domingo, 10 de novembro de 2013

"Blueberry" nº 8 “L’Homme au poing d’acier”

Capa de "L'Homme au poing d'acier", uma das reedições.


Prancha 1.


Prancha 2.


Prancha 3.


Prancha 4.


Prancha 5.

Ficha técnica

L’Homme au poing d’acier
“O Homem do Punho de Aço”
Roteiro: Jean-Michel Charlier
Desenhos e capa: Jean Giraud
Cores: Quadricromia
Volume: 8
Ano de publicação da primeira edição: 1970
Número de pranchas: 46
Gênero: Western
Preço: 11.99 €
Formato: 22,5x29,8 cm
Público: Todos os públicos – Família
Dargaud Éditeur, Paris, França

Fonte das imagens: Dargaud Éditeur.



Publicidade anunciando o lançamento do álbum “L’Homme au poing d’acier” (editado por Dargaud, em 1970), na revista semanal “Pilote” nº 576, de 19 de novembro de 1970. Fonte: BDzoom.



Pôstere Blueberry e Jethro “Steelfingers” Diamond jogando pôquer, Forte Smith, Arkansas, 5 de abril de 1871. Desenho de Jean Giraud, 1971. Fonte: Mauro Giordani, Itália.



Jethro “Steelfingers”. Ilustração de Moebius (Jean Giraud) para a capa do álbum “Steelfingers” publicado pela Epic Comics, em 1991, nos Estados Unidos.



A capa da 1ª edição.



A contracapa da 1ª edição.

Fonte das imagens: Bedetheque.


L’Homme au poing d’acier” - “O Homem do Punho de Aço”

Segundo álbum do ciclo do Cavalo de Ferro. As Segundas Guerras Indígenas (álbuns 7 a 10) - Colorado, Nebraska e Wyoming. Outono de 1868. Acontecimentos históricos: Ataque do acampamento Cheyenne de Black Kettle pelo Exército Americano e A Construção do Caminho de Ferro. Álbum 3 da segunda série da Editora Abril, publicado em maio de 1992.

Jean Giraud se inspirou em Jack Palance no cartaz de "The Desperados" ("Os Bandidos do Texas", título no Brasil), filme dirigido por Henri Levin, lançado em 1969, para a capa de “L'Homme aux poings d'acier" (“O Homem do Punho de Aço”), volume 8, publicado em 1970, e também para compor o visual de Jethro "Dedos de Aço".

"O Homem do Punho de Aço" é Jethro “Dedos de Aço”, chamado também conforme o original francês, Jethro "Steelfingers" – essa história recebeu, nos Estados Unidos da América, como título, "Steelfingers", o apelido, em inglês, do temível bandido, que sabotava as obras da companhia ferroviária Union Pacific sob as ordens da companhia concorrente Central Pacific. “Steelfingers” faz aliança com os Cheyennes e os Sioux, traficando armas para os índios atacarem os comboios da Union Pacific.

Blueberry conhece Guffie Palmer, a diretora de uma turnê teatral ambulante, que utilizava duas pequenas carroças para transportar a sua trupe de costa a costa - de Nova York a São Francisco. Guffie Palmer é salva dos índios pelo Tenente Blueberry, torna-se uma grande amiga dele e retornará no primeiro álbum do ciclo de Prosit Luckner. O Ouro da Sierra – “A Mina do Alemão Perdido”.

Em “L’Homme aux poings d’acier” (“O Homem do Punho de Aço”), surge Guffie Palmer, inspirada, com o corpo exagerado, por Jean Giraud, em Shelley Winters, de “The Scalphunters” (“Revanche Selvagem”), filme de Sidney Pollack, com Burt Lancaster e Telly Savalas, 1968. Após ter participado do Ciclo do Cavalo de Ferro. As Segundas Guerras Indígenas, Guffie Palmer reaparece no Ciclo Prosit Luckner. O Ouro da Sierra. Ela retorna no Ciclo do Primeiro Complô Contra Grant. A Decadência de Blueberry ("O Fora da Lei" e "Angel Face").

