sábado, 3 de dezembro de 2022

Monument Valley em “Blueberry”

Monument Valley à noite. 


Monument Valley
em “Blueberry”


Monument Valley nevado.


A capa de “Blueberry” n° 22 “Le Bout de la piste”.


O Monument Valley, localizado na fronteira entre o Utah, Colorado, Novo México e Arizona, nos Estados Unidos da América, inspirou Jean Giraud para a realização da capa do álbum “Le Bout de la piste” (“O Fim da Pista”, título em português), cuja história se passa no México e em Utah.


Monument Valley nublado.


Monument Valley na vinheta 4 da prancha 9 de
“Blueberry” n° 23 “Arizona Love”, edição em inglês.


Na história "Arizona Love" ("Arizona Love", título em português), Mike Blueberry entra, a cavalo, na igreja de Tacoma, Novo México, interrompe a cerimônia do casamento de Chihuahua Pearl e Duke Stanton e sequestra a noiva. Jean Giraud se inspirou no Monument Valley para compor parte do cenário da fuga da dupla de ex-namorados, que são perseguidos por um grupo liderado pelo furioso Duke Stanton.


Monument Valley na vinheta 1 da prancha 1 de
“Blueberry” n° 11 “La Mine de l’Allemand perdu”.


A refeitura da vinheta 1 da prancha 1 de
“Blueberry” n° 11 “La Mine de l’Allemand perdu”.


A refeitura da vinheta 1 da prancha 1 de “Blueberry” n° 11 “La Mine de 
l’Allemand perdu”, desenho da página de guarda dos álbuns de “Blueberry”.


Em 1995, Jean Giraud redesenhou a rua principal de Palomito, pequena cidade da Fronteira - onde Blueberry foi xerife, auxiliado por Jimmy McClure -, no Arizona, que aparece no primeiro quadrinho da história “La Mine de l’Allemandu perdu” ("A Mina do Alemão Perdido", título em português), para a página de guarda de "Mister Blueberry" (“Mister Blueberry”, título em português), primeiro álbum do ciclo Mister Blueberry – também chamado de ciclo Tombstone e de ciclo O. K. Corral -, cuja foi utilizada nos demais álbuns da série "Blueberry".



Monument Valley

Monument Valley é uma região de clima desértico dos Estados Unidos da América situada na reserva dos índios Navajos em cuja área se encontra um monumento, que marca o ponto de divisas de quatro Estados americanos, denominado "As Quatro Esquinas" que é comum a quatro Estados - Utah, Colorado, Novo México e Arizona.

A região do Monument Valley foi muito usada para gravação de filmes desde os anos 1930, principalmente no gênero western e, particularmente, os filmes do diretor John Ford tendo como ator principal John Wayne; e também é referenciada e retratada em diversos jogos eletrônicos.
 
Filmes

Stagecoach (1939) - Nos Tempos da Diligência*
Billy the Kid (1941) – Gentil Tirano*
Fort Apache (1948) – Sangue de Heróis*
How the West Was Won (1962) - A Conquista do Oeste*
2001: A Space Odyssey (1968) – 2001: Uma Odisseia no Espaço*
C'era una volta il West / Once Upon a Time in the West (1968) - Era uma Vez no Oeste*
Easy Rider (1969) – Sem Destino*
The Eiger Sanction (1975) – Escalado para Morrer*
Indiana Jones and the Last Crusade (1989) – Indiana Jones e a Última Cruzada*
Thelma & Louise (1991) – Thelma & Louise*
Forrest Gump (1994) - Forrest Gump - O Contador de Histórias*
Cars (2006) – Carros*
The Lone Ranger (2013) - O Cavaleiro Solitário*
A Million Ways to Die in the West (2014) - Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola*
Transformers: Age of Extinction (2014) - Transformers: A Era da Extinção*
Fantastic Beasts and Where to Find Them (2016) - Animais Fantásticos e Onde Habitam*

N. C.: * Título no Brasil.

Jogos

No jogo Tekken, de 1994, a região é o cenário de umas das arenas do jogo.
Grand Theft Auto: San Andreas, a região de Bone County no jogo, é baseada em Monument Valley.
Red Dead Redemption, Nuevo Paraiso tem bastantes semelhanças com a região.
Horizon Zero Dawn se passa parcialmente em nessa região.
O jogo Monument Valley, para dispositivos móveis, é um jogo de puzzle com diversas referências à região.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre – com adaptações.

