sexta-feira, 10 de junho de 2016

Exposição Gir-Moebius Fou et Cavalier

Exposição Giraud – Moebius "Fou et Cavalier"
19 e 20 de junho de 2008
Espace Cortambert
Paris, França


N. C.: Convite para a exposição e capa de um livro de 16 páginas 
feito para a exposição. Arzak, de Moebius, e Blueberry, de Giraud.


Ilustrações do álbum da exposição

Portrait



Tir au vol



Two Guns



Cavalcade



Caisse Verte



Blueberry



Attaque de banque



Little Bouddha



Anti G - Moebius



Fou et Cavalier - Moebius



Faux Cube - Moebius



Trois Émeraudes, Malvina - Moebius



Au loin - Gir


Artigo da revista “Bodoï” sobre a exposição “Fou et Cavalier”:


Moebius ao lado cota!

A exposição Fou et Cavalier foi organizada para um público escolhido cuidadosamente, convidado a admirar (e comprar) as telas inéditas de Mœbius – Jean Giraud. “BoDoï” faz você entrar pela pequena porta, revelando alguns desses quadros e se interroga sobre a cota do mestre.

700.000 euros por um Hergé, 177.000 euros um Bilal. Os artistas de histórias em quadrinhos mostraram nesses últimos tempos que eles têm a cota. Sem surpresa, Mœbius, aliás, Jean Giraud, faz parte desses que gostam particularmente os leiloeiros. Após uma venda em leilões inteiramente dedicada às suas criações (organizada por Millon et Associés, em novembro de 2007), uma venda privada intitulada Fou et Cavalier foi consagrada a ele em junho último, juntando 50 obras inéditas. Jean Giraud as realizou, especialmente para o evento, em seis meses somente.

“A ideia era de mesclar meus trabalhos assinados Mœbius àqueles assinados Jean Giraud, a fim de apresentar uma espécie de balanço de minha carreira começada aos 18 anos, quer dizer, há 50 anos!”

Resultado: uma bela galeria de retratos indo de Blueberry ao Major Fatal, representados conforme as técnicas tão variadas como a aquarela, o lápis de cor ou o guache. Cerca de 500 pessoas vieram admirar os quadros expostos em um apartamento do 16º distrito parisiense. Mais da metade dos desenhos, vendidos entre 2.500 e 25.000 euros, encontraram comprador. Gonzague de Waresquiel e Fabrice Frémy têm aberto seu caderno de endereços e emprestado o lugar a Mœbius Production, que administra a obra de Mœbius. “Fabrice e eu somos aficionados de histórias em quadrinhos”, explica Gonzague de Waresquiel. “Nós desejamos organizar as vendas de prestígio entorno desse meio a fim de atrair um novo público: aquele do show businnes ou da finança. Vincent Bolloré, Ridley Scott, Jan Kounen e Michel Barnier também vieram assistir a exposição.”

Para Isabelle Giraud, esposa do artista e diretora da Mœbius Production, esse evento privado visava em preparar outro: “Eu tenho a ambição de montar uma grande exposição entorno da obra de Jean, que contaria mais de 300 peças. Mas, para isso, eu tenho desejo de encontrar os conservadores de museu ou os financiadores capazes de apoiar esse projeto.”.

Eis quem terá o mérito de apoiar a cota do desenhista de “L’Incal” no mercado de arte contemporânea. “Em vez de um “mercado de arte contemporânea”, eu falaria antes de um “mercado da arte de nossos contemporâneos” sobre a qual ele deve ser ativo”, nuança Isabelle Giraud. “Esses são os investidores ou os museus que eles dirigem. Nossa margem de manobrar consiste em aceitar ou não vender as obras.”E de criá-las, se poderia ajuntar. Pois as ilustrações e as telas dos autores acham mais facilmente comprador que as pranchas, isso que obriga os fazedores de balões a pintar.

