de M. Boselli
N°62 “I dannati di Praga”, roteiro de M. Boselli
N°75 “Lo sposo della vampira”, roteiro de M. Boselli
N°97 “Notte e nebbia”, roteiro de M. Boselli
N°98 “L’armata della morte”, roteiro de M. Boselli
N°102 “Gli spettri del Takla Makan”, roteiro de M. Boselli
N°115 “Sfida alla Temsek”, roteiro de D. Cajelli
N°129 ”Il tempio sull’himalaya”, roteiro de L. Mignacco
N°153 “Terra di nessuno”, roteiro de M. Boselli
N°177 “Scomparsi”, roteiro de M. Boselli
N°178 “I vagabondi dell’infinito”, roteiro de M. Boselli

Em 2000, ele realiza o storyboard para o filme “Laura non c’è” trazido da canção de Nek.

Em 2001, ele vence o prêmio INCA – Italian Internet Comics Academy – de melhor capa do ano com “Lazarus Ledd Extra” nº 14 “Il cavaliere di san Giorgio”.

Em 2003, com a primeira história para “Dampyr”, ele vence o prêmio Cartoomix-if de promessa da história em quadrinhos italiana.

Em 2004, ele realiza para a Contrada Sovrana dell’Istrice a história da última vitória do palio de Siena, em história em quadrinhos, de título “Senza Tempo”.

Em 2004, ele realiza a capa do último CD musical de Max Pezzali, “883”.

Em 2004, ele realiza duas capas da versão italiana de “Magical Mistery Moore”, editora Star Comics, de Alan Moore.

Em 2005, com a história de “Dampyr”, “I dannati di Praga”, ele vence o prêmio Fumo di China de melhor história realística do ano.

Em 2007, no Lucca Comics, inspirado pelos vampiros inimigos de Dampyr sai – por ele mesmo produzido – o portfólio “I maestri della notte”, edição esgotada.

Em 2007, ele foi contatato pela editora francesa Soleil para a qual ele realiza, na coleção “Hanté”, uma história em volume cartonado de título “Fontainebleau – la casa di sangue” sobre roteiro de Christophe Bec.

Em 2008, no Lucca Comics, sai o seu portfólio “I maestri della notte II”.

Em 2009, no Lucca Comics, sai o seu portfólio “I maestri della notte III”.

Em 2010, ele realiza, para a editora If Edizioni, seis novas capas para a reedição de “Lazarus Ledd”.

Em 2010, ele foi escolhido pela editora francesa Soleil para substituir nos desenhos, na série “Prométhée”, Chisthophe Bec. Ele realiza o 3º e o 4º episódio. Em 2010, ele foi contatato pela editora francesa Glénat para realizar uma história em dois números dedicados ao explorador amazônico Percy Fawcett.

Em 2014, ele entra a fazer parte do staff de “Tex”, sempre para a editora Sergio Bonelli Editore, para a qual ele realizou duas histórias breves: “Il mescalero senza volto” para o “Color Tex” nº 10 e “Maria Pilar” para o “Tex Magazine” nº 1. Para a série regular ele desenhou os números 701 “La regina dei vampiri” e 702 “Il tempio nella giungla”.

Atualmente, ele está trabalhando em uma história dupla, sempre para a série regular de “Tex”, sobre roteiro de Mauro Boselli.


A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud
Blueberry © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud – Dargaud Éditeur

O personagem Tex foi criado por Giovanni Luigi Bonelli e realizado graficamente por Aurelio Galleppini
Tex © Sergio Bonelli Editore

Blueberry, il fratello francese di Tex.
Blueberry, o irmão francês de Tex.

Sergio Bonelli
Editor e roteirista

Io ringrazio a Alessandro Bocci per il disegno di Blueberry e Tex, due miti del West, per il blog Blueberry.
Eu agradeço a Alessandro Bocci pelo desenho de Blueberry e Tex, dois mitos do Oeste, para o blogue Blueberry.

Afrânio Braga