Blueberry, Jimmy e Red Neck em mais uma eletrizante aventura, estão envolvidos em tiroteios, cavalgadas, perseguições e emboscadas em um ritmo hollywoodiano de cinema western.

A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud.
Blueberry nº 8 L'Homme au poing d'acier© Jean-Michel Charlier / Jean Giraud - Dargaud Éditeur 1970
Blueberry © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud - Dargaud Éditeur

Afrânio Braga

Edições do grupo Média-Participations na Livraria Amazon Brasil





quinta-feira, 7 de novembro de 2013

"Blueberry" nº 7 “Le Cheval de fer”

Capa de "Le Cheval de fer", uma das reedições.


Prancha 1.


Prancha 2.


Prancha 3.


Prancha 4.


Prancha 5.


Ficha técnica

Le Cheval de fer
“O Cavalo de Ferro”
Roteiro: Jean-Michel Charlier
Desenhos, cores e capa: Jean Giraud
Volume: 7
Ano de publicação da primeira edição: 1970
Número de pranchas: 46
Gênero: Western
Preço: 11.99 €
Formato: 22,5x29,8 cm
Público: Todos os públicos – Família
Dargaud Éditeur, Paris, França

Fonte das imagens: Dargaud Éditeur.



A ilustração original da capa de “Le Cheval de Fer” feita por Jean Giraud. Fonte: lectraymond.



A capa da 1ª edição de “Le Cheval de fer”, Dargaud Éditeur, 1970. Fonte: lectraymond.



A capa de “Pilote” nº 370, 24 de novembro de 1966, quando do lançamento do episódio “Le Cheval de fer” na revista semanal da editora Dargaud. A ilustração apresenta diferenças em relação àquela da capa do álbum publicado em 1970. Fonte: Jean-Yves Brouard.


Le Cheval de fer” - “O Cavalo de Ferro”

Primeiro álbum do ciclo do Cavalo de Ferro. As Segundas Guerras Indígenas (álbuns 7 a 10) - Colorado, Nebraska e Wyoming. Outono de 1868. Acontecimentos históricos: Ataque do acampamento Cheyenne de Black Kettle pelo Exército Americano e A Construção do Caminho de Ferro.

Primeira aparição de Red Neck, mensageiro e explorador do exército americano, que leva uma carta do General Dodge solicitando a ajuda do Tenente Blueberry para a Union Pacific, companhia ferroviária liderada por ele e rival da Central Pacific – juntas, as duas companhias constroem o Caminho de Ferro, o qual ligará os oceanos Atlântico e Pacífico por meio de estradas de ferro costa a costa dos Estados Unidos da América.

Do encontro de Blueberry com Red Neck nasce uma grande amizade, cuja se prolongará por 16 anos de vida editorial até a história “Le Bout de la piste” (1986) - "O Fim da Pista" -, o último álbum do ciclo do Segundo Complô. O Crepúsculo da Nação Apache e a Reabilitação de Blueberry. Juntamente com Jimmy Mac Clure, eles formarão um trio de bons companheiros de aventuras.

Mike Blueberry salva Red Neck do estouro de uma manada de milhares de búfalos; logo depois, os dois parceiros encontram Jimmy Mac Clure emboscado pelos sioux – é a aventura em um ritmo intenso, mais rápido do que o cavalo de ferro, como os índios chamavam o trem.

Os traidores engenheiro Lewis e o pistoleiro Jethro Dedos de Aço, espiões da Central Pacific, são personagens da trama, com destaque para o segundo, que teve a mão decepada por uma machadinha em batalha com os sioux e será o título da história do próximo volume da série “Blueberry”.