“Qual gênero de artistas somos nós, os autores de histórias de quadrinhos?”, se interroga Jean Giraud. “Nosso trabalho é, geralmente, o fruto de uma encomenda, ele responde aos imperativos editoriais ou roteirísticos. Os retratos que eu tenho pintado para a exposição Fou et Cavalier se aparentam antes a ilustrações que a quadros. Minhas telas podem se impor pela sua qualidade plástica, mas também pelo seu poder emocional. Pois os compradores as compram também pelos personagens representados, que eles gostavam em sua infância.”.

É porque Jean Giraud não se esquece de trabalhar em seus álbuns. E anuncia, para o mês de outubro, a saída do 5º volume de “Inside Mœbius”.

Allison Reber

Fonte: Espace Cortambert, Paris, França.

Exposition Gir-Moebius Fout et Cavalier © Moebius Production, Espace Cortambert 2008
Moebius côté cote! © Alisson Reber, Bodoï 2008


Dorée Malone, artista vedete do saloon Dunhill, à cabeceira de Blueberry
durante a sua convalescência no último ciclo “Mister Blueberry”, em
um retrato descoberto em 2008, na ocasião da exposição
“Fou et cavalier” no Espace Cortambert, em Paris, França.

Fonte: Louis-Hugues Jacquin, Casablanca, Marrocos.


Moebius pintando esse retrato de Dorée, namorada de Blueberry,
para a exposição privada "Fou et cavalier". Fotografia publicada
na edição japonesa de “40 days dans le Désert B”.

Fonte: Claude Mazere, Paris, França.


Outra pintura da exposição “Fou et cavalier”: Chihuahua Pearl.

Fonte: Claude Mazere, Paris, França.

N. C.: Lily Calloway, dita Chihuahua Pearl, é a mais famosa namorada de Mike Blueberry.

Afrânio Braga
Manaus, Amazonas, Brasil

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quarta-feira, 1 de junho de 2016

“La Jeunesse de Blueberry” nº 8 “Trois hommes pour Atlanta”

Capa, reedição de 2005. 


Prancha 1. 

Prancha 2. 


Prancha 3. 


Prancha 4. 


Prancha 5. 


Contracapa, reedição 2005.

Ficha técnica

“Trois hommes pour Atlanta”
“Três Homens para Atlanta”
Roteiro: François Corteggiani
Desenhos e capa: Colin Wilson
Cores: Janet Gale
Volume: 8
Ano de publicação: Alpen Publishers: 1993 (1); Dargaud: 2000 (2), 2000 (Collection Édition en OR), 2005 (3).
Número de pranchas: 46
Gênero: Western
Preço: 11.99 €
Formato: 22,5x29,5 cm
Público: Todos os públicos – Família
Alpen Publishers, Genebra, Suiça
Dargaud Éditeur, Paris, França

Fonte: Dargaud Éditeur e Bedetheque.

N. C.: 1) Alpen Publishers: Capa dupla – o desenho se estende da capa à contracapa. Contracapa: “Blueberry”: 23 títulos; “Marshal Blueberry”: 2 títulos; “La Jeunesse de Blueberry”: 8 títulos. 2) Dargaud, 2000: Capa dupla – o desenho se estende da capa à contracapa. Contracapa: “Blueberry”: 26 títulos; “Marshal Blueberry”: 3 títulos; “La Jeunesse de Blueberry”: 12 títulos (11 publicados, 1 a publicar); “Hors collections”: 3 títulos. 3) Dargaud, 2005: Contracapa: “Blueberry”: 28 títulos; “Marshal Blueberry”: 3 títulos; “La Jeunesse de Blueberry”: 14 títulos (13 publicados, 1 a publicar); “Hors collections”: 3 títulos.


Paralelamente ao ciclo clássico da saga de Blueberry, Jean Giraud desenha, entre 1968 e 1970, a juventude do futuro tenente. Essa “série” retoma seu curso em 1985 sob o lápis de Colin Wilson, muito respeitoso do estilo imposto por Jean Giraud.

Quando Jean-Michel Charlier e Jean Giraud se lançaram em “La Jeunesse de Blueberry”, eles não poderiam imaginar a qual ponto essa outra faceta da vida de Blueberry iria apaixonar os leitores. Hoje, é Michel Blanc-Dumont que assume o grafismo – com maestria – ao lado do roteirista François Corteggiani.