Fontes das imagens: Monument Valley à noite: Ed Moss para Grand Canyon Trust; Monument Valley com neve: Buckflip; Capa de “Blueberry” tome 22 “Le Bout de la piste”: Dargaud Éditeur; Monument Valley nublado: Internet; Vinheta 4 da prancha 9 de “Blueberry” n° 23 “Arizona Love” edição em inglês em preto e branco: The Airtight Garage; Vinheta 1 da prancha 1 de “Blueberry” nº 11 “La Mine de l’Allemand perdu”: Bedetheque; Refeitura da vinheta 1 da prancha 1 de “Blueberry” nº 11 “La Mine de l’Allemand perdu”: Blog Comic-Historietas; Monument Valley: Wikipédia.

A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud.
 
Blueberry © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud – Dargaud Éditeur
© Autores, produtores, diretores e seus herdeiros legais

Afrânio Braga

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sábado, 26 de novembro de 2022

Blueberry por Marco Ghion



BLUEBERRY POR

 

MARCO GHION


Marco Ghion e Enea Riboldi.

Marco Ghion

Nato a Milano il 25 dicembre 1980, dopo il diploma di geometra, frequenta la Scuola del Fumetto di Milano nel 2001 e si diploma come disegnatore realistico.

Dopo una breve esperienza nel settore dell'animazione, nel 2009 incontra Bruno Bozzetto, celebre regista e animatore. Qui inizia la sua collaborazione nello StudioBozzetto di Milano, con animazioni in grafica, studio personaggi  e background artist, su serie 3D animate (“Topo Tip”) e spot pubblicitari (Nutella, Campari, Atalanta), sviluppando una forte passione per l'animazione.

Nel 2015 incontra Enea Riboldi, copertinista di “Dampyr” che lo prende a “bottega”. A Marzo 2018 entra nel team di Bonelli esordendo sull'albo speciale della serie “Tex Willer” in uscita a Dicembre 2019 con il titolo “Fantasmi di Natale”.

Oggi è in lavorazione sulla serie regolare “Tex Willer” con la storia  de “I 5 della mano rossa”.


Marco Ghion e Diego Moratti na mostra
ghionesa em Martinengo, Itália.

Marco Ghion

Nascido em Milano, Itália, em 25 de dezembro de 1980, depois do diploma de geômetra, ele frequenta a Scuola de Fumetto di Milano em 2001 e se diploma como desenhista realístico.

Depois de uma breve experiência no setor da animação, em 2009, ele encontra Bruno Bozzetto, célebre diretor e animador. Aqui ele inicia a sua colaboração no StudioBozzetto de Milano, com animações em gráfica, estudo de personagens e background artist em séries 3D animadas – “Topo Tip” – e spots publicitários – Nutella, Campari, Atalanta -, desenvolvendo uma forte paixão pela animação.

Em 2015, ele encontra Enea Riboldi, capista de “Dampyr” que prende ele na “atividade”. Em março de 2018, ele entra na equipe da editora Sergio Bonelli Editore estreando no álbum especial da série “Tex Willer” lançado em dezembro de 2019 com o título “Fantasmi di Natale”.

Hoje, ele está a trabalho na série regular “Tex Willer” com a história “I 5 della mano rossa”.

Fontes: Imagens: Marco Ghion. Biografia: editora Sergio Bonelli Editore e Marco Ghion.

A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud.
Blueberry © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud – Dargaud Éditeur

“Blueberry, il fratello francese di Tex”.
“Blueberry, o irmão francês de Tex”.
Sergio Bonelli
Editor e roteirista

Io ringrazio a Marco Ghion per il disegno di Blueberry, giustiziero del Vecchio West, per il blog Blueberry.
Eu agradeço a Marco Ghion pelo desenho de Blueberry, justiceiro do Velho Oeste, para o blogue Blueberry.

Afrânio Braga

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segunda-feira, 21 de novembro de 2022

Pranchas de “Blueberry” sem textos

 Pranchas de “Blueberry” sem textos

Na série “Blueberry”, escrita por Jean-Michel Charlier e desenhada por Jean Giraud, há quatro pranchas sem textos: prancha 45 de “Angel Face”, prancha 21 de “Nez Cassé” – incluída na história por Giraud -, e as pranchas 12 e 13 de “Géronimo l’Apache”.