O Tenente Blueberry fora enviado para manter a paz com os peles-vermelhas, devido à travessia de suas terras pelos trilhos da ferrovia. O encontro com os chefes Nuvem Vermelha, dos cheyennes, e Touro Sentado, dos sioux, é frustrado por uma cilada de Jethro Steelfingers e seus comparsas.

"O Cavalo de Ferro" foi o segundo álbum de "Tenente Blueberry", segunda série mensal da Editora Abril, em preto e branco, datado de abril de 1992.

Para o lançamento da nova série, a Editora Abril publicou um resumo do primeiro ciclo – Forte Navajo. As Primeiras Guerras Indígenas – ao qual ela chamou de "trailer"; o encarte, em preto e branco, lançado antes do nº 1 "O Homem da Estrela de Prata", foi distribuído gratuitamente nas revistas "Espada Selvagem de Conan" nº 88 e "Justiceiro" nº 5 e teve a capa de "A Pista dos Sioux" (também do segundo ciclo blueberryano). Texto do verso da capa: "Implacável como Clint Eastwood. Bravo como John Wayne. Justo como Kevin Costner. Só poderia ser o Tenente Blueberry, o mais audacioso oficial da cavalaria. Ele pacifica nações indígenas, vira xerife, escapa de emboscadas, caça perigosos facínoras e restaura a ordem numa terra sem lei. Inteligência, músculos e uma incrível pontaria transformam o Tenente no maior furacão do velho Oeste. Se ajeite na poltrona para curtir o mais sensacional bang-bang de todos os tempos."

Texto do verso da contracapa: "A seguir... Cenas dos próximos capítulos. É, a paz voltou ao Oeste, concluindo a saga indígena. Voltou mesmo? Que nada, a aventura está só começando! Blueberry ainda reserva muita emoção pra você! Em março estréia Tenente Blueberry, a nova revista mensal do herói. E ele terá vai ter que assumir, logo de cara, o posto de xerife numa cidade onde não existe lei: será O Homem da Estrela de Prata, nosso número 1 da saga. Se sair vivo dessa, o oficial do exército irá direto para as obras da estrada de ferro que ligará as costas pacífica e atlântica dos EUA. Jethro Dedos de Aço, um terrível bandido, quer sabotar o trabalho dos desbravadores usando sua mão mecânica. E Blueberry, onde andará? Saiba de tudo reservando já o seu exemplar do Tenente Blueberry... ou você perderá o trem da história!"

A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud.
Blueberry nº 7 Le Cheval de fer © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud - Dargaud Éditeur 1970
Blueberry © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud - Dargaud Éditeur

Afrânio Braga

Edições do grupo Média-Participations na Livraria Amazon Brasil





terça-feira, 5 de novembro de 2013

"Blueberry" nº 6 “L’Homme à l’étoile d’argent”

Capa de "L'Homme à l'étoile d'argent", uma das reedições.



Prancha 1.


Prancha 2.


Prancha 3.


Prancha 4.


Prancha 5.


Ficha técnica

L’Homme à l’étoile d’argent
“O Homem da Estrela de Prata”
Roteiro: Jean-Michel Charlier
Desenhos e capa: Jean Giraud
Cores: Quadricromia
Volume: 6
Ano de publicação da primeira edição: 1969
Número de pranchas: 47
Gênero: Western
Preço: 11.99 €
Formato: 22,5x29,8 cm
Público: Todos os públicos – Família
Dargaud Éditeur, Paris, França

Fonte das imagens: Dargaud Éditeur.



A capa da 1ª edição.



A prancha 2 da 1ª edição.



A contracapa da 1ª edição.

Fonte das imagens: Bedetheque.


L’Homme à l’étoile d’argent” - “O Homem da Estrela de Prata”

Fora de ciclo Blueberry Xerife. O primeiro retorno à vida civil em "O Homem da Estrela de Prata" - Arizona. Verão de 1868.