Fonte: Dargaud Éditeur.


 A capa, Alpen Publishers, 1993


 A prancha 17, Alpen Publishers


A contracapa, Alpen Publishers


Blueberry fugiu da prisão de Rome, na Geórgia, a bordo de um trem sulista. Essa façanha vale a ele ser colocado sob as ordens do general Sherman, que vem de empreender sua marcha rumo ao mar, a fim de cortar em dois um Sul já moribundo. Blueberry é enviado a Atlanta, como batedor, para avaliar a importância das fortificações da cidade, mas as sombras, vindas de seu passado próximo, o esperam...

Fonte: “Trois hommes pour Atlanta”, Dargaud Éditeur, 2000.


Blueberry, o sargento Grayson e Homer rompem em Atlanta, na qual se parece visivelmente entrar como em um moinho apesar de “as formidáveis defesas da cidade”.

Nossos heróis passeiam em toda quietude, em seguida se fazem sitiar, depois fogem, depois passeiam, depois se fazem sitiar...

Blam! Blam! Paw! E paw-paw-paw!

Não muito evoluído!

Voltaire

Fonte: Bedetheque.

A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud.

Fonte das imagens: Bedetheque: capa e contracapa, Dargaud Éditeur, 2005; capa, prancha 17 e contracapa, Alpen Publishers, 1993. BDfugue: pranchas 1, 2, 3, 4 e 5, Dargaud Éditeur, 2005.

La Jeunesse de Blueberry nº 8 Trois hommes pour Atlanta © François Corteggiani, Colin Wilson, Alpen Publishers 1993
La Jeunesse de Blueberry nº 8 Trois hommes pour Atlanta © François Corteggiani, Colin Wilson, Dargaud Éditeur 2000, 2005

Afrânio Braga

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Editora Pipoca e Nanquim

Editora Trem Fantasma



sexta-feira, 13 de maio de 2016

Giraud em Território Apache – Entrevista

Jean Giraud dedicando um álbum "Apaches", fora de série "Blueberry".
Fotografia de Joël Philippon, publicada em leprogres.fr


Entrevista com Jean Giraud
GIRAUD EM TERRITÓRIO APACHE
20 de outubro de 2007


Publicado à margem do Ciclo Mister Blueberry, o álbum “Apaches” é um fora de série publicado, em outubro, pela Dargaud. Segundo Jean Giraud, o álbum se trata de uma “obra renovada dada de presente aos leitores de Blueberry”.  Essa reprise, muito profundamente retrabalhada, traz um vislumbre novo sobre a vida do célebre tenente de nariz partido. De fato, este episódio se situa cronologicamente justo antes de “Forte Navajo”, o primeiro volume da saga.


“Apaches” não é uma obra inédita. Entretanto, o álbum tal qual se apresenta hoje constitui um conjunto original. Você poderia nos falar da gênese desta história?

Os leitores do Ciclo Mister Blueberry se surpreenderam que Blueberry foi quase ausente da ação ligada ao célebre duelo do OK Corral. De fato, ele foi gravemente ferido no começo da história. Mas durante sua convalescência, ele contou, em flash-back, um episódio de sua juventude, quando do seu primeiro encontro com Gerônimo. Foi essa aventura, essa “história na história” disseminada através dos cinco álbuns do ciclo, que eu escolhi desenvolver para fazer um álbum autônomo. Eu desejei retornar neste episódio porquanto, segundo eu, é ali que se encontra o verdadeiro eixo da história, que ilumina com uma luz nova a psicologia de Blueberry.


Efetivamente, mesmo se essa intriga já é conhecida, o fato de relê-la em sua unidade lhe dá uma força e uma coerência que nós não suspeitávamos. Mas isto teve que suscitar bastante trabalho?