“Angel Face”, prancha 45


“Nariz Partido”, prancha 21


“Gerônimo, o Apache”, prancha 12
Reeditada em “Apaches”, prancha 16


“Blueberry” n° 26 “Géronimo l’Apache”
“Gerônimo, o Apache”, prancha 13
Reeditada em “Apaches”, prancha 17

Um extrato do quadrinho 3 da prancha 13 de “Géronimo l’Apache” é a ilustração da capa de “Blueberry” tome 26 “Géronimo l’Apache” N&B. 

A prancha 34 de “Ombres sur Tombstone” foi publicada, sem textos, na capa de “Apaches” e reeditada, com textos, na prancha 9 desse Hors Collection (fora de coleção).


“Sombras sobre Tombstone”


“Blueberry” n° 25 “Ombres sur Tombstone”
“Sombras sobre Tombstone”, prancha 34
Reeditada em HC “Apaches”, prancha 9


A capa do Hors Collection “Apaches”

A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud.
Blueberry © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud – Dargaud Éditeur

Afrânio Braga

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quarta-feira, 16 de novembro de 2022

Blueberry por Nicola Genzianella

 

BLUEBERRY POR
NICOLA GENZIANELLA


Autorretrato.

Nicola Genzianella

Nato a Milano il 15 gennaio 1967.

Diplomato alla Scuola del Fumetto di Milano, inizia a lavorare dal 1994 al 1997 all’Intrepido e successivamente per De Agostini e Xenia Edizioni.

Dal 1998 approda al Giornalino - Edizioni San Paolo (Jobhel, Giovanni XXIII, San Valentino e La storia delle Olimpiadi Moderne). Sempre nel 1998, arriva alla Sergio Bonelli Editore sulle pagine del neonato Dampyr, serie per cui lavora ancora attualmente.

Dal 2006 inizia la collaborazione con la Dupuis, per la quale realizza il secondo, terzo, quarto e quinto volume della serie Bunker (tra il gennaio 2008 e giugno 2012.) e  Ni terre ni mer di Olivier Megatone nel 2017.

Ha pubblicato nel 2017 per la belga Casterman la serie William Adams: Samurai.

Con Simone Tansini, per la 40GB Edizioni di Piacenza, ha realizzato L’ombra del duca, In un battito d'Ali e Il patto delle statue, che reinterpretano, in chiave moderna ed originale l’opera lirica.

Per Glénat  il western Souviens-toi que tu vas mourir.


Dampyr, Cartoomics 2015.


Felicia Hardy, Black Cat - Gata Negra -, portfólio “Super eroi”, 2017.




Nicola Genzianella


Ele nasce em Milão, Itália, em 15 de janeiro de 1967.

Diplomado na Scuola del Fumetto di Milano, ele começa a trabalhar  na revista “Intrepido” - de 1994 a 1997 - e sucessivamente para as editoras De Agostini e Xenia Edizioni.

Em 1998, ele desembarca na revista “Il Giornalino” – Edizioni San Paolo (“Jobhel”, “Giovanni XXIII”, “San Valentino” e “La storia delle Olimpiadi Moderne”). Sempre em 1998, ele chega à editora Sergio Bonelli Editore nas páginas da recém-nascida “Dampyr”, série em cuja trabalha ainda atualmente.

Em 2006, ele inicia a colaboração com a editora belga Dupuis, para a qual ele realiza o segundo, o terceiro, o quarto e o quinto volume da série “Bunker” – entre janeiro de 2008 e junho de 2012 – e “Ni terre ni mer” de Olivier Megatone em 2017.

Em 2017, ele publicou, para a editora belga Casterman, a série “William Adams : Samurai”.

Com Simone Tansini, para a editora 40GB Edizioni de Piacenza, Itália, ele realizou “L’ombra del duca”, “In battito d’Ali” e “Il patto delle statue”, que reinterpretam, em registro moderno e original, a ópera lírica.

Para a editora francesa Glénat, o western “Souviens-toi que tu vas mourir”.

N. C.: fotografia de Nicola Genzianella de Federico Zucca.


Desenho para a capa de “Lo Scarabocchiatore” nº 5, novembro de 2018.


Avalon, commission.


A série “Blueberry” foi criada por Jean-Michel Charlier e Jean Giraud.

Blueberry © Jean-Michel Charlier / Jean Giraud – Dargaud Éditeur

“Blueberry, il fratello francese di Tex”.

“Blueberry, o irmão francês de Tex”.