O álbum “O Homem da Estrela de Prata” é um dos oito, do total de 28 da série “Blueberry”, que não tem 46 páginas; os outros sete são: "O General Cabeça Amarela" (47 páginas), "O Espectro das Balas de Ouro" (52), "Balada para um Caixão" (62), "O Fora da Lei" (44), "Nariz Partido" (47), "Arizona Love" (56) e "Dust" (68).

Jean-Michel Charlier se inspirou em "Rio Bravo" ("Onde Começa o Inferno", título no Brasil; "Rio Bravo", título em Portugal), filme dirigido por Howard Hawks, lançado em 1959, para escrever o roteiro de "L' Homme à l'étoile d'argent" ("O Homem da Estrela de Prata"), álbum publicado em 1969.

Um clássico western: "Onde Começa o Inferno". John Wayne é John T. Chance, xerife de uma pequena cidade do Texas, Rio Bravo, prestes a enfrentar um bando de pistoleiros, contando com um quarteto inusitado: um bêbado (Dean Martin), um velho resmungão (Walter Brennan), um jovem e inexperiente pistoleiro (Ricky Nelson) e uma bela garota (Angie Dickinson).

"O Homem da Estrela de Prata": Xerife Blueberry, em um fora de ciclo da série, enfrentando um bando de pistoleiros com a ajuda de um velho resmungão e bêbado, Jimmy Mac Clure, um jovem e inexperiente pistoleiro, Dusty, e uma bela professora, Katie Marsh - o xerife Harrison, assassinado no início da história, também aludi ao bêbado, no filme, Dude (Dean Martin), auxiliar do xerife.

Para a capa do álbum "L'Homme à l'étoile d'argent" ("O Homem da Estrela de Prata"), 1969, Jean Giraud se inspirou naquela da revista "Star-Ciné Bravoure" Nº 144, de 01/10/1968, "Un pistolet à la main" ("Uma Pistola na Mão"), cuja fotografia publicada é uma cena do filme "Dos mil dolares por Coyote" ("Dos Mil Dólares por Coyote"), 1966, dirigido por León Klimovsky. Na capa do volume 6, o então Xerife Blueberry é substituído pelo ator James Philbrook, que interpreta Sam Foster no longa metragem espanhol; as únicas diferenças, entre os dois personagens, são a cor do chapéu, a estrela e a pistola.

Jean-Michel Charlier escreveu o roteiro de "L' Homme à l'étoile d'argent" ("O Homem da Estrela de Prata"), inspirado no de “Rio Bravo” (“Onde Começa o Inferno”), e, juntamente com Jean Giraud, homenageou John Wayne, o Xerife John T. Chance, no filme, com o seu rosto naquele de Harrison, personagem presente da página 5 a 8, Xerife de Silver Creek, cidadezinha isolada a dois dias a cavalo de Forte de Navajo.

Jean Giraud se inspirou no ator anglo-americano Charles Laughton para realizar o visual do Juiz de Silver Creek, vilarejo isolado, no Arizona, a dois dias de Forte Navajo, palco de “O Homem da Estrela de Prata”.

Jean Giraud se inspirou em uma cena do clássico western “High Noon” ("Matar ou Morrer"), 1952, dirigido Fred Zinnemann, com Gary Cooper, que foi usada em um dos cartazes do filme, para desenhar Blueberry, também xerife, no quadrinho 7 da página 23 de "L' Homme à l'étoile d'argent" (“O Homem da Estrela de Prata”), 1969.

Jimmy McClure, ajudante do Xerife Blueberry, em Silver Creek, na história “O Homem da Estrela de Prata”, desarma dois vaqueiros, cujos visuais foram inspirados, por Jean Giraud, naqueles dos atores John Wayne e Dean Martin no filme “Rio Bravo” (“Onde Começa o Inferno”).