Foi uma reposição de forma completa. Eu tive que dar uma nova apresentação e, sobretudo, conferir um tom inédito ao conjunto. Para encontrar a coerência e a justificação da história, eu retrabalhei um grande número de textos. Em seguida, eu tive que modificar várias cenas de narrativa, quando Blueberry contou sua história no passado, a fim de substituí-las por cenas de ação diretas no presente. Igualmente, eu inventei numerosos quadrinhos de ligação para assegurar a continuidade da intriga.  E enfim – e foi, para mim, o mais importante – eu tive que criar inteiramente as páginas finais, que fecham de vez esta história e permitem de reintegrá-la, como um prelúdio, às aventuras de Blueberry. É um episódio anterior a “Forte Navajo”, o primeiro álbum da série.


Você disse também que isso lhe permitiu corrigir certo número de erros de desenho. Jean Giraud desenhou mal o álbum? Isso seria um furo jornalístico...

(Risos). Há sempre pequenas retificações necessárias. Os reparos de desenho, às vezes, imperceptíveis. (Jean Giraud abre os diversos álbuns do ciclo para compará-los com as “novas” pranchas de “Apaches”). Aqui, eu removi um pilar visto que ele incomodava a legibilidade do desenho. Lá, foi diminuída uma mão a fim de melhor aderir à perspectiva. Eu mesmo corrigi uma verdadeira asneira. Na primeira versão, nós vimos um oficial que aparecia com uma barba e que a perdia desde o quadrinho seguinte! Felizmente, ninguém tinha notado. Mas, doravante, graças a “Apaches”, ela foi encontrada.


No total, o álbum se trata, portanto, de um trabalho considerável.

Considerável, de fato. Em cada página e, às vezes, em cada quadrinho, o álbum tem uma quantidade de detalhes ínfimos que foram retomados, tanto no nível do desenho quanto da cor. Aqueles que querem comparar as duas versões podem passar horas nisso. Porque, eu creio, isto não é o jogo dos “7 erros”, isto seria mais aquele dos “777 erros”!


Nesse álbum, Blueberry aparece como um bêbado, sempre entre duas brigas. Um verdadeiro anti-herói. É esta realmente a imagem que você quis dar?

Era inevitável. A partir da morte de Charlier, eu não me sinto mais obrigado a respeitar essas leis do gênero. Foi por isso que Blueberry não é mais militar. Ele se tornou civil nesse “mister Blueberry” – que constitui um jogo de palavras para compreender como o “mystère Blueberry” (N. C.: “mistério Blueberry”). O impetuoso jovem homem que nós vimos em “A Juventude de Blueberry” foi profundamente atingido pela Guerra de Secessão. Ao final desse conflito, ele viveu um episódio trágico – um dia pode ser que eu conte – que o transformou profundamente. Ele se tornou um desperdício humano que atravessa uma grave depressão pós-traumática. À maneira de determinados veteranos de regresso do Vietnã ou do Iraque.


Isso faz com que o verdadeiro herói da ação mais pareça ser Gerônimo.

Sim, face Blueberry se tornar um perdido, é Gerônimo o verdadeiro herói. Ele constata sua degradação e utiliza seu desespero como uma alavanca. Nós vemos: minha preocupação não é a história ou a anedota, mas a parte de espiritualidade. Foi lá o verdadeiro eixo de minha história.


Pare-me se eu me engano: nós temos a impressão que esse Blueberry é bem desenhado por Giraud, mas foi Mœbius quem assinou o roteiro...

Eu estou inteiramente de acordo. É belo e bem um roteiro mœbiusiano. Porquanto, ele é marcado por todas as características que são o retorno permanente, as correspondências entre o passado e o presente, os jogos sobre as estruturas e os temas. E, sobretudo, as ideias de redenção e de busca introspectiva.


Nós sabemos que você vem de terminar o último episódio de “XIII”, que sairá em novembro de 2007. Mas o quê nos reservar o porvir? Nós podemos esperar um novo Blueberry ou nós vamos ver revir Mœbius?

Ah, é uma escolha cruel! Para dizer a verdade, eu não tenho ainda nada decidido. Eu tenho a possibilidade de fazer um novo “Inside Mœbius”. Mas, eu também estou extremamente tentado de reencontrar o universo do western e o estilo do Oeste que jogo sobre a performance e a acumulação gráfica. Visto que eu tenho vários roteiros em mente, inclusive um “Blueberry 1900”, mais centrado no fantástico. Mas eu creio que isto se decidirá no último momento...