Sergio Bonelli

Editor e roteirista


Natasha Romanoff, Black Widow – Viúva Negra.


Io ringrazio a Nicola Genzianella per il disegno di Blueberry, il leggendario tenente più amato del West, per il blog Blueberry.
Eu agradeço a Nicola Genzianella pelo desenho de Blueberry, o lendário tenente mais amado do Oeste, para o blogue Blueberry.

Afrânio Braga

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sexta-feira, 11 de novembro de 2022

“Undertaker” tome 5 “L’Indien blanc”

 

UNDERTAKER

 
 

RESUMO DA SÉRIE “UNDERTAKER”


Como diz Jonas Crow, agente funerário e herói da série “Undertaker”, “a morte nunca vem sozinha”... 

Com essa série de Xavier Dorison, soberbamente desenhada por Ralph Meyer e colocada em cor por Caroline Delabie, os leitores reencontram um western puro e duro, na linha de “Blueberry”: o grande espetáculo, as paisagens grandiosas, as brigas e as cavalgadas fantásticas!

O agente funerário Samuel “Sam” Goodfellow é, na realidade, o criminoso mais procurado e mais detestado do Oeste por causa de um massacre que ele teria cometido por ocasião da Guerra de Secessão. Desde esse período turvo, ele vagueia de cidade em cidade com um abutre como único companheiro, Jed. E esse coveiro, que não tinha mais nada a perder, se diz “que ele ainda pode ter tempo de reparar o golpe”.


Um desenho esplêndido e as histórias apaixonantes, envolventes, os diálogos que acertam o alvo, um vislumbre de humor (negro), em suma já um clássico da história em quadrinhos!


Undertaker - Tome 5


Capa do tomo 5.


Página de apresentação.

Jonas Crow é um coveiro itinerante e procurado por vários assassinatos que ele teria cometido então quando ele se chamava ainda “Strikland” no fim da Guerra de Secessão. Desde esse período turvo, ele erra de cidade em cidade com, por único companheiro, um abutre, Jed. Durante alguns meses, Jonas esperou colocar um termo em sua solidão graças à companhia de duas mulheres, Lin e Rose Prairie. A primeira se tornou uma amiga, a segunda poderia ser a mulher de sua vida. Mas as duas o deixaram e o reenviaram à sua errança. Jonas não tem nada.

Infelizmente, ele ainda tem muito a perder...


Pranchas 0 e 1.


Pranchas 2 e 3.


Prancha 4.

Undertaker - Tome 5
L’Indien blanc
Roteiro: Xavier Dorison
Desenho, cores e capa: Ralph Meyer
Cores: Caroline Delabie
Público: Adolescente – adulto
Data de publicação: 31/10/2019
Coleção: Hors Collection Dargaud
Formato: 24,1 x 31,8 cm
Número de páginas: 64
Tipo de acabamento: BD Capa Cartonada


Capa do tomo 5 edição bibliófila.

Undertaker - Tome 5
L’Indien blanc – édition bibliophile
Roteiro: Xavier Dorison
Desenho, cores e capa: Ralph Meyer
Cores: Caroline Delabie
Público: Adolescente – adulto
Data de publicação: 04/06/2021
Coleção: Hors Collection Dargaud
Formato: 29,7 x 36,8 cm
Número de páginas: 72
Tipo de acabamento: BD Capa Cartonada
 

Resumo

Um branco, enterrado em um cemitério apache, no coração das terras proibidas do Arizona, impossível... E, no entanto, esse branco se chama Caleb Barclay. Ele era o filho da mulher mais rica de Tucson antes de ser raptado pelos índios. E miss Barclay está muito decidida de recuperá-lo custe o que custar. Tal é a missão que ela a deu a seu futuro marido, Sid Beauchamp. A ele resta fazer um apelo ao único homem assaz louco para ir profanar uma tumba no coração do território de Salvaje, o mais cruel dos guerreiros...

Fonte: Dargaud Éditeur, Paris, França.

A série “Undertaker” foi criada por Xavier Dorison e Ralph Meyer.
Undertaker tome 5 L’Indien blanc © 2019 Xavier Dorison / Ralph Meyer / Caroline Delabie – Dargaud Éditeur
Undertaker tome 5 L’Indien blanc – édition bibliophile © 2021 Xavier Dorison / Ralph Meyer / Caroline Delabie – Dargaud Éditeur

Afrânio Braga

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