“O Homem da Estrela de Prata” é a primeira história blueberryana lançada no Brasil, em fevereiro de 1976, pela Editora Abril, em uma edição especial, em cores, e em duas versões – brochura e cartonada. A capa é distinta daquela francesa, pois traz quatro quadrinhos da aventura. Texto da contracapa: "Forte Navajo. Em 1962, quando voltava de uma viagem que fez ao oeste dos Estados Unidos, o cenógrafo franco-belga Jean-Michel Charlier "sentiu" toda a epopéia do faroeste. Com o auxílio do excelente desenhista Jean Giraud criou esta história em quadrinhos cujo protagonista é o tenente Blueberry. Em um pequeno local situado na zona Apache, o Forte Navajo, o tenente dos "casacos azuis" vive suas emocionantes aventuras no melhor e mais fiel estilo do western cinematográfico. Esta história faz parte de uma série que se tornou famosa como uma das melhores criações em quadrinhos dos tempos atuais."

A Editora Abril relançou "O Homem da Estrela de Prata" em março de 1992, sendo o número 1 da segunda série, dessa vez em preto e branco. O último álbum da primeira série, "Blueberry", em cores, fora publicada em janeiro de 1991, mais de um ano antes.

O título mudou de "Blueberry" para "Tenente Blueberry", com o seguinte editorial para essa reestréia: "Arrependam-se, incréus, ímpios, descrentes, céticos, pirrônicos e incrédulos que não botavam fé e até duvidavam! Eis que ressurge Blueberry, criando e desfazendo confusão no Oeste como se nada tivesse acontecido – para alegria dos leitores fiéis que, durante a ausência do tenente nas bancas, foram todos pressão, via telefone, telex, cartas e ataques diretos à redação. Ok, cowboys! Vocês venceram! O Homem da Estrela de Lata segue a cronologia da produção da dupla Charlier/Giraud. Trata-se de uma aventura independente, imediatamente posterior à saga indígena, e que prepara o terreno para o início de um novo ciclo, do caminho de ferro, com início marcado para a edição que vem. Fãs incondicionais do gênero bangue-bangue reconhecerão nas páginas seguintes algumas semelhanças com o clássico “Onde Começa o Inferno” (“Rio Bravo”), filme de Howard Hawks. O xerife acossado pelo bando de criminosos – John Wayne, nas telas – é substituído por um encrenqueiro, velho conhecido nosso..."

Após o ciclo das Primeiras Guerras Indígenas, das quais participou, o velho parceiro blueberryano Jimmy Mac Clure passa por Silver Creek, uma cidadezinha isolada do Arizona, a dois dias de Forte Navajo, aonde os irmãos Sam e Bud Bass, os poderosos da região, apavoram o local com o seu bando, que assassina o Xerife.

Jimmy fala tão bem de Mike Blueberry, que alguns moradores assinam uma carta pedindo ao comandante do forte que o enviasse para substituir o Xerife. O Tenente é envolvido sem ser consultado e, no lugarejo, usando trajes militares com civis, assume a missão e quase namora a valente mocinha Katie Marsh, bela e destemida professora, com direito à despedida romântica, só faltando um beijo.

A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud.
Blueberry nº 6 L'Homme à l'étoile d'argent © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud - Dargaud Éditeur 1969
Blueberry © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud - Dargaud Éditeur

Afrânio Braga

Edições do grupo Média-Participations na Livraria Amazon Brasil

Editora Mythos

Editora Pipoca e Nanquim

Editora Trem Fantasma




domingo, 3 de novembro de 2013

"Blueberry" nº 5 "La Piste des Navajos"

Capa de "La Piste des Navajos", uma das reedições.


Prancha 1.


Prancha 2.


Prancha 3.


Prancha 4.


Prancha 5.


Ficha técnica

“La Piste des Navajos”
“A Pista dos Navajos”
Roteiro: Jean-Michel Charlier
Desenhos, cores e capa: Jean Giraud
Volume: 5
Ano de publicação da primeira edição: 1969
Número de pranchas: 46
Gênero: Western
Preço: 11.99 €
Formato: 22,5x29,8 cm
Público: Todos os públicos – Família
Dargaud Éditeur, Paris, França

Fonte das imagens: Dargaud Éditeur.