Stan Barets

Fonte: Dargaud Éditeur, Paris, França.

Interview Giraud Jean. Giraud en Pays Apaches © Stan Barets, Dargaud Éditeur 2007

N. C.: A fotografia de Jean Giraud, feita por Joël Philippon, não consta na entrevista publicada no site da editora Dargaud.

Afrânio Braga

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domingo, 1 de maio de 2016

“La Jeunesse de Blueberry” nº 7 “La poursuite impitoyable”

Capa, reedição de 2003. 



Prancha 1. 



Prancha 2. 



Prancha 3. 



Contracapa, reedição de 2003. 

Ficha técnica

“La poursuite impitoyable”
“A Perseguição Implacável”
Roteiro: François Corteggiani
Desenhos e capa: Colin Wilson
Cores: Janet Gale
Volume: 7
Ano de publicação: Novedi: 1992 (1) (2); Dupuis: 1992 (1) (2) (3) Dargaud: 2003 (4) (5).
Número de pranchas: 46
Gênero: Western
Preço: 11.99 €
Formato: 22,5x29,5 cm
Público: Todos os públicos – Família
Novedi, Bélgica
Dupuis, Charleroi, Bélgica
Dargaud Éditeur, Paris, França

Fonte: Dargaud Éditeur e Bedetheque.

N. C.: Novedi e Dupuis: 1) Capa dupla – o desenho se estende da capa à contracapa. 2) Contracapa: “Blueberry”: 23 títulos; “La Jeunesse de Blueberry”: 7 títulos. 3) Dupuis: Collection Repérages. Dargaud: 4) Duas edições publicadas em 2003. 5) Contracapa: “Blueberry”: 27 títulos; “Marshal Blueberry”: 3 títulos; “La Jeunesse de Blueberry”: 13 títulos; “Hors collections”: 3 títulos.


Paralelamente ao ciclo clássico da saga de Blueberry, Jean Giraud desenha, entre 1968 e 1970, a juventude do futuro tenente. Essa “série” retoma seu curso em 1985 sob o lápis de Colin Wilson, muito respeitoso do estilo imposto por Jean Giraud.

Quando Jean-Michel Charlier e Jean Giraud se lançaram em “La Jeunesse de Blueberry”, eles não poderiam imaginar a qual ponto essa outra faceta da vida de Blueberry iria apaixonar os leitores. Hoje, é Michel Blanc-Dumont que assume o grafismo – com maestria – ao lado do roteirista François Corteggiani.

Fonte: Dargaud Éditeur.


A capa, Novedi, 1992


A prancha 3, Novedi


A contracapa, Novedi


A capa, Dupuis, 1992


A contracapa, Dupuis


Primeiro episódio assinado por Corteggiani, que tem a difícil tarefa de substituir Charlier, bem como de terminar uma história que aquele não concluiu.

Nesse contexto diríamos que ele não se saiu mal, embora a sucessão parecesse difícil.

Ponto positivo, ele retoma o desenvolvimento da personagem do sargento Grayson que Charlier tinha criado no álbum precedente. Para resumir, Grayson vem do Novo México, o que faz Blueberry responder (via Charlier): “O território dos comedores de pimentas? Nenhuma chance que eu vá lá algum dia!”

Voltaire

Fonte: Bedetheque.

A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud.

Fonte das imagens: BDfugue: pranchas 1, 2 e 3 e contracapa, Dargaud, 2003. Bedetheque: capa, Dargaud, 2003; capa, prancha 3 e contracapa, Novedi, 1992; capa e contracapa, Dupuis, 1992. Colin Wilson: desenho original da capa.

La Jeunesse de Blueberry nº 7 La poursuite impitoyable © François Corteggiani / Colin Wilson - Novedi 1992
La Jeunesse de Blueberry nº 7 La poursuite impitoyable © François Corteggiani / Colin Wilson - Dupuis 1992
La Jeunesse de Blueberry nº 7 La poursuite impitoyable © François Corteggiani / Colin Wilson -Dargaud Éditeur 2003

Afrânio Braga

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