A capa da 1ª edição.



A prancha 1 da 1ª edição.




A contracapa da 1ª edição.

Fonte das imagens: Bedetheque.


"La Piste des Navajos" - "A Pista dos Navajos"

Quinto e último álbum do ciclo Forte Navajo. As Primeiras Guerras Indígenas (álbuns 1 a 5) - Arizona, Novo México e Texas. Junho de 1867 a maio de 1868. Acontecimentos históricos: Negócio Bascom, As Guerras Indígenas e A Construção do Caminho de Ferro.

Uma das edições da Meribérica, editora portuguesa, é dos anos 1980. A Editora Abril publicou como o volume 4, em cores, seguindo a numeração atrasada um número em relação à série francesa, devido à publicação do álbum 1, "Forte Navajo", na série Graphic Novel, que foi uma espécie de pré-lançamento de "Blueberry" em 1990.

Jimmy Mac Clure, primeiro parceiro de Blueberry, aparece, na capa, correndo ao lado do Tenente, com o seu tradicional charuto na boca. A cena representa a ação na qual Blueberry salva Jimmy de um incêndio que destruiu por completo a cidade fantasma de San Felix, que estava localizada entorno da extinta mina de ouro.

Blueberry enfim acerta as contas com Quanah, Águia Solitária, que havia assassinado covardemente o seu amigo Crowe. O chefe Cochise, que reaparecerá em "Nariz Partido" (primeiro álbum do ciclo do Segundo Complô. O Crepúsculo da Nação Apache e a Reabilitação de Blueberry), decide que os dois duelariam amarrados pelos punhos, com machadinhas, no ritual do círculo da morte – Blueberry vinga o amigo e escalpela Quanah, tal qual como esse fizera com Crowe.

Os desertores do exército sulista, Finlay e Kimball, têm participação ativa na aventura. Os dois "jay-hawkers" reaparecerão no ciclo Chihuahua Pearl. O Tesouro dos Confederados.

A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud.
Blueberry nº 5 La Piste des Navajos © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud - Dargaud Éditeur 1969
Blueberry © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud - Dargaud Éditeur

Afrânio Braga

Edições do grupo Média-Participations na Livraria Amazon Brasil





sábado, 2 de novembro de 2013

"Blueberry" nº 4 "Le Cavalier perdu"

Capa de "Le Cavalier perdu", uma das reedições.


Prancha 1.


Prancha 2.


Prancha 3.


Prancha 4.


Prancha 4.


Ficha técnica

“Le Cavalier perdu”
“O Cavaleiro Perdido”
Roteiro: Jean-Michel Charlier
Desenhos: Jean Giraud e Jijé
Capa: Jean Giraud
Cores: Claude Poppé
Volume: 4
Ano de publicação da primeira edição: 1968
Número de pranchas: 46
Gênero: Western
Preço: 11.99 €
Formato: 22,5x29,8 cm
Público: Todos os públicos – Família
Dargaud Éditeur, Paris, França

N. C.: Recolorização: Claudine Blanc-Dumont

Fonte das imagens: Dargaud Éditeur.



A capa da 1ª edição.


 A prancha 1 da 1ª edição.



A contracapa da 1ª edição.

Fonte das imagens: Bedetheque.


LE CAVALIER PERDU
Quarto episódio

Essa história foi pré-publicada em “Pilote” entre 29 de abril e 7 de outubro de 1965.

Jijé, de cujo Giraud foi discípulo até sua estreia, desenha as pranchas 18 a 38 desse episódio e explicou à época: "Essa colaboração me foi pedida por Charlier, quando Giraud havia desaparecido nos Estados Unidos da América sem deixar endereçoPequena vingança contra os monstruosos atrasos dos roteiros de Charlier?”.
Esse álbum marca uma etapa para Giraud na relação com seu "mestre" Jijé: "Foi ali, nesse momento, que eu senti que estava terminado, que alguém se livrou da relação pai/filho. Nós éramos de igual para igual, um profissional que presta serviço a outro profissional. Foi certamente bastante artificial porquanto ao ponto de vista do estilo, ele ainda era superior a mim em cem côvados. Ele me substituiu quando eu estava na América, onde eu estava quaisquer semanas sem poder desenhar. Ele deve ter dito que, à época, eu não tinha mais tempo para respirar: eu terminava um episódio e, imediatamente, eu começava outro, era loucura!".

A destacar, a aparição, pela primeira vez, do fiel Jimmy Mac Clure.

Fonte: Blueberry L’Intégrale / 1. Anthology – Les classiques de la bande dessinée. Charlier – Giraud. Éditions Niffle, Bélgica, 2002.


"Le cavalier perdu" - "O Cavaleiro Perdido"

Esse episódio foi publicado na revista "Pilote" entre 29 de abril e 7 de outubro de 1965, e lançado em álbum em 1968; é o quarto volume do ciclo Forte Navajo. As Primeiras Guerras Indígenas (álbuns 1 a 5) - Arizona, Novo México e Texas. Junho de 1867 a Maio de 1868. Acontecimentos históricos: Negócio Bascom, As Guerras Indígenas e A Construção do Caminho de Ferro. As cores da reedição de junho de 2002 são de Claudine Blanc-Dumont, colorista dos álbuns realizados por seu marido, Michel Blanc-Dumont, para a série "A Juventude de Blueberry".

Jijé auxiliou, pela segunda e última vez, o seu ex-discípulo Gir - o qual estava ao seu nível ou até o superava -, desenhando 21 pranchas dessa história, cujo título, "O Cavaleiro Perdido", alude ao Tenente Graig, que foi salvo pelo seu colega de farda, o Tenente Blueberry.

Surge Jimmy Mac Clure, um garimpeiro de ouro, velhote, baixinho, barrigudo, beberrão, cheio de trapalhadas e muito corajoso, que se tornará o primeiro parceiro de Mike Steve, sendo seu amigo e companheiros de aventuras, na grande maioria dos álbuns da série central, com 18 anos de vida editorial – de “Le Cavalier perdu” (1968) - "O Cavaleiro Perdido" – até “Le Bout de la piste”  (1986) - "O Fim da Pista".

A Editora Abril lançou o álbum em dezembro de 1990, em cores, e sempre com a numeração atrasada: número 3 x número 4 da série francesa. A editora brasileira usou as expressões "túnicas azuis" para designar os soldados norte-americanos e "Nariz Quebrado" para Blueberry, ao invés de "Nariz Partido" conforme a editora portuguesa Meribérica intitulou anos antes o álbum "Nez Cassé" (França, 1980). Nariz Partido – Tsi-na-pah – é o apelido dado pelos Apaches a Blueberry, devido seu nariz quebrado pelo General Dodge na série paralela "A Juventude de Blueberry".

A destacar a participação do mestiço Crowe, ex-tenente da Cavalaria, que salva Blueberry e Jimmy McClure do poste dos martírios e da vingança de Quanah, a Águia Solitária. E ainda os ex-combatentes sulistas, Capitão Finlay e Cabo Kimball, que também salvam, juntamente com um grupo de "jay-hawker", a dupla de amigos e companheiros de aventuras, dessa vez da forca, no México.

A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud.
Blueberry nº 4 Le Cavalier perdu © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud - Dargaud Éditeur 1968
Blueberry © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud - Dargaud Éditeur

Afrânio Braga

Edições do grupo Média-Participations na Livraria Amazon Brasil

Editora Mythos


Editora Trem Fantasma